<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867</id><updated>2012-02-02T11:52:32.434-08:00</updated><title type='text'>coleccionismo | história</title><subtitle type='html'>Este blogue dedica-se ao colecionismo em geral, dando mais enfâse, às vertentes "numismáticas e filatélicas".

Será também dado relevo a exposições fotográficas, do autor das suas viagens pelo mundo.

Vão ser dedicados artigos sobre a História Portuguesa, vertente I Guerra Mundial.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>108</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-6819220234313700107</id><published>2012-02-02T11:36:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T11:52:32.444-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-n108xHZYopM/TyrohTMn-3I/AAAAAAAAA5k/N8_0K8VkcVg/s1600/Reverso.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5704627536804707186" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 192px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-n108xHZYopM/TyrohTMn-3I/AAAAAAAAA5k/N8_0K8VkcVg/s200/Reverso.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sGsPZDZ4lkU/TyroSCtX_PI/AAAAAAAAA5Y/63tJb2IgxiU/s1600/Anverso.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5704627274680630514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 192px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-sGsPZDZ4lkU/TyroSCtX_PI/AAAAAAAAA5Y/63tJb2IgxiU/s200/Anverso.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;NUMÁRIA &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;MOEDA&lt;br /&gt;ESCUDO REPUBLICANO&lt;br /&gt;1911— 2001&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Continuação)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Colecção de moedas correntes com acabamento (Proof) ou (Prova numismática) - são as moedas cunhadas sobre discos metálicos especialmente preparados com cunhos foscados e polidos, apresentando o campo espelhado e os relevos matizados.&lt;br /&gt;Foram fabricadas carteiras com moedas representativas das correntes dos anos a que dizem respeito e nalguns casos introduzida uma moeda comemorativa relacionada com determinada efeméride relativa a esse ano:&lt;br /&gt;Ano de 1993)- carteira composta por 7 moedas, emitidas 5 000 unidades; 02)-Ano de 1994 - carteira composta por 7 moedas, emitidas 7 000 unidades; 03)-Ano de 1995 - carteira composta por 7 moedas, emitidas 5 000 unidades; 04)-Ano de 1996 - carteira composta por 8 moedas, emitidas 5 000 unidades; 05)-Ano de 1997 - carteira composta por 9 moedas, emitidas 10 000 unidades; 06)- Ano de 1998 - carteira composta por 8 moedas, emitidas 7 800 unidades; 07)- Ano de 1999 - carteira composta por 9 moedas, emitidas 15 000 unidades; 08)-Ano de 2000 - carteira composta por 8 moedas, emitidas 5 000 unidades; e 09)-Ano de 2001 - carteira composta por 7 moedas, emitidas 10 000 unidades;&lt;br /&gt;Aquando do fabrico de moeda e com o uso desmesurado dos cunhos no fabrico da mesma, estes vão sofrendo deformações desgastando-se, ou alterando a posição de um em relação ao outro, o que permite assim o surgimento de moedas com defeitos, não só na sua concessão no anverso como no reverso, com relevos pouco visíveis, ou falta de elementos na gravação. No que à posição dos cunhos diz respeito, os mesmos sofrem deslocações com o batimento em contínuo sobre o metal a cunhar, de tal forma que, os desvios sofrem deslocações que vão desde os 10 a 180 graus, tornando-se exemplares bastante procurados pela sua raridade, atingindo por vezes elevado valor, pois não se sabe a quantidade de moeda existente com estas características. São exemplo de algumas moedas com estas características:&lt;br /&gt;Moedas com eixos deslocados ou desviados&lt;br /&gt;Moeda de $10 (Dez centavos) - (Bronze níquel)&lt;br /&gt;Ano de 1947 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1951 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1965 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1965 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1968 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1968 – moeda de eixo vertical 180ºgraus e Ano de 1969 – moeda de eixo vertical 180ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de $10 (Dez centavos) - (Alumínio)&lt;br /&gt;Ano de 1974 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1974 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1975 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; e Ano de 1976 – moeda de eixo vertical 180ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de $20 (Vinte centavos) - (Bronze - níquel)&lt;br /&gt;Ano de 1951 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1964 – moeda de eixo vertical 180ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de $20 (Vinte centavos) – (Bronze)&lt;br /&gt;Ano de 1973 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1974 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1974 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de $50 (Cinquenta centavos) – (Bronze)&lt;br /&gt;Ano de 1971 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1973 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1975 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1979 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de 1$00 (Um escudo) – (Bronze)&lt;br /&gt;Ano de 1975 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1976 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1979 – moeda de eixo vertical 180ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de 1$00 (Um escudo) – (Latão – níquel)&lt;br /&gt;Ano de 1982 – moeda de eixo vertical 180ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de 2$50 (Dois escudos e cinquenta centavos) – (Cuproníquel)&lt;br /&gt;Ano de 1964 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1973 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1974 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1974 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1975 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1975 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1976 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1977 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1982 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1983 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1983 – moeda de eixo vertical 180ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de 5$00 (Cinco escudos) – (Cuproníquel)&lt;br /&gt;Ano de 1975 – moeda de eixo deslocado a 90ºgraus; Ano de 1976 – moeda de eixo vertical 180ºgraus; Ano de 1981 – moeda de eixo vertical 180ºgraus.&lt;br /&gt;Moeda de 25$00 (Vinte e cinco escudos) (Módulo maior) – (Cuproníquel)&lt;br /&gt;Ano de 1982- moeda de eixo desviado a 90º.graus.&lt;br /&gt;Ano de 1984 – moeda de eixo vertical 180ºgraus&lt;br /&gt;Moeda de 100$00 (Cem escudos) – (Cobre – alumínio e níquel compõem o núcleo interno e Cuproníquel a coroa exterior) (Bimetálica).&lt;br /&gt;Ano de 1991 – moeda de eixo vertical 180ºgraus;&lt;br /&gt;Ano de 1992 – moeda de eixo vertical 180ºgraus.&lt;br /&gt;Existem diversos bordos de moeda; bordos lisos, serrilhados, legendados, com legendas invertidas, lisos alternando com serrilha, sendo o mais comum o bordo serrilhado.&lt;br /&gt;São exemplo de moedas com legenda invertida no bordo:&lt;br /&gt;Moeda de 10$00 (Dez escudos) – (Cuproníquel)&lt;br /&gt;Anos de 1971, 1972, 1973 e 1974.&lt;br /&gt;Moeda de 50$00 (Cinquenta escudos) (Prata)&lt;br /&gt;Ano de 1969 – moeda alusiva a Vasco da Gama; Ano de 1969 – moeda alusiva ao Marechal Carmona; e Ano de 1971 – moeda alusiva aos 125 anos do Banco de Portugal.&lt;br /&gt;Existem moedas que apresentam erros ortográficos o que de certo modo não é de todo abonatório para a CM/INCM, tanto mais que se trata de uma Instituição com vários séculos de existência e ao longo dos quais sempre primou pelo rigor na elaboração dos seus trabalhos, obtendo significativos êxitos e inúmeros prémios a nível internacional com os seus trabalhos numismáticos:&lt;br /&gt;Moeda de 100$00 (Cem escudos) - (Cobre – alumínio e níquel compõem o núcleo interno e Cuproníquel, a coroa exterior) (Bimetálica).&lt;br /&gt;Ano de 1999 – moeda comemorativa do 50º. Aniversário do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). A circundar o escudo de Portugal está inscrita a legenda, “República Portugusa 1999”&lt;br /&gt;Moeda de 200$00 (Duzentos escudos) - (Cuproníquel, compõe o núcleo interno, Cobre – alumínio e níquel compõem a coroa exterior) (Bimetálica).&lt;br /&gt;Ano de 2000 – moeda comemorativa dos Jogos Olímpicos de Sydney. Na parte inferior da moeda e na coroa exterior está escrito “Sidney 2000”.&lt;br /&gt;Classificação das moedas quanto ao seu estado de conservação&lt;br /&gt;- B.C. (Bem Conservada) – Moeda bastante usada, mas que ainda contém os detalhes bem visíveis e de aspecto agradável.&lt;br /&gt;- M.B.C. (Muito Bem Conservada) – Moeda circulada, que mantém todos os detalhes bem visíveis.&lt;br /&gt;- Bela – Moeda muito pouco circulada, sem possuir qualquer tipo de desgaste somente nos relevos mais elevados, observando-se a olho nu.&lt;br /&gt;- Sob (Soberba) – Moeda que não apresenta qualquer tipo de uso, mas pode apresentar alguns traços ou riscos devido à sua armazenagem ou abrasão.&lt;br /&gt;- F.D.C. (Flor do cunho) – Moeda impecável, ausência total de mossas ou manchas, ou outro qualquer tipo de deformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 01-02-2012&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-6819220234313700107?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/6819220234313700107/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=6819220234313700107' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6819220234313700107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6819220234313700107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2012/02/numaria-moeda-escudo-republicano-1911.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-n108xHZYopM/TyrohTMn-3I/AAAAAAAAA5k/N8_0K8VkcVg/s72-c/Reverso.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-6698435919409780687</id><published>2012-01-27T10:34:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T10:46:48.651-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2EQQhsjLaJw/TyLvfdwekiI/AAAAAAAAA5M/jrZSD5ZHwQ0/s1600/Fig.2%2BRev.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702383402047410722" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 192px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-2EQQhsjLaJw/TyLvfdwekiI/AAAAAAAAA5M/jrZSD5ZHwQ0/s200/Fig.2%2BRev.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZJYbJcZBYiY/TyLvQvTQNLI/AAAAAAAAA5A/-dwYdQzQsg4/s1600/Fig.1%2BAnv.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702383149058634930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 192px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZJYbJcZBYiY/TyLvQvTQNLI/AAAAAAAAA5A/-dwYdQzQsg4/s200/Fig.1%2BAnv.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;NUMÁRIA&lt;br /&gt;MOEDA&lt;br /&gt;ESCUDO REPUBLICANO&lt;br /&gt;1911— 2001&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;I&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a proclamação da República em 5 de Outubro de 1910 muitas e profundas alterações se procederam em todos os sectores da sociedade, dando um forte cunho ao novo regime ora implementado, concorrendo para isso a criação de símbolos que foram marcantes e eternizados como, o novo Hino Nacional, uma nova Bandeira e a criação de um novo Sistema Monetário (uma nova moeda).&lt;br /&gt;No ano de 1904 a moeda portuguesa apresentava em relação aos outros países da Europa uma desvalorização enorme, o que dificultava a realização de transacções comerciais com avultadas quantidades de notas envolvidas; os registos nos livros comerciais com elevado número de algarismos, o que também dificultava o exercício. Pensou-se proceder a uma modificação do sistema monetário, cuja unidade monetária seria denominada “Luso”, pois diria a toda a gente que é a moeda da antiga Lusitânia, e que a mesma seria dividida na forma decimal até aos centésimos. A conversão seria na proporção de 200 reis para um luso. Tal reforma não se veio a concretizar devido às crises económicas e financeiras que se seguiram. Após a Implantação da República e depois de elaborados estudos, foi criado o Decreto Fundador do Escudo Republicano, datado de 22 de Maio de 1911, que nos diz o seguinte:&lt;br /&gt;“Além da razão apontada, outras que já tinham sido anunciadas em Outubro de 1904, na sua proposta de modificação do sistema monetário, foi adoptada como nova unidade monetária, o (Escudo) de ouro, cuja moeda conterá o mesmo peso de ouro fino que a actual moeda de 1 000 reis em ouro. O escudo dividir-se-á em 100 partes iguais, denominadas centavos, correspondendo assim um centavo a 10 reis. Como múltiplos do escudo, serão cunhadas moedas de 2, 5 e 10 escudos em ouro, as quais equivalerão às moedas de 2, 5 e 10 mil reis; como submúltiplos, moedas de prata de valor legal de 50, 20 e 10 centavos, que corresponderão às moedas de 500, 200 e 100 reis; como moedas subsidiárias de bronze níquel, de valor legal de 4, 2, 1, e 0,5 centavos, correspondentes às moedas de 40, 20, 10 e 5 reis. A conversão seria de 1 000 reis para 1 escudo”.&lt;br /&gt;Para que se procedesse à cunhagem de novas moedas, era necessária uma quantidade assinalável de metais preciosos e de outras ligas para levar em frente tão arrojada mas necessária mudança; a inflação alastrava, o que dificultava e alterava a atribuição do valor da moeda; a constante procura de metais para fazer face às necessidades da indústria bélica (1ª. Guerra Mundial), que entretanto deflagrara, e em que Portugal se viu envolvido, era de máxima prioridade. Perante estas circunstâncias era confrangedor a falta de moeda subsidiária, o que levou a que os diversos Governos tomassem medidas no sentido de decretar a emissão de cédulas, de baixo valor em princípio pela Casa da Moeda, e depois, através de entidades oficiais como, Câmaras Municipais, Bancos Comerciais, Casas da Misericórdia, Hospitais, Entidades Particulares acreditadas na sociedade, etc. e por fim, até as simples mercearias de bairro se serviam de um pedaço de papel e nela inseriam determinada importância, de pequena monta, para facilitar os trocos. As primeiras moedas emitidas pela Casa da Moeda são as de valor facial de dez centavos, vinte centavos, cinquenta centavos e um escudo, em prata. As dificuldades com as cunhagens das moedas alastraram-se até ao fim da 1ª. República (1926).&lt;br /&gt;Não são emitidas moedas de ouro, ao contrário do estipulado pelo decreto de 22 de Maio de 1911.&lt;br /&gt;Ao longo dos 90 anos (1911-2001), foram feitas cunhagens de moeda de tipo corrente e somente a partir do ano de 1974, foi iniciada a cunhagem de moedas com acabamento especial, (moeda BNC e moeda Proof). É sobre a moeda corrente que versa este trabalho, fazendo algumas anotações aos tipos de acabamento de moedas, mais adiante.&lt;br /&gt;Foram efectuadas cunhagens de moedas de 20 valores faciais e dos mais diversos metais: valores e metais: $01 (um centavo), em bronze; $02 (dois centavos), em ferro e bronze; $04 (quatro centavos), em cuproníquel; $05 (cinco centavos), em bronze; $10 (dez centavos), em prata, cuproníquel, bronze e alumínio; $20 (vinte centavos), em prata, cuproníquel e bronze; $50 (cinquenta centavos), em prata, bronze alumínio, alpaca; 1$00 (um escudo), em prata, bronze alumínio, alpaca, bronze e latão níquel; 2$50 (dois escudos e cinquenta centavos), em prata e cuproníquel; 5$00 (cinco escudos), em prata, cuproníquel e latão níquel; 10$00 (dez escudos), em prata, cuproníquel e latão níquel; 20$00 (vinte escudos), em prata e cuproníquel; 25$00 (vinte e cinco escudos), em cuproníquel; 50$00 (cinquenta escudos), em prata e cuproníquel; 100$00 (cem escudos), em prata, cuproníquel e uma outra com um núcleo interno de cobre alumínio níquel e uma coroa exterior de cuproníquel; 200$00 (duzentos escudos), com um núcleo interno de cuproníquel e uma coroa de cobre alumínio níquel e cuproníquel; 250$00 (duzentos e cinquenta escudos), em prata e cuproníquel; 500$00 (quinhentos escudos), em prata; 750$00 (setecentos e cinquenta escudos), em prata; e 1 000$00 (mil escudos), em prata. As moedas tinham os mais variados pesos e diâmetros, desde a moeda de $10 em alumínio que pesava 0,5, e com o diâmetro de 15 mm., até à moeda maior, de 1.000$00 em prata com o peso de 27 g, e um diâmetro de 40 mm.&lt;br /&gt;Quanto aos bordos das moedas, existem serrilhados, lisos, serrilhados e lisos alternadamente, e com inscrições no bordo, alguns com inscrições invertidas.&lt;br /&gt;As moedas com acabamento BNC (Brilhante não circulada) e Proof (Prova numismática), começaram a ser cunhadas as em Portugal no ano de 1974 e o ciclo iniciou-se com as moedas comemorativas da Revolução do 25 de Abril de 1974 com os valores faciais de 100$00 e 250$00. No tipo de moedas com acabamentos especiais, foram empregues os seguintes metais: cobre alumínio níquel e cuproníquel, (este conjunto de metais aplicados às moedas bimetálicas de 100$00 e 200$00); cuproníquel; prata; ouro e prata, (moeda lamelar), ouro, paládio e platina nas moedas de 100$00, 200$00 e 500$00; e de prata nas moedas de 1.000$00.&lt;br /&gt;Na gíria popular foram dados nomes às diversas moedas que as caracterizaram para sempre como: $10 de cobre chamavam-lhe o “cruzado”; à moeda de $20 de cobre, “dois cruzados”, porque no anverso das moedas apresentavam respectivamente o número X e XX em romano e no reverso apresentava uma cruz, daí advindo o nome de moedas de cruzados; a moeda de $50 de alpaca foi baptizada com o nome de “coroa”, pois no anverso da moeda estava representado o escudo nacional entre vergônteas de louro e carvalho, que mais parecia uma coroa; à moeda de 2$50 foi-lhe dado o nome de “5 coroas” pois correspondia a cinco moedas de $50; a moeda de 10$00, comemorativa da Batalha de Ourique (1928), foi apelidada de “moeda de cavalinho”, por ter na composição do anverso a representação de um cavalo e o seu cavaleiro. Também se atribuíram outros nomes às moedas de baixo valor, “tostões”, exemplo; à moeda de $10 (um tostão), à moeda de $20 (dois tostões), à moeda de $50 (cinco tostões), à moeda de 1$00 (dez tostões) e à moeda de 2$50 (vinte e cinco tostões); já às de montante mais elevado chamavam-nas de “paus”, exemplo; à moeda de 5$00 (cinco paus), à moeda de 10$00 (dez paus), à moeda de 20$00 (vinte paus), à moeda de 50$00 (cinquenta paus), assim como a todas as outras que mais tarde apareceram com outros valores mais elevados&lt;br /&gt;Ao dinheiro tanto seja expresso em notas como em moedas e consoante o montante envolvido, o povo, adjectivou-o do seguinte modo:&lt;br /&gt;1)- Algum; 2)- Arame; 3)- Bagalhoça; 4)- Bago; 5)- Bagulho; 6)- Barão; 7)- Bazaruco; 8)- Bomba; 9)- Bronze; 10)- Cabedal; 11)- Cacau; 12)- Cantante; 13)- Carcanhóis; 14)- Caroço; 15)- Cascalho; 16)- Chapa; 17)- Cash; 18)- Chavo; 19)- Cheta; 20)- Cobre; 21)- Contos; 22)- Contado; 23)- Estaleca; 24)- Ganhapão; 25)- Grana; 26)- Guita; 27)- Maçaroca; 28)- Maquia; 29)- Massa; 30)- Metálico; 31)- Milho; 32)- Móni; 33)- Níquel; 34)- Nota; 35)- Onça; 36)- Ouro; 37)- Painço; 38)- Papel; 39)- Pasta; 40)- Pilim; 41)- Prata; 42)- Sonante; 43)- Tostão; 44)- Trocados; 45)- Vintém, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram fabricadas quatro mil quinhentos e trinta e cinco milhões setecentos e dezanove e mil seiscentas e vinte e cinco moedas correntes, que consumiram vinte e seis milhões quinhentos e cinquenta mil quinhentos e quarenta e sete quilogramas dos mais diversos metais.&lt;br /&gt;O Decreto com força de Lei de 22 de Maio de 1911 previa a emissão de moedas de ouro de 10$00 com o peso de18,065 g,, 5$00 com o peso de 9,0325 g., de 2$00 com o peso de 3,613 g. e de 1$00 com o peso de 1,8063 g.&lt;br /&gt;Moedas com Acabamento especial&lt;br /&gt;As moedas com acabamento especial, são de dois tipos:&lt;br /&gt;BNC (Brilhante não circulada) e Prova numismática (Proof).&lt;br /&gt;Colecção de moedas correntes com acabamento (BNC).&lt;br /&gt;BNC (Brilhante não circulada) - são as moedas cunhadas sobre discos metálicos especialmente preparados com cunhos polidos, apresentando o campo e os relevos uniformemente brilhantes. &lt;br /&gt;Foram fabricadas carteiras com moedas representativas das correntes dos anos a que dizem respeito e nalguns casos introduzida uma moeda comemorativa relacionada com determinada efeméride relativa a esse ano:&lt;br /&gt;01)-Ano de 1986 - carteira composta por 5 moedas, emitidas 50 000 unidades; 02)-Ano de 1987 - carteira composta por 6 moedas, emitidas 50 000 unidades; 03)-Ano de 1988 - carteira composta por 5 moedas, emitidas 20 000 unidades; 04)-Ano de 1989 - carteira composta por 6 moedas, emitidas 30 000 unidades; 05)-Ano de 1990 - carteira composta por 6 moedas, emitidas 30 000 unidades; 06)-Ano de 1991 - carteira composta por 6 moedas, emitidas 20 000 unidades; 07)-Ano de 1992 - carteira composta por 7 moedas, emitidas 20 000 unidades; 08)-Ano de 1993 - carteira composta por 7 moedas, emitidas 20 000 unidades; 09)-Ano de 1994 - carteira composta por 7 moedas, emitidas 20 000 unidades; 10)-Ano de 1995 - carteira composta por 7 moedas, emitidas 20 000 unidades; 11)-Ano de 1996 - carteira composta por 8 moedas, emitidas 15 000 unidades; 12)-Ano de 1997 - carteira composta por 9 moedas, emitidas 20 000 unidades; 13)-Ano de 1998 - carteira composta por 8 moedas, emitidas 16 500 unidades; 14)-Ano de 1999 - carteira composta por 9 moedas, emitidas 15 000 unidades; 15)-Ano de 2000 - carteira composta por 8 moedas, emitidas 10 000 unidades; e 16)- Ano de 2001- carteira composta por 7 moedas, emitidas 50 000 unidades.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(continua) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 25-01-2012 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-6698435919409780687?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/6698435919409780687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=6698435919409780687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6698435919409780687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6698435919409780687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2012/01/numaria-moeda-escudo-republicano-1911.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2EQQhsjLaJw/TyLvfdwekiI/AAAAAAAAA5M/jrZSD5ZHwQ0/s72-c/Fig.2%2BRev.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5583998515252272242</id><published>2012-01-19T11:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T12:20:58.420-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Coleccionismo&lt;br /&gt;Numismática &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699425255017433490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 173px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-gL5sUkQks9E/TxhtEpU0SZI/AAAAAAAAA4E/KLS0ZsutHeM/s200/Fotografia.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Moeda de Ouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tesouros Numismáticos Portugueses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Português de D. Manuel I&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699426935046504546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-FeLh9060aaA/Txhumb69gGI/AAAAAAAAA4o/L5Ms8dp02tw/s400/DSC02883.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699427460342715522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-lrKjAsmXCZw/TxhvFAzVlII/AAAAAAAAA40/hBAh4ZQNc_8/s400/DSC02878.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;A Imprensa Nacional Casa da Moeda pôs em curso, no ano de 2009 um plano numismático extremamente ambicioso, o qual tem sido bastante admirado e sobre o qual se tem tecido os maiores elogios. A este, foi-lhe dado o nome “Tesouros Numismáticos Portugueses”, e abrange a reprodução de um conjunto de cinco moedas batidas e cunhadas em ouro, desde o inicio da nacionalidade (reinado de D. Sancho II até ao reinado de D. Maria II), que pelo seu significado foram consideradas as moedas de maior prestígio nacional, havendo uma que pelas suas qualidades atingiu o auge em toda a Europa durante dois séculos, tendo sido considerada uma moeda muito forte e de enorme impacto a nível mundial, ao ponto de ter sido batida por alguns estados e cidades integrados na Liga Hanseática.&lt;br /&gt;No ano de 2009 foi cunhada a reprodução da moeda do reinado do rei D. Sancho II “O Morabitino”, com o valor facial de € 2,50, de 26,5 mm. de diâmetro, 10,37 g. de peso em ouro e com a permilagem de 99,9%.&lt;br /&gt;No ano de 2010 foi cunhada a reprodução da moeda do reinado do rei D. João II “O Justo”, com o valor facial de € 5,00, de 30 mm. de diâmetro, 15,55 g. de peso em ouro e com a permilagem de 99,9%.&lt;br /&gt;No presente ano foi cunhada a reprodução da moeda do reinado do rei D. Manuel “O Português”, com o valor facial de € 7,50, 33 mm. de diâmetro, 23,33 g. de peso, e com a permilagem de 99,9%, com acabamento proof e com um limite de emissão de 2.500 unidades.&lt;br /&gt;Para os próximos anos de 2012 e 2013 e não havendo surpresas de maior, serão cunhadas respectivamente réplicas das moedas da dobra de “24 Escudos”, a maior moeda que se cunhou em Portugal, e uma das maiores do mundo, no reinado de D. João V, e a peça “A Degolada”, do reinado de D. Maria II, terminando com esta este ciclo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Manuel I, nasceu no ano de 1469 em Alcochete e faleceu na cidade de Lisboa no ano de 1521, sendo cognominado de “O Venturoso”, ”O Bem Aventurado” ou “O Afortunado”, tanto pelos eventos felizes que o levaram ao trono, como pelos que ocorreram no seu reinado. D. Manuel, sucedeu ao seu primo direito D. João II, prosseguindo as explorações portuguesas pela costa ocidental de África, estabelecendo feitorias, de tal modo que o levou à descoberta do caminho marítimo para a Índia. Foi o primeiro rei a assumir o título de Senhor do Comércio, da Conquista e da Navegação da Arábia, Pérsia e Índia, no ano de 1521.&lt;br /&gt;A riqueza começava a afluir ao reino, com a chegada do ouro proveniente da costa africana, primeiro da Mina (São Jorge da Mina, região da Guiné) e depois do Monomotapa (era o soberano que reinava na bacia do rio Zambeze), o ouro era proveniente das zonas auríferas de Butua (Transval), Mokaranga (Rodésia) e Mata-belé (zona compreendida entre os rios Limpopo e Zambeze).&lt;br /&gt;A descoberta do caminho marítimo para a Índia tinha como objectivo primordial a instalação de uma carreira de comércio de especiarias; valendo-se dos recursos do ouro da Mina, D. Manuel, mandou lavrar as moedas “O Português” de ouro, que se caracterizou como sendo a maior e mais pesada moeda europeia da época com o valor de 10 cruzados de ouro, equivalente a 3.900 reais e com o peso de 35,5 gramas de ouro maciço, a qual foi considerada a moeda mais representativa da expansão portuguesa, fazendo-a acompanhar na armada de Vasco da Gama, a fim de servir para troca com a aquisição de bens ou especiarias, ou como gratificações de serviços prestados e também como ofertas do soberano português a outros soberanos.&lt;br /&gt;A propósito desta escreveu no ano de 1566 Damião de Góis na Crónica do Felicíssimo Rei D. Manuel: “(… mãdou lavrar no ano de mil quatroçetos, noventa e nove, Portugueses douro, de dez cruzados de valor cada hum de vinte e quatro quilates, que hera a mesma lei dos cruzados, hus quaes Portugueses tinham de hua parte de cunhos há cruz da ordem de christus, e hum letreiro que dizia, In hoc signo vinçes, e da outra parte tinham ho scudo das armas do regno com sua coroa., e dous letreiros, hum na grafilla de fora aho redor que dizia, primus Emanuel Rex Portugalie, Algarbiorum citra, e vlara in Africa, e dominus Guinae, e outro letreiro aho redor das armas que dizia, conquista nauegação, comerçio AEtiopiae, Arabie, Persiae,Indiae)”.&lt;br /&gt;Esta moeda foi batida na cidade de Lisboa, Porto, Goa, Cochim e Malaca, tal o prestígio e o poder liberatório que alcançou, continuando a ser batida no reinado de D. João III e também na Liga Hanseática, (A Liga Hanseática foi uma aliança de cidades mercantis que estabeleceram e mantiveram um monopólio comercial sobre quase todo o norte da Europa e Báltico, desde a Idade Média, séc. XII até à idade Idade Moderna, séc. XVII).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu apogeu a Liga Hanseática contava com cerca de 90 cidades do mar do Norte e do mar Báltico, entre elas: Lubeck, Hamburgo Amsterdão, Bergen, Bordéus, Bruges, Colônia, Cracóvia, Groningen, Hildesheim, Londres, Nantes, Novgorod, Praga, Reval, Riga, Rostock, Stralsund, Toruń, Varsóvia, Wismar, Antuérpia e Coprnhaga.&lt;br /&gt;É a demonstração real que estas espécies áureas de indubitável valor, penetraram na Europa Central e Setentrional onde pagavam todos os produtos exportados pelos portos dessa zona, mas em especial pelo porto de Antuérpia. Serviram também para pagar acordos diplomáticos, baseados em casamentos régios, estabelecidos com o Sacro Império Romano Germânico.&lt;br /&gt;Estas moedas foram copiadas e cunhadas em diversos estados e cidades da Europa, desde 1570 a 1640, ficando na história como “Os Portugaloser”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moeda “O Português” de D. Manuel I&lt;br /&gt;Características: O Português tinha o valor de 10 Cruzados em ouro, media 35,2 mm de diâmetro e pesava 35,22 g.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anverso: As legendas, (Manuel I, Rei de Portugal e dos Algarves, daquém e além mar em África, Senhor da Guiné, da conquista e navegação e comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia), em duas linhas. Ao centro as armas do Reino, entre dois aneletes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reverso:&lt;br /&gt;A legenda (Com este sinal vencerás). Ao centro a cruz de Cristo com um ponto ao meio, tendo no braço superior três pontos.&lt;br /&gt;O valor actual desta moeda encontrando-se em bom estado de conservação, e segundo Javier Salgado, especialista e estudioso nesta matéria, oscila entre os 60.000 a 70.000 €uro, podendo atingir valores muito mais elevados em função do seu estado de conservação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: Moedas de Prestígio Internacional - Banco de Portugal; Moedas de Ouro de Portugal dos séculos V a XX de Javier S. Salgado e Colecção particular do autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óbidos, 2 de Dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 18-01-2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5583998515252272242?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5583998515252272242/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5583998515252272242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5583998515252272242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5583998515252272242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2012/01/coleccionismo-numismatica-moeda-de-ouro.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-gL5sUkQks9E/TxhtEpU0SZI/AAAAAAAAA4E/KLS0ZsutHeM/s72-c/Fotografia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-1019264605697822621</id><published>2011-10-21T05:59:00.000-07:00</published><updated>2011-10-21T06:03:54.937-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KBw2-ghC2y4/TqFtMkz-VnI/AAAAAAAAA2o/POCNewYLrg4/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665929869016323698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-KBw2-ghC2y4/TqFtMkz-VnI/AAAAAAAAA2o/POCNewYLrg4/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 75&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O Papel-moeda&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/strong&gt;DEZ MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;Infante D. Henrique&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665929776962783442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-0Kgs_57H8-g/TqFtHN4syNI/AAAAAAAAA2c/qwWzYJqonLs/s320/155%2529%2B10000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B2%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665929668879129890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 153px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-CnshoFcakGU/TqFtA7PjHSI/AAAAAAAAA2Q/SeQ7zeSBgP4/s320/156%2529%2B10000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B2%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A efígie do Infante D. Henrique (1394-1460), um dos vultos mais notáveis da história da civilização europeia, foi a personalidade escolhida para figurar nesta nota. A parte da frente da nota apresenta sobre o lado esquerdo a marca de água e uma faixa de cor castanha com o número 10000; ao centro as armas de Portugal; e à direita a efígie do Infante com a heráldica dos Lencastre. No verso, a nota apresenta sobre o lado esquerdo uma versão da iluminura da Crónica da Guiné de Gomes Eanes de Zurara; ao centro uma caravela de velas içadas e a cruz de Cristo; sobre o lado esquerdo a respectiva marca de água. A maqueta é de autoria de Luís Filipe de Abreu, com trabalhos preliminares de De La Rue Giori SA da Suíça, e a impressão e estampagem das notas ficaram a cargo da firma inglesa, Thomas De La Rue &amp;amp; Cº. Ltd.. Tem como marca de água quando vista à transparência pela frente a efígie do Infante D. Henrique.&lt;br /&gt;Dimensões da nota 156 x 75 mm. Foram emitidas 56 675 103 notas com a data da primeira emissão de 2 de Maio de 1996 e a última emissão datada de 12 de Fevereiro de 1998. Foram retiradas de circulação em 28 de Fevereiro de 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver a biografia inserida na chapa 6 da nota de quinhentos escudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro 2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 19-10-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-1019264605697822621?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/1019264605697822621/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=1019264605697822621' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1019264605697822621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1019264605697822621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/10/artigo-75-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-KBw2-ghC2y4/TqFtMkz-VnI/AAAAAAAAA2o/POCNewYLrg4/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-7111822194642076110</id><published>2011-10-13T05:35:00.000-07:00</published><updated>2011-10-13T05:39:49.280-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fFQb0gVLr40/TpbbiCWkiiI/AAAAAAAAA2E/EQvmbPb5PIs/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662954959258552866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-fFQb0gVLr40/TpbbiCWkiiI/AAAAAAAAA2E/EQvmbPb5PIs/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 73&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;CINCO MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vasco da Gama &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662954870409262306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-vxRsllEv108/Tpbbc3XP9OI/AAAAAAAAA14/qFlzP7jgOgI/s320/151%2529-%2B5000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B3%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662954768798925170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-9un9BWj2B10/TpbbW81dQXI/AAAAAAAAA1s/4dGqYA4ylsc/s320/152%2529%2B5000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B3%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta chapa que deu origem a última nota de valor de cinco mil escudos, apresenta na frente sobe o lado esquerdo a marca de água e uma faixa vertical em tons verdes com o número 5000; ao centro a cruz de Cristo sobre a esfera armilar; e no lado direito a efígie de Vasco da Gama. No verso apresenta sobre o lado esquerdo uma representação do encontro de Vasco da Gama com o Samorim de Calecute; ao centro uma pimenteira, uma nau com as velas içadas com a cruz de Cristo e o brasão de armas do Conde da Vidigueira; sobre o lado direito a respectiva marca de água. As notas têm como base a tonalidade da cor esverdeada. A maqueta é de autoria de Luís Filipe de Abreu e a impressão das notas ficou a cargo da firma Thomas De La Rue &amp;amp; Cº. Ltd., de Inglaterra, com trabalhos preliminares da firma Suíça de De La Rue Giori, SA. Dimensões da nota 147 x 75 mm. Foram emitidas 228 931 555 notas, cuja primeira emissão é datada de 5 de Janeiro de 1995 e a última de 2 de Julho de 1998. Foram retiradas de circulação em 28 de Fevereiro de 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver a biografia inserida na chapa 2 da nota de quinhentos escudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro 2010.Publicado no Jornaldas Caldas de 05-10-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-7111822194642076110?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/7111822194642076110/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=7111822194642076110' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/7111822194642076110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/7111822194642076110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/10/artigo-73-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-fFQb0gVLr40/TpbbiCWkiiI/AAAAAAAAA2E/EQvmbPb5PIs/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-4502456958200829019</id><published>2011-10-13T05:24:00.000-07:00</published><updated>2011-10-13T05:33:37.272-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZsukG9xZ45g/TpbZdPDPRGI/AAAAAAAAA1g/Kr1wvGQatBg/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662952677744526434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZsukG9xZ45g/TpbZdPDPRGI/AAAAAAAAA1g/Kr1wvGQatBg/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 74&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;DEZ MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;Egas Moniz&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662952601372687890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 132px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ts0Vs2j_FNQ/TpbZYyixfhI/AAAAAAAAA1U/zizxuUbhbEE/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B163%252910%2B000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B1%2B-%2BA.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662952077882991986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-sA8Rt-j_2BY/TpbY6UZGpXI/AAAAAAAAA1I/QIsQN7jTGKU/s320/164%252910%2B000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B1%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira nota de dez mil escudos tem como motivo principal na sua frente e do lado esquerdo o número 10000 e o escudo nacional; ao centro a representação do cérebro humano e retrato do Professor Egas Moniz; no lado direito apresenta-nos a marca de água. No verso da nota pode-se observar no lado esquerdo a respectiva marca de água; ao centro a reprodução da medalha relativa ao Prémio Nobel e uma alegoria da vida e da morte. Esta nota foi executada em tons de amarelo - torrado, e de amarelo claro. Tem como marca de água quando vista à transparência pela frente o retrato do Professor Egas Moniz. A maqueta é de autoria de Luís Filipe Abreu e a impressão e estampagem das notas foram efectuadas pela firma canadiana British American Bank Note, Inc. Dimensões da nota 173 x 80 mm. Foram emitidas 53 993 000 de notas. A primeira emissão foi a 15 de Maio de 1989 e a última emissão a 16 de Maio de 1991. Foram retiradas de circulação no ano de 1996.&lt;br /&gt;António Caetano de Abreu Freire Egas Moniz, mais conhecido pelo nome de Egas Moniz, nasceu em Avanca, a 29 de Novembro de 1874, filho de Fernando de Pina Resende de Abreu Freire e de sua mulher Maria do Rosário Oliveira de Almeida Sousa, no seio de uma família aristocrata. Foi médico, neurologista, investigador, professor, político e escritor. Após completar os seus estudos primários, ingressou no Colégio de S. Fiel, onde concluiu o Curso Liceal. Formou-se em Medicina na Universidade de Coimbra, onde iniciou a sua actividade profissional como lente, leccionando as cadeiras de anatomia e fisiologia. No ano de 1911 foi transferido para Universidade de Lisboa, onde foi ocupar a cadeira de neurologista como professor catedrático Foi o fundador do Partido Republicano Centrista, dissidente do Partido Evolucionista. Apoiou o regime de Sidónio Pais durante o qual, exerceu as funções de Embaixador de Portugal em Madrid, no ano de 1917 e Ministro dos Negócios Estrangeiros em 1918. Presidiu à delegação portuguesa à Conferência da Paz em Paris, no mesmo ano. Jubilou-se em Fevereiro do ano de 1944. Egas Moniz contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da medicina ao conseguir pela primeira vez dar visibilidade às artérias do cérebro. A Angiografia Cerebral que descobriu após longas experiências com raio X, tornou possível localizar neoplasias, aneurismas, hemorragias e outras mal formações no cérebro humano, abrindo assim novos caminhos para a cirurgia cerebral. Foi o primeiro português a ser distinguido com o prémio Nobel de Medicina no ano de 1949, partilhando com outro notável investigador Walter Rudolf Hess, fruto deste trabalho. Ao seu trabalho foi dado continuidade, ao ser fundado no ano de 1950 no Hospital Júlio de Matos, o Centro de Estudos de Egas Moniz, onde foi Presidente. No ano de 1957 foi transferido para o serviço de Neurologia do Hospital de Santa Maria. Foi autor de diversas obras: “Vida Sexual”; “A Neurologia na Guerra”, “Alterações Anátomo - Patológicas na Difteria”; “Júlio Dinis e a Sua Obra”. Faleceu na cidade de Lisboa a 13 de Dezembro de 1955.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Lello Universal. Wikipedia.org/António Egas Moniz.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010Publicado no Jornal das Caldas em 12-10-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-4502456958200829019?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/4502456958200829019/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=4502456958200829019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4502456958200829019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4502456958200829019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/10/artigo-74-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ZsukG9xZ45g/TpbZdPDPRGI/AAAAAAAAA1g/Kr1wvGQatBg/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-4919241201491248846</id><published>2011-10-13T05:04:00.000-07:00</published><updated>2011-10-13T05:14:21.920-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SOj0gkCHA9Y/TpbUmYBki3I/AAAAAAAAA0A/RUciOBJjmME/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662947337214135154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-SOj0gkCHA9Y/TpbUmYBki3I/AAAAAAAAA0A/RUciOBJjmME/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 72&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;CINCO MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;Antero de Quental &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662947201859341698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 139px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-rGvC-PkaiFM/TpbUefyeTYI/AAAAAAAAAz0/tJTvPrYh0RU/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B157%2529%2B5000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B2%2B-%2BA.png" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662947090477366546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 137px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-Yj8G7xoiQs0/TpbUYA28PRI/AAAAAAAAAzo/zOo15eanjj8/s320/158%2529%2B5000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B2%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À segunda nota de cinco mil escudos foi evocada a figura do escritor e poeta de grande influência no movimento da Geração de 70, Antero de Quental (1842-1891). A frente da nota é composta pela efígie do poeta ladeada pelo lado esquerdo por um conjunto de desenhos, que nos permitem deduzir que se tratam de aves, representativas do sentido de liberdade e o escudo, e do lado direito pela marca de água. O verso apresenta-nos um desenho simbolizando o esforço conjugado para a Liberdade e o Trabalho na parte central da nota, na parte esquerda um conjunto de desenhos evocando a liberdade, como na frente, e junto à margem a marca de água. As notas possuem uma coloração que vai do verde-claro ao castanho. A maqueta é de autoria de Luís Filipe Abreu, e a impressão das notas é da autoria da firma Thomas De La Rue &amp;amp; Cº. Ltd., de Inglaterra. Tem como marca de água quando vista à transparência pela frente a efígie do epigrafado. Dimensões da nota 177 x 70 mm. Foram emitidas 49 644 000 notas cuja primeira emissão são de 7 de Agosto de 1987 e a última emissão de 20 de Junho de 1989. Foram retiradas de circulação no ano de 1991.&lt;br /&gt;Antero Tarquínio de Quental nasceu a 18 de Abril de 1842 em Ponta Delgada, nos Açores, filho de Fernando de Quental e de sua mulher Ana Guilhermina da Maia. Foi um dos pensadores mais profundos do seu tempo; os seus versos exprimem a ansiedade da sua alma perante os problemas eternos da Natureza. Iniciou os seus estudos na cidade onde nasceu, mudando-se para Coimbra com dezasseis anos de idade, estudando direito e manifestando as primeiras ideias socialistas. Dedicou-se essencialmente à poesia, à filosofia e por fim à política. Publicou no ano de 1861 os primeiros sonetos. Em 1865 publicou as “Odes Modernas”. Neste mesmo ano iniciou a Questão Coimbrã, em que Antero e outros poetas foram alvo de acérrimos ataques, por parte de António Feliciano de Castilho, por instigarem a revolução intelectual, respondendo Antero com a publicação dos opúsculos “Bom Senso e Bom Gosto”, e a “Dignidade das Letras e as Literaturas Oficiais”. No ano de 1866 veio residir para Lisboa, onde experimentou a vida de operário, trabalhando como tipógrafo. Em 1867 foi para Paris onde exerceu também a profissão de tipógrafo. Regressou a Lisboa no ano de 1868, onde formou o Cenáculo, de que fizeram parte, altos vultos da cultura portuguesa de então, Guerra Junqueiro, Ramalho Ortigão e Eça de Queirós. Foi um dos fundadores do Partido Socialista Português. Fundou o jornal a “República”, com Oliveira Martins, no ano de 1869.&lt;br /&gt;Editou no ano de 1872, juntamente com José Fontana a revista “O Pensamento Social”. Fez a reedição das “Odes Modernas”, no ano de 1875. Em 1879 mudou-se para a cidade do Porto, e aqui no ano seguinte, adoptou as duas filhas de um amigo que tinha falecido. Por razões de saúde e a conselho de seu médico, veio viver para Vila do Conde, no ano de 1881, onde fixou residência até ao ano de 1891, com pequenas ausências aos Açores e Lisboa; segundo o próprio, considerou que foi o melhor período da sua vida, servindo-lhe de inspiração os passeios que dava junto às praias, os banhos de sol que tomou com a voluptuosidade que só são apanágio dos poetas e dos lagartos adoradores da luz. No ano de 1886 foram publicados os “Sonetos Completos”. No ano seguinte regressou a Vila do Conde. Em 1890 fez parte daqueles que se insurgiram contra o ultimato inglês de 11 de Janeiro, aceitando presidir à Liga Patriótica do Norte. Em 1891regressou à cidade de Lisboa, instalando-se em casa de sua irmã, Ana de Quental; era portador de Transtorno Bipolar, provocando um enorme estado de depressão. Nesse mesmo ano regressou a Ponta Delgada, suicidando-se com dois tiros a 11 de Setembro de 1891.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Lello Universal. Wikipedia.org/Antero de Quental.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 28-09-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-4919241201491248846?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/4919241201491248846/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=4919241201491248846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4919241201491248846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4919241201491248846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/10/artigo-72-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SOj0gkCHA9Y/TpbUmYBki3I/AAAAAAAAA0A/RUciOBJjmME/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3109172001473714545</id><published>2011-09-21T05:20:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T05:25:50.428-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-N_49x-6qXtM/TnnXL19DRbI/AAAAAAAAAzU/TV1ahXop6oI/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654787405602047410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-N_49x-6qXtM/TnnXL19DRbI/AAAAAAAAAzU/TV1ahXop6oI/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 71&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;CINCO MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;António Sérgio &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654787305126895794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 142px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-w7-sYLrkDE4/TnnXF_p6ILI/AAAAAAAAAzM/PoAXx1XL1vs/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B147%2529-Cinco%2Bmil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B1%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654787202147250994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 143px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-nix4P_ZvzWs/TnnXAABpczI/AAAAAAAAAzE/4NVnWG7Q560/s320/148%2529-Cinco%2Bmil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B1%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Chapa 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A imagem do escritor António Sérgio (1883-1969) e outros elementos são os motivos salientes desta nota de Cinco mil escudos. O trabalho de elaboração das chapas e estampagem das notas foi da autoria da firma inglesa Thomas De La Rue &amp;amp; Cº. Ltd., Basingstoke, Hampshire, e as maquetas de autoria do arquitecto João de Sousa Araújo. A frente é composta por uma estampagem calcográfica, executada pelo sistema Giori, a três cores, com trabalho de guilhoché em linha branca e linha cheia e aplicações em “moiré”, onde se destaca sobre o lado esquerdo o retrato de António Sérgio. O fundo impresso em “offset”, apresenta um desenho geométrico, disposto em zona de cores definidas. O verso tem uma estampagem calcográfica a duas cores sobre fundo irisado de técnica idêntica à da frente da nota, apresentando a figura de corpo completo de António Sérgio em movimento, e no canto inferior direito três pequenos círculos destinados a possibilitar aos cegos a leitura por tacto. O papel de fabrico inglês, tem como marca de água, quando visto à transparência pela frente e do lado direito o retrato de António Sérgio e observa-se um filete de segurança de traço descontinuo. Dimensões da nota 170 x 75 mm. Foram emitidas 13 166 000 notas com as datas de 10 de Setembro de 1980 e 27 de Janeiro de 1981. Primeira emissão, 25 de Fevereiro de 1981. Foram retiradas de circulação a 30 de Novembro de 1992.&lt;br /&gt;António Sérgio nasceu a 3 de Setembro de 1883 na antiga possessão portuguesa de Damão, na Índia, destacando-se como um pensador, escritor e importante intelectual. Viveu alguns anos em África onde foi influenciado pelo contacto de várias culturas. Estudou no Colégio Militar, completando o curso da Marinha de Guerra, na sequência do qual viaja para Cabo Verde e depois Macau. Aquando da implantação da República abandonou a Marinha, debruçando-se sobre o progresso económico e moral de Portugal e não tanto na questão política. A sua acção centrou-se essencialmente na problemática da Educação, pois o século XIX em Portugal foi caracterizado por reformas que raramente passaram dos textos legislativos ou declarações de intenções. António Sérgio foi Ministro da Instrução Pública durante dois meses e dez dias, no governo de Álvaro de Castro. A sua actividade cultural foi muito criativa: fundou a revista “Pela Grei”; foi colaborador da revista “Águia”, conjuntamente com Fernando Pessoa e Teixeira de Pascoais; escreveu artigos para a revista “Seara Nova”, onde contactou com Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, etc…; foi director da “Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira”; foi dele que partiu a ideia do Cooperativismo, que se viria a revelar uma das suas obras mais significativas, nomeadamente ao nível das cooperativas de habitação; fundou a Junta Propulsora dos Estudos; criou o ensino para deficientes; fundou o Instituto Português do Cancro; e escreveu uma imensa obra teórica em grande parte compilada nos “Ensaios”. Exerceu a docência nomeadamente na Universidade de Santiago de Compostela, influenciando personagens como o arquitecto Raul Lino, o psiquiatra Barahona Fernandes, o pedagogo Rui Grácio, sendo considerado como um Educador de Gerações. Combateu o ensino baseado na memória e treinou as crianças no exercício da democracia, vendo a escola como um modelo para a sociedade. Homem de pensamento livre e democrata por convicção, António Sérgio foi preso em 1910, 1933, 1935, 1948 e 1958. Foi na prisão que encontrou a verdadeira “União Nacional” de oposição à ditadura militar, e, depois, a Salazar, ao Estado Novo e ao fascismo. Foi considerado uma das grandes figuras mentais do Portugal contemporâneo e autor de vasta e valiosa obra como: Notas sobre Antero de Quental; Educação Cívica; Considerações Histórico - Pedagógicas; Educação Profissional; O Seiscentismo; História de Portugal; Ensaios em oito volumes onde revela inigualável poder de análise; Diálogos de Doutrina Democrática, etc… Faleceu na cidade de Lisboa a 24 de Janeiro de 1969.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org António Sérgio.Lello Universal.&lt;br /&gt;Outubro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 21.09.2011 &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3109172001473714545?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3109172001473714545/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3109172001473714545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3109172001473714545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3109172001473714545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/09/artigo-71-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-N_49x-6qXtM/TnnXL19DRbI/AAAAAAAAAzU/TV1ahXop6oI/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-6438694402172334213</id><published>2011-09-21T05:14:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T05:20:53.340-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-78rjvQeRSoM/TnnV7rzi75I/AAAAAAAAAy0/Ue0Oq7JOpaY/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654786028488290194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-78rjvQeRSoM/TnnV7rzi75I/AAAAAAAAAy0/Ue0Oq7JOpaY/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 70&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;CINCO MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;Rainha D. Leonor &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654785957059200242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 208px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-lr7-CLsbqs0/TnnV3hthhPI/AAAAAAAAAys/RUvWVdkYoyY/s320/145%2529-Cinco%2Bmil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B1%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654786331361292866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 208px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-CwkDeqNShkU/TnnWNUGGMkI/AAAAAAAAAy8/6adMVpRAvxY/s320/146%2529-Cinco%2Bmil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B1%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Chapa 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira nota de Cinco mil escudos tem como motivos principais na frente uma efígie da Rainha D. Leonor (1458-1525), e uma alegoria da Vindima. No verso a composição da nota comporta uma vinheta representando a Caridade, duas figuras alegóricas e a cabeça em relevo da Rainha. O trabalho de fabrico das chapas e das estampagens das notas foram executados pela firma Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey de Inglaterra. Foram utilizadas duas estampagens a talhe - doce na frente da nota, onde sobressaí a efígie da Rainha D. Leonor, uma alegoria da Vindima, trabalho de torno geométrico nas orlas e florões. O verso apresenta-nos uma Vinheta representado a Caridade, com moldura de arco reproduzido na Bíblia dos Jerónimos, duas figuras alegóricas e a cabeça da Rainha, além do trabalho a torno geométrico. A zona da marca de água foi protegida por uma impressão ponteada, a duas cores de técnica tipográfica. O papel foi fornecido pelos fabricantes Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire de Inglaterra, exibe numa filigrana o desenho, em perfil da Rainha D. Leonor. Dimensões da nota 195 x 125 mm. Esta nota nunca chegou a ser emitida em virtude de o Ministério das Finanças, por despacho de 5 de Novembro de 1942, não considerar oportuna a entrada em circulação de uma nota deste tipo. Por ofício nº. 1448, datado de 20 de Outubro de 1973, o Ministério das Finanças autorizou a destruição destas notas.&lt;br /&gt;A Rainha D. Leonor nasceu a 2 de Maio de 1458, filha do Infante D. Fernando, duque de Viseu e Beja e de sua mulher a Infanta D. Beatriz. Casou no ano de 1470 com apenas doze anos de idade, com o Rei D. João II de Portugal, também de tenra idade, com quinze anos. Foi um casamento feliz com boas relações, não obstante o marido ter executado o seu irmão mais velho D. Diogo e mandar julgar e decapitar o outro seu cunhado D. Fernando, ambos por traição e conjura a favor dos primos Braganças. Dona Leonor foi uma das mais notáveis soberanas portuguesas de todos os tempos, pela sua vida, importância, influência, obra e legado às gerações vindouras. Fruto do seu casamento teve dois filhos, um morto à nascença e outro o Príncipe D. Afonso, herdeiro do trono, que morreu precocemente num desastre de cavalo no Vale de Santarém. Desde há muito tempo que as Rainhas portuguesas contavam com o rendimento de bens senhoriais e patrimoniais da Coroa, destinados à sua sustentação, a este património chamaram-lhe “Casa das Rainhas”, que abrangiam já uma acentuada quantidade de vilas proveniente de outras Rainhas, e ao qual o seu marido a dotou com mais bens, adicionando as cidades de Silves, Faro e terras de Aldeia Galega. Fundou a cidade de Caldas da Rainha, a qual foi também incorporada no séquito dos bens das Rainhas. Dona Leonor foi a Princesa mais rica da Europa, pois reinou no apogeu da fortuna da expansão portuguesa, quando Lisboa se tornava a capital europeia do comércio e das riquezas exóticas. Após enviuvar todas as grandes mercês que recebeu do seu marido e de seu irmão foram empregues na prática da caridade, da devoção verdadeira, no patrocínio de obras religiosas, e sobretudo e onde mais se distinguiu, na assistência social aos pobres. Foi quem fomentou, encorajou e financiou o projecto de estabelecimento de Misericórdias, por todo o reino. A rede de Misericórdias chegou até aos nossos dias, cumprindo sempre o papel social a que estava destinada. Foi regente do Reino mais de que uma vez. Retirou-se para o seu Paço em Xabregas, abandonando de vez a corte e a vida mundana. A sua obra foi notável, pois apoiou o rei D. Manuel na fundação do Hospital de Todos os Santos, considerado o melhor hospital da Europa naquela época, e esteve na origem da fundação do hospital termal da Caldas da Rainha, cuja construção e funcionamento custeou, ao qual foi dado o nome da soberana. Mandou construir no ano de 1509 o maravilhoso Convento da Madre Deus, em estilo gótico manuelino, ocupado sucessivamente por clarissas, franciscanas descalças da primeira regra de Santa Clara à qual a própria Rainha pertenceu e fez voto. Não deixou descendência. A Rainha D. Leonor faleceu no seu Paço, nos arredores de Lisboa a 17 de Novembro de 1525 onde ficou sepultada no Convento da Madre de Deus em campa rasa, num lugar de passagem, para que todos a pisassem, como gesto de grande humildade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “ O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org/Leonor Rainha de Portugal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas me 07-09-2011. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-6438694402172334213?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/6438694402172334213/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=6438694402172334213' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6438694402172334213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6438694402172334213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/09/artigo-70-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-78rjvQeRSoM/TnnV7rzi75I/AAAAAAAAAy0/Ue0Oq7JOpaY/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3399114593992601578</id><published>2011-09-21T05:10:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T05:14:36.959-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DITkbNaxtNA/TnnUpBXdmdI/AAAAAAAAAyc/OPto5wfoxZA/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654784608346937810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-DITkbNaxtNA/TnnUpBXdmdI/AAAAAAAAAyc/OPto5wfoxZA/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 69&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOIS ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bartolomeu Dias&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654784542490176626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 156px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-KKUgtxX255g/TnnUlMB_LHI/AAAAAAAAAyU/2Py3jJN3jb0/s320/143%2529-%2B2000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B2%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654784440582764530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-iMhFtmLvuAc/TnnUfQZXd_I/AAAAAAAAAyM/WelreTsTZsw/s320/144%2529-%2B2000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B2%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Chapa 2&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta nota apresenta na frente e em tons de azul e sobre o lado direito a efígie de Bartolomeu Dias, célebre navegador português, sobre um fundo azul-escuro; ao meio apresenta uma esfera armilar de cor alaranjada, sobrepondo-se um filete de segurança em traço descontínuo, também na vertical; um astrolábio, instrumento de marinhagem; mais para a esquerda uma faixa vertical a azul-escuro com o valor de 2000, e junto à margem a respectiva marca de água. No verso da nota tem por fundo uma réplica do mapa da região de então, (o que se conhecia e estava cartografado), onde se reconhecem a Europa, e a costa do norte de África com um pequeno esboço da costa oeste africana; uma rosa de ventos ao centro; e uma nau com as velas desfraldadas ao vento navegando sobre mar tenebroso; mais para a direita e junto à margem a marca de água. As notas de diversos tons de azul, lembram as cores do oceano, que tanto sacrifício impusera aos navegadores de então. A maqueta é de autoria de Luís Filipe Abreu, e a impressão das notas são de autoria da firma Giesecke &amp;amp; Devrient, da Alemanha, com um trabalho preliminar de De La Rue Giori, SA – Suíça. Dimensões da nota 140 x 68 mm. Foram emitidas 147 788 245 notas, com a data da primeira emissão de 21 de Setembro de 1995 e a última com a data de 11 de Setembro de 1997. Foram retiradas de circulação em 28 de Fevereiro de 2002.&lt;br /&gt;Ver a biografia inserida na chapa 1 da nota de dois mil escudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro 2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 07-09-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3399114593992601578?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3399114593992601578/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3399114593992601578' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3399114593992601578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3399114593992601578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/09/artigo-69-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-DITkbNaxtNA/TnnUpBXdmdI/AAAAAAAAAyc/OPto5wfoxZA/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5448274417836602271</id><published>2011-09-21T05:03:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T05:09:43.965-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FnFM0pvZFCE/TnnTUvkPewI/AAAAAAAAAyE/iepRGokWywg/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654783160459688706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-FnFM0pvZFCE/TnnTUvkPewI/AAAAAAAAAyE/iepRGokWywg/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 68&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;DOIS ESCUDOS &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Bartolomeu Dias – Cabo da Boa Esperança&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654783042850487298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 145px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-al13zWbjE3Y/TnnTN5cBfAI/AAAAAAAAAx8/TgTzKNyfrws/s320/165%25292%2B000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B1%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654782949412231682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 142px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-rmc-W02rXQE/TnnTIdWm2gI/AAAAAAAAAx0/z1W9mFoEQ-s/s320/166%25292%2B000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B1%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a primeira vez que foram fabricadas notas com o valor de dois mil escudos, tendo despertado pouco interesse nos circuitos comerciais, tanto mais que ao tempo já havia a circular notas de valor mais elevado (cinco mil escudos). Não se sabe porque motivo, mas nunca mais foram emitidas notas com este valor de dois mil escudos. Foram feitas duas notas a que foram atribuídas as chapas 1 e 2, sendo o motivo principal inserido nas notas a figura do navegador português “Bartolomeu Dias”, naus, instrumentos de navegação e mapas.&lt;br /&gt;A Chapa 1, tem como motivos principais na frente da nota, sobre o lado esquerdo a efígie de Bartolomeu Dias de capuz voltado a três quartos, a bandeira das quinas portuguesas, um astrolábio, que assenta sobre uma rosa-dos-ventos, e no lado direito a respectiva marca de água. No verso da nota observa-se uma reprodução de uma caravela de velas latinas sulcando os mares com forte ondulação; uma reprodução do Cabo da Boa Esperança; uma esfera armilar, e o Padrão de S. Gregório. Estas notas têm por motivo principal a celebração do feito da dobragem do Cabo da Boa Esperança, ou o Cabo das Tormentas. A maqueta é de autoria de Luís Filipe Abreu, e a impressão das notas são de autoria da firma British American Bank Note,Inc. (Canadá), com um trabalho preliminar de Komori Technology U.K. Ltª., de Inglaterra. Dimensões da nota 167 x 74 mm. Foram emitidas 104 320 00 notas, com a data da primeira emissão de 1 de Agosto de 1991 e a última com a data de 21 de Outubro de 1993. Foram retiradas de circulação no ano de 1998.&lt;br /&gt;Bartolomeu Dias segundo alguns historiadores nasceu em Mirandela na província de Trás-os-Montes, pelo ano de 1450, ignorando-se a sua ascendência directa, sabendo-se que um parente seu, de nome Dinis Dias, na década de 1440 teria comandado expedições marítimas no norte da costa de África, tendo chegado ao arquipélago de Cabo Verde. Na sua juventude pensa-se que frequentou aulas de Matemática e de Astronomia na Universidade de Lisboa, habilitando-o a determinar as coordenadas de um local, tanto em tempos de tempestade como de acalmia dos mares; serviu na fortaleza de São Jorge da Mina. Capitaneou uma embarcação na expedição de Diogo de Azambuja ao Golfo da Guiné. No ano de 1486 o rei D. João II confiou-lhe o comando de duas embarcações com o intuito de saber notícias do Preste João; mas o propósito desta expedição não foi este, mas sim, o de investigar tanto quanto possível, a extensão para sul do continente africano, de forma a avaliar a possibilidade de uma passagem marítima para a Índia. No ano de 1488 com larga experiência e conhecimento da costa africana, foi o primeiro europeu a chegar ao Cabo das Tormentas, por ele baptizado, localizado a sul do continente africano, na convergência dos Oceanos Atlântico e Índico, onde as fortes correntes da costa oriental de África de águas tépidas, se encontram com as fortes correntes frias do atlântico sul, o que provoca tempestades e vendavais nunca dantes vividos e desconhecidos dos nossos marinheiros. A expedição zarpou de Lisboa em Agosto do ano de 1487, atingindo a costa da actual Namíbia em Dezembro do mesmo ano; o ponto mais a sul do continente cartografado pela expedição anterior de Diogo Cão, continuou a navegar para sul, descobriu a Angra dos Ilhéus, sendo alvo de um assalto. Sofreu um violento temporal que o desviou da costa, o qual após treze dias, ainda se debatia com ele; aproveitou os ventos de feição provenientes da Antárctica que sopravam no Atlântico sul, navegou para nordeste, redescobrindo a costa, pois aí já tinha a orientação das coordenadas, norte, sul e este, passando para além do referido Cabo das Tormentas, mais tarde rebaptizado por D. João II como o Cabo da Boa Esperança. Nesta sua epopeia, Bartolomeu Dias, foi colocando padrões de pedra nos principais pontos ao longo da costa africana, cartografou diversas baías e enseadas da costa da actual África do Sul, (de grande utilidade no futuro como portos naturais). Regressou a Portugal no fim do ano de 1488, não sendo reconhecido o seu feito, daquele que seria o futuro caminho marítimo para a Índia. Acompanhou a construção das embarcações e fez parte da esquadra de Vasco da Gama em 1499, como capitão com destino a São Jorge da Mina. No ano de 1500 acompanhou a frota de Pedro Álvares Cabral na célebre viagem em que foi descoberto o Brasil. Após esta descoberta, a frota seguiu para a Índia, acontecendo um percalço com várias embarcações, uma delas, a de Bartolomeu Dias, naufragando precisamente junto aquela que foi a sua descoberta mais famosa, “O Cabo da Boa Esperança”, tendo aí perecido, no ano de 1500. Foi um dos mais notáveis portugueses e europeus navegadores do século XV, e o foi o primeiro navegador a navegar longe da costa do Atlântico sul. Segundo carta do cronista Pêro Vaz de Caminha, “Foi o principal navegador da esquadra de Pedro Álvares Cabral, depositando nele a total confiança, em especial nas decisões quando lhas solicitavam”. Camões nos Lusíadas, a ele se refere com a dobragem do Cabo das Tormentas, verificando-se o vaticínio do Gigante Adamastor: “Aqui espero tomar, se não me engano, De quem me descobriu suma vingança…”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia.org/Bartolomeu Dias. História de Portugal Pinheiro Chagas.&lt;br /&gt;Outubro de 2010.&lt;br /&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 31-08-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5448274417836602271?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5448274417836602271/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5448274417836602271' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5448274417836602271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5448274417836602271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/09/artigo-68-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-FnFM0pvZFCE/TnnTUvkPewI/AAAAAAAAAyE/iepRGokWywg/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-4585888116928057952</id><published>2011-08-24T05:05:00.000-07:00</published><updated>2011-08-24T05:10:01.174-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1QJ_Z4845W8/TlTpwIzelFI/AAAAAAAAAxs/hUh7AcJFz9s/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644393246208463954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-1QJ_Z4845W8/TlTpwIzelFI/AAAAAAAAAxs/hUh7AcJFz9s/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 67&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;Pedro Álvares Cabral &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644393067654197170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-g0ADyKNsYdE/TlTplvo0r7I/AAAAAAAAAxc/M8gwoEQ7ZBc/s320/139%2529-%2B1000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B13%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644392957869333570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-SLWMQY9JRUo/TlTpfWqEnEI/AAAAAAAAAxU/45XkZ1DzVLE/s320/140%2529-%2B1000%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B13%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para destaque da última nota de mil escudos foi escolhida a personagem do século XVI, Pedro Álvares Cabral navegador de nomeada e descobridor de Terras de Santa Cruz. A frente da nota tem uma composição em tons acastanhados e azulados, e contém a efígie Álvares Cabral retirada da reprodução de um medalhão existente no Mosteiro dos Jerónimos sobre o lado direito da nota; ao centro observamos a esfera armilar envolta numa cercadura de cordame e no lado esquerdo uma barra vertical castanha com a impressão a branco do valor de 1000, e sobre a margem da nota, e como marca de água, quando vista pela frente e posta à transparência a efígie de Pedro Álvares Cabral, voltado para o centro. No verso da nota observamos uma nau com as suas velas içadas, sulcando as imensas águas atlânticas, tendo por fundo uma alegoria à flora e fauna de Terras de Santa Cruz. A meio da nota e na parte superior uma placa com a indicação “Terra Brasilis”.&lt;br /&gt;A maqueta é de autoria de Luís Filipe Abreu, recaindo a impressão e estampagem das notas à firma British American Bank Note. Ins. d o Canadá, com trabalhos preliminares da firma De La Reue Giori, SA da Suiça.&lt;br /&gt;Dimensões da nota 125 x 67 mm. Foram emitidas 89 058 403 notas. A primeira emissão é de 18 de Abril de 1996 e a última de 7 de Novembro de 2000. Foram retiradas de circulação em 28 de Fevereiro de 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver a biografia inserida na chapa 1 da nota de Cem escudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro 2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Editado no Jornal das Caldas em 24-08-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-4585888116928057952?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/4585888116928057952/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=4585888116928057952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4585888116928057952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4585888116928057952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/08/artigo-67-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1QJ_Z4845W8/TlTpwIzelFI/AAAAAAAAAxs/hUh7AcJFz9s/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-7957490704690595666</id><published>2011-08-19T05:40:00.000-07:00</published><updated>2011-08-19T05:44:39.036-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-O1J5ZFTexT8/Tk5aOA_ulUI/AAAAAAAAAxM/myz4E_Ye8nk/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642546579973772610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-O1J5ZFTexT8/Tk5aOA_ulUI/AAAAAAAAAxM/myz4E_Ye8nk/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 66&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MIL ESCUDOS &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Teófilo Braga&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642546499690808962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 142px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-nfrGb5jkd2E/Tk5aJV6xxoI/AAAAAAAAAxE/mWOtZOYcWMI/s320/159%2529%2B100%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B12%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642546406098105746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-781j7avOkhg/Tk5aD5QidZI/AAAAAAAAAw8/7c_iIiNimI4/s320/160%2529%2B100%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B12%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Chapa 12&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A figura de Teófilo Braga (1843-1924), político, escritor e ensaísta português foi a escolhida para integrar a parte da frente desta nota, onde a sua efígie é representada com uma vestimenta de catedrático, tendo por fundo ornamentos geométricos em tons acastanhados. O verso da nota é composto além dos ornamentos geométricos, por uma reprodução de um capitel românico, existente no Museu Machado de Castro, em Coimbra, também com os mesmos tons de cor. A maqueta foi elaborada por Luís Filipe Abreu e as chapas e estampagens das notas ficaram a cargo da firma Thomas De La Rue &amp;amp; Cº., Ltd. de Inglaterra. Dimensões da nota 164 x 75 mm. Foram emitidas 342 638 000 notas. A primeira emissão é de 14 de Julho de 1988 e a última de 3 de Março de 1994. Foram retiradas de circulação em 31 de Dezembro de 1997.&lt;br /&gt;Joaquim Teófilo Fernandes Braga mais conhecido por Teófilo Braga, nasceu a 24 de Fevereiro de 1843, na cidade de Ponta Delgada nos Açores, filho de Joaquim Manuel Fernandes Braga e de sua mulher Maria José da Câmara Albuquerque, de origem de famílias aristocráticas tanto por parte do pai como da mãe. Teófilo Braga era o último dos sete filhos do primeiro casamento de seu pai, tendo cinco irmãos falecido na infância. No ano de 1846 ficou órfão de mãe com apenas três anos de idade. De temperamento fechado, áspero e agreste, fruto do segundo casamento do pai e da má relação que tinha com a madrasta que marcou o seu temperamento. De tenra idade iniciou a sua actividade, empregando-se na tipografia do Jornal A Ilha, no qual também foi redactor; colaborou ainda noutros periódicos. Frequentou o liceu de Ponta Delgada, partindo no ano de 1861 para Coimbra onde concluiu o ensino secundário. No ano de 1862 matriculou-se no curso de Direito da Universidade de Coimbra. Para sustentar os seus estudos, trabalhou como tradutor, deu explicações e publicou artigos e poemas. Enquanto estudante foi fortemente influenciado pelas teses sociológicas e políticas do positivismo aderindo aos ideais republicanos. Terminou o curso no ano de 1867 com elevada nota, sendo convidado pela Universidade para se doutorar o que veio a acontecer no ano seguinte, defendendo a sua tese intitulada “História do Direito Português I: Os Forais”. Foi preterido no ano de 1868 quando concorreu para professor da cadeira de Direito Comercial na Academia Politécnica do Porto, sucedendo o mesmo no ano de 1871, quando concorreu para lente da Faculdade da Universidade de Direito de Coimbra, em virtude de ter assumido publicamente a adesão aos ideais republicanos. Casou no ano de 1868 com Maria do Carmo Xavier, na cidade de Lisboa, de onde adveio uma geração de três filhos; aqui radicou-se iniciando a sua actividade de advogado. No ano de 1871 foi um dos doze signatários do programa das Conferências Democráticas do Casino Lisbonense. Voltou a concorrer em Maio de 1871 para lente da cadeira de Literaturas Modernas do Curso Superior de Letras, sendo nomeado no lugar, tendo como opositores Manuel Pinheiro Chagas, insigne historiador e Luciano Cordeiro. Como lente, dedicou-se quase exclusivamente ao estudo da literatura europeia, dando ênfase aos autores franceses; fortemente influenciado pelo positivismo de Auguste Comte, que foi decisivo no seu pensamento, na obra literária e na sua atitude política, fazendo dele um dos mais destacados membros da Geração doutrinária. Publicou uma extensa obra filosófica. No ano de 1878 conjuntamente com Júlio de Matos fundaram a revista “O Positivismo”. Neste ano iniciou a sua acção na política concorrendo a deputado às Cortes da Monarquia Constitucional, integrado nas listas do Partido Republicano; ainda neste ano, exerce cargos de relevo nas estruturas do Partido. No ano de 1880 é colaborador da revista “A Era Nova”. Neste mesmo ano, com Ramalho Ortigão, organizou As Comemorações do Tricentenário de Camões, de onde saiu com enorme prestígio. Em 1884 passou a dirigir a “Revista de Estudos Livres”. No ano 1890 foi eleito membro do directório do Partido Republicano, e no ano seguinte, foi um dos subscritores do Manifesto e Programa. No ano de 1910 é eleito no mês de Agosto deputado republicano por Lisboa às Cortes monárquicas. Sofreu imensos desgostos familiares, pois viu partir os seus três filhos de tenra idade e a sua mulher, sendo já viúvo em Outubro de 1910. Após a Implantação da República e por decreto datado do dia seis do mesmo mês, Teófilo Braga foi nomeado Presidente do Governo Provisório da República Portuguesa de 6 de Outubro de 1910 a 3 de Setembro de 1911. Em Maio de 1915 foi eleito Presidente da República, para substituir o Presidente Arriaga que entretanto tinha sido deposto na sequência da revolta de 14 de Maio do mesmo ano. Exerceu o seu mandato de transição de Maio a Novembro do mesmo ano, com imensas dificuldades devido ao atentado de que foi vitima o indigitado João Pinheiro Chagas que tinha sido escolhido pela Junta Constitucional para presidir ao governo. Durante a sua vida, mesmo quando Presidente da República, declinou honrarias e ostentações, deslocava-se de eléctrico, com a sua usada bengala. A sua obra de polígrafo cobre vastas áreas, da poesia, e da ficção à filosofia, à história da cultura à história crítica literária. A sua obra excede mais de 360 títulos que abrangem temas como a História Universal, História de Direito da Universidade de Coimbra, do teatro e da influência de Gil Vicente, da Literatura Portuguesa, das novelas de cavalaria e do romantismo, das ideias republicanas em Portugal, incluindo também artigos de polémica literária e política e ensaios biográficos, além da imensa obra avulsa que deixou expressa em jornais e revistas da época focando temas da sociedade. Por ser imensa a sua obra escuso-me de aqui enunciar os títulos pois seria fastidioso. Faleceu no seu gabinete na cidade de Lisboa a 28 de Janeiro de 1924.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org/Teófilo Braga. História da 1ª. República.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 17-08-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-7957490704690595666?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/7957490704690595666/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=7957490704690595666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/7957490704690595666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/7957490704690595666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/08/artigo-66-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-O1J5ZFTexT8/Tk5aOA_ulUI/AAAAAAAAAxM/myz4E_Ye8nk/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-359539580332343015</id><published>2011-08-12T05:46:00.000-07:00</published><updated>2011-08-12T05:52:54.077-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xxhY9GSXWis/TkUhp2utJEI/AAAAAAAAAw0/Tjjeb6-Jigg/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639951111301178434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-xxhY9GSXWis/TkUhp2utJEI/AAAAAAAAAw0/Tjjeb6-Jigg/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 65&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;D. Pedro V&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639951020511587122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-IhT9DsBnTBA/TkUhkkgx6zI/AAAAAAAAAws/gC6k2WwZA4M/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B135%2529Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B11%2B-%2B1A.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639950502860618210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-k55gc3bugtI/TkUhGcHK-eI/AAAAAAAAAwU/gM-vR7qzeEg/s320/136%2529Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B11%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evocado nesta chapa o Rei D. Pedro V (1837-1861). A efígie apresentada na frente da nota foi reproduzida de um quadro de Constantino Fernandes, existente no Paço de Vila Viçosa, enquanto no verso da nota apresenta as efígies conjugadas de D. Pedro e de sua mulher Dona Estefânia, inspiradas numa medalha comemorativa do casamento real, esculpida em Bruxelas por Leopold Wiener. A vinheta no verso representa a inauguração em Lisboa do caminho de ferro do Leste, em Outubro de 1856. As maquetas iniciais são de autoria de João de Sousa Araújo, arquitecto, e o restante trabalho de elaboração das chapas e estampagem das notas foi executado pelos ingleses Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. A estampagem a talhe doce na parte da frente da nota é de tons de azul e castanho - escuro, engloba a figura do rei, ornatos de guilhoché, e o escudo nacional. A estampagem calcográfica do verso da nota a azul-escuro engloba as efígies do casal, ornatos e a vinheta da inauguração do caminho de ferro. O papel foi de fabrico da firma inglesa Portals Limited, Overton, Basingstoke, Hampshire, apresenta como marca de água quando visto à transparência pela frente um retrato de D. Pedro V sobre o lado esquerdo; na metade direita, situa-se um filete de segurança em traço descontínuo. Dimensões da nota 163 x 82 mm. Foram emitidas 90 660 000 notas com as datas de 28 de Maio de 1968 e de 16 de Setembro de 1980. A primeira emissão, é de 12 de Outubro de 1979. Foram retiradas de circulação em 31 de Outubro de 1991.&lt;br /&gt;Pedro de Alcântara Maria Fernando Miguel Rafael Gonzaga Xavier João António Leopoldo Victor Francisco de Assis Júlio Amélio de Saxe Coburgo e Bragança, mais conhecido por D. Pedro V, nasceu a 16 de Setembro de 1837 na cidade de Lisboa, cognominado de “O Esperançoso”, “O Bem - Amado” ou “O Muito Amado”, era filho da Rainha D. Maria II e do rei consorte D. Fernando II. D. Pedro com apenas dezasseis anos de idade, foi acompanhado por seu pai, durante os dois anos que faltavam para subir ao trono, aconselhando-o e orientando-o no que dizia respeito às grandes obras. Teve um papel fulcral na reconciliação do povo com a casa real, fruto da guerra civil anteriormente vivida no reinado de sua mãe. No ano de 1855 completa dezoito anos de idade, sendo aclamado rei; neste mesmo ano preside à inauguração do primeiro telégrafo no País. No ano seguinte inaugura o caminho de ferro de Lisboa ao Carregado. Iniciam-se as viagens regulares de navio entre Portugal e Angola. No ano de 1859 criou o Curso Superior de Letras; no mesmo ano e seguindo um pouco as medidas anteriormente tomadas pela mãe introduziu o sistema métrico em Portugal. D. Pedro V dedicou-se a fundo com a governação do País, estudando minuciosamente todas as deliberações e aplicações governamentais. Portugal foi atingido por duas grandes epidemias: a primeira, a cólera nos anos de 1853 a 1856, e a segunda, a febre-amarela entre os anos de 1856 a 1857, o que provocou uma grande mortandade entre todas as classes, mas reflectindo-se em maior escala no povo. O monarca durante esses anos percorria os hospitais solidarizando-se com os doentes com quem contava pessoalmente, o que lhe granjeou enorme popularidade. Casou no ano de 1858, com a princesa D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen. D. Pedro viu na saúde pública uma das suas preocupações, conjuntamente com a sua mulher, iniciaram a fundação hospitais públicos e instituições de caridade. Foi o fundador do Hospital de D. Estefânia, em Lisboa ainda hoje em funcionamento. A sua mulher Dona Estefânia faleceu no ano seguinte vítima de difteria. D. Pedro teve uma educação excepcional, desatacando-se a sua preparação moral. Estudou filosofia e ciências naturais, dominava algumas línguas, como o grego e o latim, iniciando estudos da língua inglesa. O seu espírito foi de certo modo influenciado por aquele que foi seu mestre e educador, Alexandre Herculano. Faleceu com apenas 24 anos de idade, no dia 11 de Novembro de 1861, segundo os médicos de febre tifóide, provocando uma enorme tristeza em toda a sociedade. O seu corpo jaz no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa. Não deixou descendência, sendo sucedido pelo seu irmão o infante D. Luís.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org/Pedro V de Portugal.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 10-08-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-359539580332343015?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/359539580332343015/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=359539580332343015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/359539580332343015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/359539580332343015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/08/artigo-65-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-xxhY9GSXWis/TkUhp2utJEI/AAAAAAAAAw0/Tjjeb6-Jigg/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3959650861707028256</id><published>2011-08-04T10:32:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T10:39:27.347-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HExO8RUeXCU/TjrYV4A_OsI/AAAAAAAAAwE/oiNKd68SwTI/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637055753932978882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-HExO8RUeXCU/TjrYV4A_OsI/AAAAAAAAAwE/oiNKd68SwTI/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 64&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;D. Maria II&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637055628574772898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ai_tzS4F4TI/TjrYOlBQzqI/AAAAAAAAAv8/1ebNOLQv0N0/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B133%2529Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B10%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637056423468533010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-VvtjXlQ0z9g/TjrY82OtBRI/AAAAAAAAAwM/3AE7QvLxVwE/s320/134%2529Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B10%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rainha D. Maria II, foi a personalidade escolhida para figurar na frente desta nota. A efígie apresentada é a cópia de um quadro de Thomas Lawrence. O verso da nota comporta também a efígie da soberana que foi inspirada numa moeda portuguesa de ouro, conhecida pela “Degolada”. As maquetas iniciais foram preparadas pelo arquitecto João de Sousa Araújo, ficando a preparação das chapas e a estampagem das notas a cargo da firma holandesa Joh, Enschedé en Zonen, Grafische Inrichting N. V., de Haarlem. A estampagem da frente da nota a talhe – doce, foi feita por um processo especial, composto por três coroas (castanho, azul e verde), engloba o retrato da Rainha, o escudo nacional e diversos dísticos. O fundo, em “offset”, é constituído por um conjunto de rosas lilás e verde, uma rosácea de cor castanha clara por trás da cabeça da Rainha, um desenho numismático na metade esquerda da nota e ornatos de técnica duplex. A estampagem do verso da nota a talhe – doce, comporta a efígie da Rainha, uma reprodução da antiga Praça do Pelourinho, com o edifício do Banco de Portugal, dísticos e ornamentos geométricos. No fundo apresenta um grupo de flores em tudo idêntico ao da frente da nota. O papel é do fabrico de Portals Limited, Overton, Basingstoke, Hampshire, de Inglaterra e tem como marca de água, no centro da nota um retrato de D. Maria II. Na metade esquerda, e incorporado no papel, observa-se um filete de segurança de traço descontínuo. Dimensão das notas 163 x 82 mm. Foram emitidas 146 851 000 de notas com a data de 19 de Maio de 1967. A primeira emissão, 31 de Maio de 1967, e a última emissão, 12 de Novembro de 1979. Foram retiradas de circulação em 30 de Janeiro de 1987.&lt;br /&gt;D. Maria II, nasceu no Rio de Janeiro a 4 de Abril de 1819, filha do rei D. Pedro IV e 1º. Imperador do Brasil e de sua mulher Leopoldina de Habsburgo, foi baptizada com o nome de Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Luísa Gonzaga de Bragança e Áustria. Contava apenas 7 anos de idade quando o seu pai D. Pedro IV, abdicou do trono em seu favor, em Abril de 1826; deveria casar com o seu tio D. Miguel logo que tivesse idade, sendo de imediato nomeado regente, em Julho de 1826, após ter jurado fidelidade à rainha e à Carta Constitucional. D. Maria de menor idade foi viver para Inglaterra e depois França. Ao atingir os 15 anos de idade em 24 de Setembro de 1834, volta a Portugal para assumir o governo de Portugal. Casou em primeiras núpcias no ano de 1835, com Augusto de Leuchtenberg, mas este faleceu logo no mês de Março do mesmo ano. Nesse ano de 1835, empreendeu diversas reformas, uma das quais, consistiu na venda de todos os bens de raiz nacionais, pertencentes à Igreja Patriarcal, às Casas das Rainhas e do Infantado, das Corporações religiosas já extintas e das Capelas reais. Casou em segundas núpcias em 9 de Abril de 1836 com Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, do qual proveio larga geração, com onze filhos. Foi um dos períodos da nossa história mais conturbados que se viveram neste reinado, ficando registados entre outros; a (guerra civil), luta entre liberais e absolutistas, e daí todas as rivalidades e perseguições que se seguiram na sociedade; a revolução de Setembro; a revolta dos Marechais; a Convenção de Chaves; a Revolta da Maria da Fonte; a Belenzada; a Patuleia, etc:. A carta Constitucional foi alterada com a votação de um acto adicional, que consistiu na abolição da pena de morte em Portugal:&lt;br /&gt;- Algumas reformas, como melhoramentos de monta respeitantes à instrução pública foram entretanto aplicadas: Criação de Liceus e Escolas Primárias; Fundação das Escolas Médicas, de Lisboa e do Porto; Escola Politécnica de Lisboa; Academia Politécnica do Porto; Instituto Agrícola; Conservatório de Música. Nas Obras Públicas, foi notória a sua acção, crescimento económico, centrado na construção de infra-estruturas de transportes e comunicações, na tentativa de aproximar as várias regiões do país, em especial as do interior, e do apoio ao desenvolvimento comercial e industrial. Foi cognominada de “ A Educadora”, pela acção e determinação que implementou com a instrução pública. No ano de 1852, D. Maria faz publicar um decreto que adopta o sistema decimal; este sistema revelou-se de grande utilidade pelo facto de se tornarem mais céleres as pesagens, reformulando o sistema monetário, que se encontrava muito diversificado quanto ao valor e nome das moedas então a circular. Foi no ano de 1853 que se introduziu o primeiro selo postal, em Portugal contemplando a figura da monarca, nos selos de 5, 25, 50 e 100 réis, da autoria de Francisco de Borja Freire, correspondendo a cada importância a cor respectivamente castanho avermelhado, azul, verde e lilás no seu valor crescente.&lt;br /&gt;Faleceu na cidade de Lisboa a 15 de Novembro de 1853, de parto, o seu corpo está depositado no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org/Maria II de Portugal.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 03-08-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3959650861707028256?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3959650861707028256/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3959650861707028256' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3959650861707028256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3959650861707028256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/08/artigo-64-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HExO8RUeXCU/TjrYV4A_OsI/AAAAAAAAAwE/oiNKd68SwTI/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5039552275014010511</id><published>2011-07-28T08:08:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T08:14:15.646-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4bptdRuWn1c/TjF8UoTAvrI/AAAAAAAAAvs/jRqEHk920-w/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634421302673587890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-4bptdRuWn1c/TjF8UoTAvrI/AAAAAAAAAvs/jRqEHk920-w/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 63&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dom Dinis&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634421215006508738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/--wyIEl3F204/TjF8PhtjRsI/AAAAAAAAAvk/lFNcCEmZ2vI/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B131%2529Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B9%2B-%2B1A.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634421071193991730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-IW3bnse4emI/TjF8HJ9-ajI/AAAAAAAAAvc/7MquwTEfwEI/s320/132%2529Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B9%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A figura do nosso rei trovador D. Dinis (1261-1325) foi a escolhida para embelezar a parte da frente desta nota, recaindo no verso uma reprodução dos painéis, que representam a fundação da Universidade de Lisboa. As maquetas iniciais foram elaboradas pelo arquitecto João de Sousa Araújo, recaindo o fabrico aos gravadores e estampadores holandeses Joh, Enschedé en Zonen, Grafische Inrichting N. V., de Haarlem. Foi incorporada uma técnica de estampagem a talhe - doce a três cores, tanto na frente como no verso da nota. Fugindo um pouco ao habitual esta nota reúne um equilíbrio estético e de alta qualidade. A frente da nota tem uma estampagem calcográfica do busto do Rei Lavrador, D. Dinis, pormenor retirado de uma estátua da autoria de Francisco Franco, legendas e coluna ornamental e diversas fachas de guilhoché. O fundo foi impresso em “off-set”, contém aplicações de duplex e três bandas de cores em íris com a cruz de Cristo. O verso da nota apresenta também uma estampagem tricolor, semelhante à da frente, onde estão patentes os painéis da autoria do pintor Manuel Lapa, que representam a fundação da Universidade de Lisboa e sua posterior transferência para Coimbra, sob protecção de D. Dinis, representado ao lado, sentado no trono com o ceptro. O fundo apresenta um homem lavrando a terra com arado e animais. O papel é de fabrico de Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, e apresenta como marca de água quando visto à transparência sobe o lado esquerdo a cabeça de D. Dinis, tendo incorporado um filete de segurança de traço descontínuo. Dimensões da nota163 x 82 mm. Foram emitidas 3 180 000 notas com a data de 2 de Abril de 1965. A primeira emissão, 14 de Dezembro de 1965, e a última emissão, 22 de Maio de 1967. Estas notas estiveram envolvidos no caso do assalto ao Banco de Portugal, na agência da Figueira da Foz, pelo grupo armado L.U.A.R., no dia 17 de Maio de 1967, o que resultou, na retirada antecipada de circulação e consequentemente no encurtamento da sua existência. Foram roubadas 18 500 notas com as numerações DS 14 501 a 20 000, F 11 001 a 14 000 e HB 1 a 10 000, as quais não foram postas em circulação, segundo informação do Banco de Portugal de 30 de Junho de 1967, que mais informou de que estas notas não possuíam curso legal e poder liberatório, pelo que não era possível o seu reembolso ou troca. Foram retiradas de circulação em 31 de Agosto de 1967.&lt;br /&gt;D. Dinis, cognominado de “O Lavrador”, “O Rei Agricultor”ou “O Rei Trovador”, nasceu no ano de 1261, filho de D. Afonso III e de sua mulher Dona Beatriz de Castela, neto materno do grande Afonso X de Castela, cognominado de “O Sábio”. Recebeu uma educação muito selectiva, por parte dos seus progenitores, que o rodearam dos grandes mestres de então, que existiam na corte do seu avô Afonso X. Passou temporadas na corte deste, onde aí recebeu contacto com grandes trovadores e poetas que o encaminharam na aprendizagem de línguas e na arte trovadoresca. A corte do avô era frequentada naquela época pelos expoentes máximos da cultura não só de Castela e Leão como também de alguns condados europeus, o que de certo modo o influenciou no desenvolvimento e na apetência pelas letras e literatura. D. Dinis desde muito cedo foi-se envolvendo na governação, pois era o herdeiro da coroa. Subiu ao trono no ano de 1279, altura em que o país se encontrava em litígio com a Igreja: procurando normalizar a situação, assinou um tratado com o papa Nicolau III, onde foi feito juramento para a protecção dos bens de Roma salvando a Ordem dos Templários através da criação da Ordem de Cristo que veio a herdar bens dos Templários em Portugal depois da sua extinção, apoiando também os cavaleiros da Ordem de Santiago Templários. No ano de 1295 envolveu-se em guerra com Castela, acabando por desistir da sua continuação em troca das vilas de Serpa e Moura. Foi assinado o Tratado de Alcanices no ano de 1297, onde ficaram definidas as actuais fronteiras dos dois países. Sendo um rei administrador, a sua prioridade governativa centrou-se essencialmente na organização do reino, dando continuidade à vertente legisladora de seu pai. A profusa legislação está contida no “Livro das Leis e Posturas” e nas “Ordenações Afonsinas”. Das muitas acções que produziram um desenvolvimento económico e financeiro no seu reinado, foi o relacionado com a agricultura, destacando-se, a plantação do pinhal de Leiria, que assim protegia as terras de cultivo da invasão das areias transportadas pelos ventos; a secagem dos pântanos de Salvaterra de Magos e da Várzea de Leiria, que se alongava até aos terrenos de Monte Real; a correcção das margens de rios, etc… . Alguns anos mais tarde, as embarcações que serviram para as expedições, foram construídas em grande parte com as madeiras originárias do referido pinhal. D. Dinis ordenou a exploração do subsolo com a exploração de minas de cobre, prata, ferro e estanho. Foi um dinamizador na troca de produtos com outros reinos, assinando o primeiro tratado comercial no ano de 1308 com a Inglaterra; Foi o criador do almirantado, atribuído como privilégio ao genovês Manuel Pessanha, dando origem às bases de uma verdadeira marinha portuguesa. D. Dinis, além de proteger e promover a agricultura fundou várias comunidades rurais, mercados, feiras francas e concedeu privilégios e isenções a diversas povoações. A cultura estava no seu cerne, pois desde jovem tinha adquirido uma apetência pela literatura, tornando-se num dos poetas mais profícuos e um fecundo trovador do seu tempo. Escreveu 137 cantigas distribuídas do seguinte modo: (73 cantigas de amor, 51 cantigas de amigo e 10 cantigas de escárnio e maldizer). A cidade de Lisboa durante o seu reinado foi um dos centros europeus da cultura. Fundou através do seu documento “A Magna Carta Priveligionum” a Universidade de Coimbra, onde se leccionava o Direito Civil, o Direito Canónico, as Artes e a Medicina. Mandou traduzir importantes obras clássicas, algumas das quais foram implementadas no ensino. Os últimos anos do seu reinado foram marcados por conflitos internos, relacionados com uma relação tempestuosa com o seu filho futuro rei D. Afonso IV, que pensava que o pai estava a favorecer um seu filho bastardo, D. Afonso Sanches que o espoliava do trono. Teve uma larga geração (nove filhos) não só de sua mulher como fruto de diversas relações, devido ao seu carácter impulsivo e amoroso, que não ocultava. D. Dinis faleceu na cidade de Santarém no ano de 1325, sendo sepultado no Mosteiro de São Dinis em Odivelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org/ D. Dinis Ide Portugal. História de Portugal de Manuel Pinheiro Chagas.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 27-07-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5039552275014010511?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5039552275014010511/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5039552275014010511' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5039552275014010511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5039552275014010511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/07/artigo-63-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4bptdRuWn1c/TjF8UoTAvrI/AAAAAAAAAvs/jRqEHk920-w/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-93217549797250529</id><published>2011-07-21T03:05:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T03:20:36.599-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-k62utrle6MY/Tif8jQCoQzI/AAAAAAAAAvU/rl1J8duDPek/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631747541581710130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-k62utrle6MY/Tif8jQCoQzI/AAAAAAAAAvU/rl1J8duDPek/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 62&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;MIL ESCUDOS &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dona Filipa de Lencastre&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631747044011678578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-bBeMuOlis1w/Tif8GScsG3I/AAAAAAAAAvM/b-Y7f88TQVQ/s320/127%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B8%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631746743288226226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-SiHdJ1lxqCc/Tif70yKoYbI/AAAAAAAAAvE/taR0rC14-h4/s320/128-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B8%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Chapa 8 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631746284136885698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-mBbSchfnHrE/Tif7aDsa7cI/AAAAAAAAAu0/aFLz5VdCbyo/s320/129-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B8A%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631746554084316658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-kLqEFzZzlNY/Tif7pxU51fI/AAAAAAAAAu8/3KlL3ogNK2c/s320/130%2529Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B8A%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Chapa 8 A &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O retrato de D. Filipa de Lencastre (1359-1415), mulher de D. João I, na parte da frente, e um grupo escultórico de três figuras em corpo inteiro, no verso ilustram esta nota de esmerado gosto e acentuada técnica. Todo o trabalho destinado ao fabrico das notas foi confiado à firma inglesa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. Na composição desta chapa fazem parte duas estampagens calcográficas, na frente da nota, sobre fundo em duplex, impresso em íris, brancas e cheias com linhas ornamentais e um desenho em relevo que se estende pelas margens, apresentando, a preto - acinzentado, a moldura de guilhoché em linha branca, uma vista do Mosteiro da Batalha, e a roxo, a efígie de D. Filipa de Lencastre, o escudo nacional e linhas ondulantes paralelas. No verso, a única estampagem calcográfica a preto – esverdeado, uma reprodução do grupo escultórico, representa o Infante Santo, D. Filipa de Lencastre e Fernão Mendes Pinto, que teve por modelo um pormenor do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, de autoria do arquitecto Cottineli Telmo e do escultor Leopoldo Neves de Almeida, a cercadura, e o medalhão em gravura numismática com a cabeça coroada da Rainha voltada para fora. O papel foi fabricado por Portals Limited, Laverstoke, Mills, Whitchurch, Hanpshire, de Inglaterra. Tem como marca de água visto à transparência um busto de homem de perfil para o centro. Dimensões da nota 163 x 104 mm. Foram emitidas 4 095 000 notas com a chapa 8 e com a data de 31 de Janeiro de 1956. A primeira emissão, 30 de Janeiro de 1959, e a última emissão, 23 de Maio de 1962. Com a chapa 8 A foram emitidas 5 166 000 notas com a data de 31 de Maio de 1961. A primeira emissão, 23 de Maio de 1962, e a última emissão, 30 de Novembro de 1965. Foram retiradas de circulação tanto as notas com a chapa 8, como as notas com a chapa 8 A, em 30 de Junho de 1979.&lt;br /&gt;Filipa de Lencastre nasceu no ano de 1359 em Leicester, Inglaterra, filha de João de Gant, 1º.duque de Lencastre e de sua mulher, Branca de Lencastre, sendo este filho do rei Eduardo III e de sua mulher Filipa Haissault. Casou com D. João I, na cidade do Porto no ano de 1387, casamento este que deu origem ao acordo no âmbito da Aliança Luso - Inglesa, contra o chamado eixo França – Castela, que perdurou por séculos. Por este casamento, foi-lhe atribuída a distinção inglesa da “Ordem da Jarreteira” ordem esta que foi criada pelo rei Eduardo III de Inglaterra com o espírito medievo de então, e baseada nos ideais da demanda ao Santo Graal e da Corte do Rei Artur. É a mais importante comenda honorífica inglesa. Recebeu como dote os bens, por doação das rendas da alfândega de Lisboa, assim como os das vilas de Alenquer, Óbidos, Sintra, Alvaiázere, Torres Novas e Torres Vedras. Foi uma mãe extremosa educando os seus filhos com base nos princípios ingleses de elevado rigor, apelidados por Luís de Camões nos Lusíadas, como a “Ínclita Geração” referindo-se ao nível cultural dos seus filhos, sendo respeitados e admirados por toda a Europa. Foi uma rainha muito generosa e querida do povo, pela maneira como com eles convivia. Do seu casamento adveio uma ampla geração de príncipes que se notabilizaram em diversos aspectos e foram os impulsionadores do desenvolvimento das acções que dariam origem ao desbravar de mares e terras tanto do ocidente como do oriente; No ano de 1388 foi mãe de um individuo do sexo feminino a quem deram o nome de Branca de Portugal, falecendo muito jovem; Em 1390 foi mãe de um outro do sexo masculino a quem foi dado o nome de Afonso de Portugal; Em 1391 nasceu o seu terceiro filho a quem foi dado o nome de Duarte, e que veio a ser rei sucedendo a seu pai no trono, e também poeta e escritor; Ao quarto filho nascido no ano de 1392, foi dado o nome de Pedro, que viria a ser duque de Coimbra, desempenhando a regência do reino por menor idade do seu sobrinho Afonso, foi dos príncipes mais eruditos do seu tempo, ficando conhecido pelo, “O príncipe das sete partidas do Mundo”; Ao quinto filho, foi-lhe dado o nome de Henrique, que nasceu no ano de 1394, foi duque de Viseu, debruçando-se sobre a navegação, náutica e cartografia, considerado o precursor dos descobrimentos portugueses; Ao sexo filho de sexo feminino foi-lhe dado o nome de Isabel que nasceu no ano de 1397, e casou com Filipe III, duque da Borgonha; No ano de 1400 nasceu o sétimo filho a quem foi dado o nome de João, infante de Portugal; e por último no ano de 1402 nasceu o oitavo e último filho a quem foi dado o nome de Fernando, ficando conhecido na história pelo “Infante Santo”, por ter falecido no seu cativeiro em Fez, após o desastre de Tânger. D. Filipa faleceu no ano de 1415 de peste negra na cidade de Lisboa, dias antes da partida da expedição a Ceuta. O seu corpo está sepultado na Capela do Fundador do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia:”O papel-moeda EM Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org/Filipa de Lencastre. Infopedia Filipa de Lencastre.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 20-07-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-93217549797250529?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/93217549797250529/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=93217549797250529' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/93217549797250529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/93217549797250529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/07/artigo-62-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-k62utrle6MY/Tif8jQCoQzI/AAAAAAAAAvU/rl1J8duDPek/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-6070204000517911126</id><published>2011-07-15T03:39:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T03:45:37.579-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vAHfDTJJojA/TiAZ2JeX7_I/AAAAAAAAAus/7R71AYDYltg/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5629527952260067314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-vAHfDTJJojA/TiAZ2JeX7_I/AAAAAAAAAus/7R71AYDYltg/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 61&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;D. Afonso Henriques&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5629527864560583586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 207px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-bDbd0uJTctg/TiAZxCxMA6I/AAAAAAAAAuk/v_nOyBxE98g/s320/125%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B7%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5629527770136789170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 205px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-yRVATVy1R4A/TiAZrjAzQLI/AAAAAAAAAuc/jKjZpRTUWS8/s320/126%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B7%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 7 &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta chapa foi a escolhida para figurar na frente da nota, homenageando a figura de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal (1109?-1185), através da reprodução de« um retrato existente na Sala dos Capelos da Universidade de Coimbra; no verso observa-se uma vinheta com o túmulo de D. Afonso Henriques, na Igreja de Santa Cruz de Coimbra. O trabalho de gravação das chapas e da estampagem das notas foram efectuadas pela firma inglesa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. As duas estampagens calcográficas, utilizadas nesta chapa, assentam sobre fundos em duplex, impresso a íris, consistindo em telhas mouriscas, linhas ornamentais brancas e cheias. As estampagens da frente da nota apresentam-se a azul e a verde-escuro, contendo a primeira a figura de Afonso Henriques, o escudo nacional e diversas legendas; e a segunda uma vinheta representando a submissão dos mouros ao monarca e a cercadura em trabalho de torno geométrico em linha branca. No verso da nota existe uma estampagem calcográfica, onde se observa uma vinheta com o túmulo de D. Afonso Henriques, na Igreja de Santa Cruz em Coimbra, a cercadura e uma cabeça de um mouro. O papel é do fabrico da firma Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, tem como marca de água no lado esquerdo, quando visto à transparência pela frente, a cabeça do monarca com capelo de nasal coroado sobre coifa de malha, de perfil para o centro. Dimensões da nota 163 x 104 mm. Foram emitidas 6 660 000 notas com a data de 29 de Setembro de 1942. A primeira emissão, 22 de Agosto de 1944 e a última emissão, 29 de Janeiro de 1959. Foram retiradas de circulação em 30 de Junho de 1978.&lt;br /&gt;D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, cognominado de “O Conquistador”,“O Fundador”ou”O Grande”; segundo uns, atribuem-lhe o nascimento em Guimarães, outros em Viseu, no ano de 1109, era filho do conde D. Henrique de Borgonha e de sua mulher D. Teresa de Leão, condes de Portucale, filha bastarda do rei Afonso VI de Castela e Leão. Depois da morte do conde D. Henrique, D. Afonso tomou posições políticas contrárias às da mãe que entretanto se tinha aliado ao fidalgo Fernão Peres de Trava. Para assegurar o domínio do condado derrotou a mãe e seu aliado Fernão de Trava na batalha de S. Mamede no ano de 1128, fazendo-se armar cavaleiro na catedral de Zamora, concentrando todos os esforços para obtenção do reconhecimento como reino. Esta vitória sobre a mãe fê-la desistir da ideia de anexar a região portucalense ao reino da Galiza. No ano seguinte D. Afonso através de uma carta proclamou-se soberano das cidades portuguesas. Em 1135 Afonso VII, seu primo, filho de D. Urraca, foi coroado “Imperador”, na catedral de Leão, recusando D. Afonso Henriques prestar-lhe vassalagem. Esta atitude por parte de D. Afonso Henriques, levou o seu primo a atacá-lo no Alto Minho, pelo que o obrigou a prestar fidelidade, segurança e auxílio contra os inimigos, neste caso os mouros, através do Tratado de Tui. Afonso Henriques quando andava a guerrear o primo a norte e a este do seu condado, era atacado pelos mouros a sul, e vice-versa, obrigando-o a tomar atitudes bastante controvérsias em relação às políticas encetadas com o primo, ora anuindo aos tratados de paz ora rompendo com eles, criando uma personalidade muito volúvel e incaracterística que em nada o abonava. No ano de 1139 derrotou os mouros na célebre batalha de Ourique, onde a lenda nos diz que venceu os cinco reis mouros. Um ano após proclamou-se rei de Portugal com o apoio das suas tropas. No ano de 1143 foi assinado o Tratado de Zamora que pôs fim aos conflitos entre ele e o primo estabelecendo a paz, dando-se um passo vital para a independência de Portugal, o que veio a acontecer meses depois. Com a pacificação interna, prosseguiu as conquistas aos mouros, empurrando-os de vez para sul, desde Leiria até ao Alentejo, duplicando em área o território que herdara, sendo apelidado pelos mouros de “Ibn-Arrik” (filho de Henrique). Conquistou a cidade de Leiria no ano de 1145, a cidade de Santarém no ano de 1147, utilizando a técnica de assalto. Tomou Óbidos no ano de 1148. Consolidadas estas cidades marchou sobre Lisboa, utilizando o cerco como táctica de guerra, com a ajuda dos cruzados, que entretanto se dirigiam para a terra santa. Tomou Almada e Palmela, mais tarde, no ano de 1160 Alcácer do Sal. No ano de 1166 a 1168 D. Afonso Henriques apoderou-se de várias praças pertencentes à coroa leonesa. D. Fernando II de Leão, derrotou as forças de D. Afonso Henriques na cidade Rodrigo pois este, entendeu que o seu genro estava a fortificar a cidade com a intenção de o atacar, o que não correspondia à verdade pois estava a repovoá-la. Como resposta D. Afonso entrou na Galiza, tomou Tui e outras praças, atacando também Cáceres. Cercou Badajoz com o fim de a conquistar para a Portugal que se encontrava na posse dos mouros, mas que era pertença do reino de Leão, segundo o Tratado de Sahagún, sem respeitar estas convenções nem os laços de parentesco que o uniam a D. Fernando. Quando D. Afonso atacou Badajoz, Fernão de Leão apresentou-se de imediato e atacou o seu genro, derrotando-o; este tenta fugir a cavalo mas sofre um percalço ferindo-se numa das portas da cidade, ficando refém, recebendo contudo um tratamento nobre e generoso, de parte do genro, que pôs à sua disposição os melhores médicos. Esta campanha foi desastrosa para Portugal, como resultado foi assinado um tratado de paz entre os reinos em Pontevedra nos termos do qual Afonso Henriques seria libertado com a condição de devolver ao genro as cidades estremanhas de Cáceres, Badajoz, Trujillo, Santa Cruz e Montánchez, fixando-se assim as fronteiras de Portugal com os reinos de Leão e da Galiza. No ano de 1179 a igreja reconhece finalmente a independência de Portugal. Após estes factos procurou fixar as populações, promoveu o municipalismo e concedeu forais. Teve um apoio muito importante dos monges de Cister que o auxiliaram a implementar estas medidas, que se reflectiram no desenvolvimento da economia em especial da agricultura. O seu legado resume-se: a)- Ter fundado a nação portuguesa, reconhecida pelo papa e pelos outros reinos europeus; b)- Procedeu à pacificação interna do reino, alargando o território através de conquistas aos mouros; c)- Fundou o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.&lt;br /&gt;Teve uma larga descendência com a sua mulher Mafalda de Sabóia, sete filhos; com Elvira Gálter uma filha; de outras relações três filhos. Faleceu no ano de 1185 na cidade de Coimbra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia.org/Afonso I Portugal. Portal/temas/historia/Afonso I. Vidas lusófonas D. Afonso Henriques.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 13-07-2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-6070204000517911126?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/6070204000517911126/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=6070204000517911126' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6070204000517911126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6070204000517911126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/07/artigo-61-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-vAHfDTJJojA/TiAZ2JeX7_I/AAAAAAAAAus/7R71AYDYltg/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-890544537340196467</id><published>2011-07-11T04:40:00.000-07:00</published><updated>2011-07-11T04:45:45.958-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-v7M-JaWRc8A/Thrh7MUUaQI/AAAAAAAAAuU/v2-MomNBcpI/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628059091387836674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-v7M-JaWRc8A/Thrh7MUUaQI/AAAAAAAAAuU/v2-MomNBcpI/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 60&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;MIL ESCUDOS &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Mestre de Avis&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628059005305709378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-IzHeMVnyd-4/Thrh2LovY0I/AAAAAAAAAuM/dfY8pIemTh0/s320/123%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B6%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628058905574733506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 204px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-PjAklRHvrMY/ThrhwYHBdsI/AAAAAAAAAuE/ni2kqLZYkLc/s320/124%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B6%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Chapa 6 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O retrato do Mestre de Avis, através da reprodução de um quadro proveniente do Museu de Viena de Áustria, foi o escolhido para integrar a frente da nota, sendo o verso composto por uma estampagem do Mosteiro da Batalha. O trabalho da execução desta nota esteve a cargo da casa Waterlow &amp;amp; Sons Ltd., de Londres. A frente da nota apresenta sobre um fundo tipográfico de impressão duplex, em íris, duas estampagens calcográficas; uma a preto, contém a figura do Mestre de Avis, e a outra em tons verde-escuro, os ornamentos, as legendas, o escudo das armas de D. João I e linhas ondulantes paralelas. O verso é composto por uma estampagem calcográfica, a castanho-escuro, apresentando a reprodução de uma gravura antiga, do Mosteiro da Batalha, ornamentos efectuados em torno geométrico em linha branca. O papel foi fabricado em Inglaterra pela firma Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, tem como filigrana, quando visto à transparência pela frente, uma cabeça de frade, de perfil para o centro. Dimensões da nota 163 x 104 mm. Foram emitidas 4 058 700 notas com a data de 17 de Junho de 1938. Primeira emissão, 6 de Setembro de 1939, e última emissão, 14 de Agosto de 1944. Foram retiradas de circulação em 30 de Junho de 1966.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;O Mestre de Avis, mais tarde rei de Portugal com o nome de D. João I, nasceu em Lisboa em Abril de 1358, filho ilegítimo do rei D. Pedro I e de D. Teresa Lourenço, aia de Dona Inês de Castro, foi Mestre da Ordem de Avis e primeiro rei da dinastia com o mesmo nome, cognominado de O de Boa Memória. Aquando da morte de D. Fernando I, Portugal entrou numa crise para a sua sucessão, apresentando-se como candidatos ao trono; Dona Leonor de Teles de Meneses, viúva do mesmo, impopular e olhada por todos com desconfiança, pois não era bem vista pela sociedade de então a sua ligação amorosa com o conde de Andeiro, personagem influente no Paço e nobre galego; Dona Beatriz filha única de D. Fernando I e de Dona Leonor de Teles, casada com o rei João I de Castela; D. João, príncipe de Portugal, filho de D. Pedro I e de Dona Inês de Castro, era visto por muitos como o legítimo herdeiro, mas dúvidas surgiram com o casamento dos pais; e D. João, filho de D. Pedro I e de Teresa Lourenço aia de Dona Inês de Castro. Na turbulência dos acontecimentos, um grupo de nobres e burgueses, entre eles, Álvaro Pais e Nuno Álvares Pereira, levando em conta o descontentamento generalizado, incitam o Mestre de Avis a assassinar o conde de Andeiro, o que veio a acontecer em Dezembro de 1383. D. João I de Castela, fez-se aclamar em Toledo “Rei de Castela e Portugal”, também no mesmo ano, incorrectamente, tanto mais que a sua proclamação em relação a Portugal ia de encontro ao tratado anti-nupcial, que só conferia a Dona Beatriz o direito de herança de D. Fernando I, mantendo-se os reinos de Castela e Portugal separados, o que o monarca de Castela não pretendia. Invadiu Portugal entrando pela Guarda em Dezembro do mesmo ano. Esta invasão provocou um vazio na governação de Portugal, seguindo-se a crise de 1383-1385, ou “Interregno”, um período marcado pela anarquia e instabilidade política onde as diferentes cidades e vilas portuguesas iam tomando o partido ora de Dona Leonor de Teles, ora de Dona Beatriz e de seu marido ou por fim o partido do Mestre de Avis. Durante estes dois anos um estratega militar se evidenciou, revelando-se um general de grande valor, foi ele D. Nuno Álvares Pereira, que com as suas tácticas de luta militar inovadoras, obteve muitas vitórias e foi personagem fundamental na derrota dos castelhanos em terras portuguesas. Em Abril de 1385 as Cortes reuniram em Coimbra aclamando o Mestre de Avis, como rei de Portugal, dando inicio à dinastia também conhecida por “Joanina”. Mais uma vez D. João de Castela invade Portugal com um enorme exército, que integrava um grande contingente de cavalaria francesa. Foi feita a preparação com Nuno Álvares Pereira, das tácticas a adoptar para a recepção deste exército, montando uma enorme armadilha às forças de Castela, que foram de derrota em derrota, rechaçados até às suas fronteiras. Por curiosidade as batalhas mais significativas deste período forma a palavra “ATAV” – A - Atoleiros; T - Trancoso; A - Aljubarrota e V - Valverde”. No ano de 1387 D. João I casou com Dona Filipa de Lencastre, filha de João de Gaunt, duque de Lencastre, dando-se inicio ao Tratado de Aliança Luso-Britânico. Deste casamento adveio uma geração de nove filhos, alguns dos quais se evidenciaram superiormente na política, na expansão territorial e na cultura. Após a morte de D. João I de Castela no ano de 1390 e sem herdeiros de Dona Beatriz a ameaça castelhana dissipou-se, o que permitiu ao nosso D. João I dedicar-se ao desenvolvimento económico e social do país. Iniciou a era das conquistas do norte de África com a de Ceuta no ano de 1415, praça de importância estratégica para o controle da navegação da costa de África, armando cavaleiros os seus filhos D. Duarte, que seria o futuro “Rei de Portugal, poeta e escritor”; D. Pedro conhecido pelo “das Sete Partidas do mundo”; e D. Henrique conhecido pelo “Navegador”. Foi um rei astuto e cioso, tendo passado para seus filhos todos as suas ideias e conhecimentos. Luís de Camões nos Lusíadas apelidou-os da “Ínclita Geração”. No ano de 1418 são descobertas as ilhas do Porto Santo, e no ano seguinte a ilha da Madeira. Em 1427 são descobertas algumas ilhas do arquipélago dos Açores, além de uma expedição às ilhas do arquipélago das Canárias. Neste mesmo ano iniciou-se a colonização das ilhas da Madeira e dos Açores. D. João I, morreu em Agosto de 1433, e o seu corpo jaz na Capela do Fundador, no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia org/O rei D. João I de Portugal. Óbidos – Outubro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 06-07-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-890544537340196467?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/890544537340196467/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=890544537340196467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/890544537340196467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/890544537340196467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/07/artigo-60-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-v7M-JaWRc8A/Thrh7MUUaQI/AAAAAAAAAuU/v2-MomNBcpI/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5637474594407294424</id><published>2011-06-29T10:34:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T10:40:45.117-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4ZAspx9NxmM/TgtjDRkhjPI/AAAAAAAAAt8/s3C-tysJseY/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623697467609550066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-4ZAspx9NxmM/TgtjDRkhjPI/AAAAAAAAAt8/s3C-tysJseY/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 59&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;1910 – 2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conde de Castelo Melhor &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623697279075480594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-nPjqhxPXeHE/Tgti4TOf9BI/AAAAAAAAAt0/ou5uo2bWVOI/s320/121%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B5%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623697146146471810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-RXgsThP-fEs/TgtiwkBwP4I/AAAAAAAAAts/1A5N_NHVmDQ/s320/122%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B5%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chapa 5&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A personalidade para ilustrar esta nota recaiu na figura de Luís de Vasconcelos e Sousa, “Conde de Castelo Melhor” (1636-1720), destacado homem da política no reinado de D. Afonso VI. Este trabalho foi efectuado pela casa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. Na frente da nota foram aplicadas duas estampagens calcográficas (talhe-doce); uma, a azul, contendo o retrato do conde de Castelo Melhor, a outra, a verde-escuro com uma vista do Palácio de Sintra, e a cercadura contendo motivos geométricos em linha branca. O verso tem uma estampagem calcográfica, a castanho-escuro, com uma panorâmica do Castelo de Almourol, um emoldurado de guilhoché em linha branca e linha cheia, e a cabeça em relevo, de um guerreiro antigo. O papel foi fornecido pelo fabricante Portals, Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, tem como filigrana, no lado direito, visto à transparência pela frente, a cabeça de Aníbal, de perfil para o centro. Dimensões da nota 184 x111 mm. Foram emitidas 1 033 500 notas com a data de 18 de Novembro de 1932. Primeira emissão, 3 de Setembro de 1934, e a última, 5 de Setembro de 1939. Foram retiradas de circulação em 30 de Junho de 1948.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Luís de Vasconcelos e Sousa, 3º. Conde de Castelo Melhor nasceu no ano de 1636, filho de João Rodrigues de Vasconcelos, senhor de Valhelhas, e de sua mulher Dona Mariana de Lencastre Vasconcelos e Câmara, 2ª.condessa de Castelo Melhor. Distinguiu-se como um valente soldado às ordens de seu pai, na defesa das fronteiras de Espanha. Consta que após certa rixa entre fidalgos no jogo da péla, da qual resultou a morte do conde de Vimioso, D. Luís exilou-se em França, esperando que o tempo apagasse da memória dos homens o caso do qual era o principal culpado. Quando regressou a Portugal sua mãe desempenhava um papel de dama de honor, depois camareira-mor na Corte. As irmãs foram recolhidas às Albertas de Carnide e das Janelas Verdes, antes damas da Rainha. Tinha na Corte rivais que foram conselheiros privados da rainha, como o marquês de Marialva e o secretario de Estado Pedro Vieira da Silva. Casou com Dona Guiomar de Trava e Sousa Faro e Veiga, de onde adveio uma geração de quatro filhos, dois de cada sexo. Segundo Veríssimo Serrão, foi um verdadeiro estadista; fora obrigado a exilar-se em França entre os anos 1655 a 1657, por suspeitas na implicação da morte do conde de Vimioso. Regressado a Portugal combateu na defesa da província do Minho, saindo gravemente ferido. No ano de 1659 recebeu o reposteiro - mor do Paço. Distinguiu-se na crise de 1662, desempenhado as funções de camareiro de serviço. D. Afonso VI, em reconhecimento pelos seus préstimos galardoou-o com a nomeação para o cargo de escrivão da puridade, espécie de secretário privado.A tendência centralizadora que a Restauração impunha, o ofício era de maneira a concentrar nas mãos do beneficiário a máquina da administração pública, pelo que sendo colaborador directo do monarca, ao Conde de Castelo Melhor, lhe foi incumbido os actos públicos, receber juramentos de fidelidade e obediência à Coroa, seguir o Rei em todos os actos oficiais, nas nomeações para cargos de administração no Reino e no Ultramar, consultas nos Tribunais e na correspondência diplomática. Um mal estar instalou-se no Reino devido à incúria dos conselheiros de D. Luísa de Gusmão, tendo o Conde conseguido afastar os seus inimigos exercendo o poder que detinha junto do Rei e debruçando-se em duas missões chaves; a primeira assegurar a continuidade do seu governo, pelo que rodeou o infante D. Pedro de gente de sua confiança; segundo reorganizar as tropas portuguesas para expulsar os espanhóis que entretanto tinham tomada Évora com um grande exército, sob o comando de João de Áustria. O Conde sob o seu governo foi feliz no campo militar obtendo nos anos de 1663 e 1665 vitórias na batalha do Ameixial e Montes Claros. Fruto destas vitórias foi assinado o Tratado de Paz com Espanha, em Madrid no mês de Janeiro e no mês de Fevereiro em Lisboa no ano de 1668. Sendo um dos obreiros na vitória da Guerra da Restauração e apaziguados os ânimos entre Portugal e Espanha, procurou apoios diplomáticos em França com o fim de casar o rei D. Afonso VI, obtendo como noiva Maria Isabel Francisca de Sabóia, que anos mais tarde o afastou do governo com a ajuda do infante D. Pedro. Foi obrigado a exilar-se por imposição da rainha que não o deixava regressar a Portugal, instalando-se em Paris, depois em Inglaterra, onde solicitou auxílio a D. Catarina de Bragança mulher de Carlos II. Aqui permaneceu algum tempo desempenhando notáveis serviços na Corte. Regressou a Portugal após a morte de D. Maria Francisca de Sabóia, tendo-se fixado em Pombal onde era alcaide – mor e comendador. Foi capitão do donatário da ilha de Santa Maria, desde 1667 até à sua morte, no ano de 1720.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Trecho de história de Veríssimo Serrão. Wikipedia.org/Conde de Castelo Melhor.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 29-06-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5637474594407294424?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5637474594407294424/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5637474594407294424' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5637474594407294424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5637474594407294424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/06/artigo-59-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-4ZAspx9NxmM/TgtjDRkhjPI/AAAAAAAAAt8/s3C-tysJseY/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-7104857850468447239</id><published>2011-06-29T10:29:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T10:34:37.363-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sXRzRmP7Qfg/TgthvH2eRtI/AAAAAAAAAtk/bmYb6TKyGYw/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623696021891466962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-sXRzRmP7Qfg/TgthvH2eRtI/AAAAAAAAAtk/bmYb6TKyGYw/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 58&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;1910 – 2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;General Marquês de Sá da Bandeira&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623695914326923298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-cXRGptBixrI/Tgtho3JFmCI/AAAAAAAAAtc/-PLbPQ06PJI/s320/119%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B4%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623695774453681762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-sESvFcati04/TgthguEtTmI/AAAAAAAAAtU/4AmswpQwni4/s320/120%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B4%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ilustram a frente desta nota, o retrato, segundo uma litografia da época, do general e estadista do Marquês Sá da Bandeira (1795-1876), e uma vista da Ponte de D. Maria Pia, no Porto e no verso uma vinheta representando a vindima. O trabalho de preparação das chapas e a estampagem das notas ficaram a cargo da casa inglesa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. Foram utilizadas três estampas calcográficas; na parte da frente duas, sendo uma a vermelho-escuro com o retrato de Sá da Bandeira trajando militarmente, e a outra a verde-escuro com os demais elementos, que inclui a cercadura do trabalho de guilhoché, a vista da Ponte de D. Maria Pia e linhas paralelas de protecção ao fundo duplex, impresso em íris. O verso da nota comporta uma estampagem calcográfica a castanho-escuro, contendo o emblema do Banco, a vinheta da vindima e uma cabeça simbólica, assentes sobre um fundo irisado. O papel é de fabrico da firma Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, tem como marca de água, que quando vista à transparência pela frente uma cabeça de Marte de perfil para o centro. Dimensões da nota 184 x 111 mm. Foram emitidas 1 058 000 notas com a data de 17 de Setembro de 1929. A primeira emissão, 8 de Abril de 1931, e a última emissão, 29 de Agosto de 1934. Foram retiradas de circulação em 27 de Março de 1945.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Ver a biografia inserida na chapa 2 da nota de dez escudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 22-06-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-7104857850468447239?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/7104857850468447239/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=7104857850468447239' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/7104857850468447239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/7104857850468447239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/06/artigo-58-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-sXRzRmP7Qfg/TgthvH2eRtI/AAAAAAAAAtk/bmYb6TKyGYw/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-2247889629429911647</id><published>2011-06-15T06:04:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T06:09:46.654-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MexrwZIPo4Q/TfiumW8uBpI/AAAAAAAAAsg/nXr-d4haT0c/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618432509163210386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-MexrwZIPo4Q/TfiumW8uBpI/AAAAAAAAAsg/nXr-d4haT0c/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 57&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MIL ESCUDOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Oliveira Martins &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618432420687163826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-LasA74xkpbo/TfiuhNWYsbI/AAAAAAAAAsY/hQvBo2ZB9tA/s320/117%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B3%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618432294865166418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-SRXzdHLESjw/TfiuZ4oFYFI/AAAAAAAAAsQ/hgkcJZX1KL0/s320/118%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B3%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 3 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A imagem de Oliveira Martins foi a escolhida para figurar na parte da frente da nota, assim como uma aguarela do antigo Convento do Carmo de autoria do pintor Casanova, sendo o verso composto ao centro com a heráldica do Banco de Portugal e no fundo por azulejos coloridos. O trabalho esteve a cargo da firma Bradbury, Wilkinson &amp;amp;Cº. Ltd., New Malden, Surrey. A frente da nota contem duas estampagens calcográficas, sendo uma a castanho-escuro, com o retrato de Oliveira Martins (1845-1894), e a outra com desenhos que apresentam a azul-escuro e que inclui uma vista do Convento do Carmo. O fundo de impressão tipográfica em íris, é constituído por desenhos geométricos multicolores e linhas ondulantes. A estampagem calcográfica do verso apresenta-se num avermelhado e assenta sobre fundo, impresso em íris, formado por azulejos coloridos. O desenho para esta chapa foi executado por Jacinto Freire Themudo funcionário do Banco. O papel foi fornecido pelo fabricante francês Société Anonyme des Papeteries du Marais et de Sainte-Marie, tem como filigrana especial, no lado esquerdo, quando visto à transparência pela frente a efígie de Oliveira Martins de perfil para o centro. Dimensões da nota 186 x 111 mm. Foram emitidas 412 000 notas com a data de 25 de Novembro de 1927. A primeira emissão, 5 de Abril de 1929 e a última emissão, 24 de Fevereiro de 1930. Foram retiradas de circulação em 14 de Agosto de 1931.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Joaquim Pedro de Oliveira Martins, vulgo Oliveira Martins, foi um historiador, antropólogo, economista, crítico social e político, que nasceu na cidade de Lisboa a 30 de Abril de 1845, filho de Francisco Cândido Gonçalves Martins e de sua mulher D. Maria Henriqueta de Morais Gomes de Oliveira. Os seus trabalhos suscitaram grande controvérsia junto da sociedade, influenciando os historiadores, críticos e literatos do seu tempo e do século XX, como António Sardinha, Eduardo Lourenço e António Sérgio. Oliveiras Martins ficou órfão de pai muito cedo, tendo vivido uma adolescência um tanto difícil, teve de abandonar estudos (curso liceal) e empregar-se no comércio. Casou no ano de 1865 com Vitória Mascarenhas Barbosa, sem descendência. No ano de 1867 publicou o seu primeiro romance “Febo Moniz”. Com vinte e dois anos de idade experimentou diversos géneros de divulgação cultural, através do romance drama histórico, e ensaios de reflexão histórica e política. Entre os anos de 1870 e 1874, exerceu funções de administrador de uma mina na Andaluzia. Regressado a Portugal dirigiu a construção da via férrea do Porto à Povoa do Varzim e Famalicão. No ano de 1880 foi eleito presidente da Sociedade de Geografia Comercial do Porto; escreveu neste ano na área das ciências sociais “Elementos de Antropologia”, no ano de 1883 “Regime das Riquezas” e no ano de 1884 Tábua de Cronologia”. Nas obras históricas há a destacar no ano de 1879 “História da Civilização Ibérica e História de Portugal”, no ano de 1880 “O Brasil e as Colónias Portuguesas” e no ano de 1891 “Os filhos de D. João I”. Em 1884 foi eleito deputado pelo círculo de Viana do Castelo. No ano de 1885 aprofundava a sua prática de redactor da imprensa periódica com a fundação d’a Província; aderiu ao Partido Progressista. Foi eleito deputado de 1886 a 1894. No ano de 1892 foi nomeado Ministro da Fazenda, lugar que ocupou por quatro meses, devido a divergências com o chefe de governo. Em 1893 foi nomeado Vice-presidente da Junta do Crédito Público. Foi um dos elementos de destaque da Geração de 70, revelando uma elevada plasticidade às múltiplas correntes de ideias que atravessaram o século. Colaborou nos principais jornais literários e científicos de Portugal, assim como nos políticos e socialistas. Faleceu em Lisboa a 24 de Agosto de 1894.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia.org. Joaquim Pedro Oliveira Martins. Instituto-camões.pt/figuras/omartins. Lello Universal – dicionário.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 15-06-2011.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-2247889629429911647?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/2247889629429911647/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=2247889629429911647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2247889629429911647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2247889629429911647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/06/artigo-57-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-MexrwZIPo4Q/TfiumW8uBpI/AAAAAAAAAsg/nXr-d4haT0c/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-8260312421338954924</id><published>2011-06-09T05:36:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T05:41:03.989-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-c_aDPRJ_gOw/TfC-8R3CSTI/AAAAAAAAAsI/mEXm8lg2WPg/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616198678126676274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-c_aDPRJ_gOw/TfC-8R3CSTI/AAAAAAAAAsI/mEXm8lg2WPg/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Artigo 56&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;MIL ESCUDOS&lt;br /&gt;Visconde de Seabra&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616198575718088978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-kBJNhJdxITU/TfC-2UW7QRI/AAAAAAAAAsA/5Lq04d9AJ90/s320/115%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B3%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616198407538809874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-7bbhRcv7b7s/TfC-sh13HBI/AAAAAAAAAr4/zUkM2kDAhrE/s320/116%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B3%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;0 Visconde António Luís de Seabra, político e jurisconsulto foi a figura escolhida para conjuntamente com uma gravura da Basílica da Estrela, emoldurarem a parte da frente desta nota. A da frente da nota é composta por duas estampagens calcográficas; uma a preto, contém a efígie do Visconde de Seabra (1798-1895), diversas legendas, uma vista da Igreja do Santíssimo Coração de Jesus (Basílica da Estrela), e a outra, a amarelo, apresenta a cercadura e moldura do retrato de guilhoché em linha branca. O fundo de composição simples e de técnica topográfica possui duas cores, amarelo e azul claro. No verso da nota realça-se o escudo nacional tomando-o por motivo principal. O trabalho de gravação das chapas e a estampagem das notas foi executado pela casa Waterlow &amp;amp; Sons. Ltd., de Londres. O papel de fabrico inglês, tem como marca de água a legenda Banco de Portugal, disposta longitudinalmente. Dimensões da nota 183 x 112 mm. Estas notas foram mandadas destruir (queimadas), por deliberação do Conselho de Administração, em virtude de problemas relacionados com a falta de autorização do Banco para a estampagem das notas e por ainda estar apenso um exemplar ao processo “Angola e Metrópole”.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;António Luís de Seabra e Sousa, visconde de Seabra nasceu a bordo do navio Santa Cruz quando este navega ao largo do arquipélago de Cabo Verde, rumando para o Brasil a 2 de Dezembro de 1798; filho de António de Seabra da Mota e Silva, juiz desembargador da Relação do Porto e de sua mulher Doroteia Bernardina de Sousa Lobo Barreto. Foi um notável jurisconsulto, magistrado judicial, ministro de Estado, bacharel formado em Leis pela Universidade de Coimbra, reitor da mesma Universidade, juiz da Relação do Porto, deputado, Par do Reino, juiz do Supremo Tribunal de Justiça e um dos mais notáveis políticos do tempo da monarquia constitucional. Com apenas poucos anos de idade e por decreto de D. João VI foi nomeado cadete honorário do Regimento de Cavalaria da Nobreza da Comarca de Serro Frio, capitania de Minas Gerais. No ano de 1808 regressou a Portugal com a família instalando-se na província de Trás-os-Montes. Em 1814 matriculou-se no Colégio das Artes de Coimbra; no ano seguinte na Universidade de Coimbra, concluindo o curso de Direito no ano de 1820. Enquanto estudante universitário frequentou os meios intelectuais de Coimbra, nomeadamente a Sociedade dos Amigos das Letras, fundada por António Feliciano de Castilho, adquirindo uma cultura humanista que se veio a revelar nos seus escritos. Aqui conheceu e foi amigo de vultos literários da época. Ainda neste ano fundou na cidade de Coimbra o Jornal Cidadão Literato. No ano de 1821 foi colocado como juiz de fora em Alfandega da Fé, iniciando a sua carreira na magistratura judicial. Casou no ano de 1822 com Doroteia Honorata de Ferreira de Seabra da Mota e Silva, donde adveio uma geração de quatro filhos. Em 1823 pediu a demissão do seu cargo em virtude do resultado da “Vilafrancada” e em coerência com os seus princípios liberais. Entre os anos de 1823 e 1825, foi viver para casa dos pais em Vila Flor, dedicando-se à poesia e literatura, e à tradução de textos clássicos. Escreveu a “Ode a D. João VI”. Após o insucesso da “Belfastada” no ano de 1828, foi obrigado a refugiar-se na Galiza, levando a família integrado num grupo de liberais; daqui passou para Inglaterra, Bélgica e França onde se empregou como tradutor, ingressando na Maçonaria, sendo membro da Loja 14 de Rennes. Regressou a Portugal no ano de 1832, tendo participado no desembarque do Mindelo e no cerco do Porto, estando entre os famosos 7 500 Bravos do Mindelo. Em 1835 assumiu a Presidência da Junta do Depósito Público. Fundou no ano de 1836 o semanário Independente e em 1846 o Jornal Estrela do Norte. Foi procurador régio junto da Relação de Castelo Branco e da Relação de Lisboa. Exerceu as funções de Presidente do Tribunal da Relação do Porto no ano de 1852. Como deputado foi eleito pelos círculos de Trás-os-Montes (1834, 1836-1837), Penafiel (1837), Porto (1840), Moncorvo (1840 e 1852), Aveiro (1851 e 1856), e Anadia (1861). Foi Presidente da Câmara dos Deputados nos anos de 1859 e 1862. Foi encarregue de redigir a primeira reforma do ensino, depois da que foi efectuada pelo Marquês de Pombal. Foi elevado a Par do Reino e depois Presidente da Câmara dos Partes do Reino. Exerceu as funções de ministro dos Negócios do Reino da Junta Provisória do Governo que se formou no contexto da Patuleia em 1846, e foi ministro da Justiça e ministro de Estado Honorário no ano de 1852. Exerceu a Presidência da reitoria da Universidade de Coimbra durante alguns anos. Foi um dos pilares e autores do projecto do primeiro Código Português, o qual entrou em vigência no ano de 1867 até ao ano de 1967. Casou em segundas núpcias com Ana de Jesus Teixeira em 1870, donde adveio um filho. Era senhor da Casa de São Lourenço e da Quinta de Santa Luzia, em Mogofores ambas no concelho da Anadia. Foi elevado a Par do Reino por carta régia no ano de 1862 e feito 1º.visconde de Seabra por decreto de Abril de 1865 do rei D. Luís. Foi comendador de diversas Ordens. Faleceu na sua Quinta de Santa Luzia, Mogofores, Anadia a 29 de Janeiro de 1895, com a bonita idade de noventa e sete anos.&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wkipedia.org/António Luís Seabra; arqnet.pt/dicionário/Seabra; Lello Universal dicionário.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 08-06-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-8260312421338954924?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/8260312421338954924/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=8260312421338954924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8260312421338954924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8260312421338954924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/06/artigo-56-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-c_aDPRJ_gOw/TfC-8R3CSTI/AAAAAAAAAsI/mEXm8lg2WPg/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5783278835823297913</id><published>2011-06-04T04:54:00.000-07:00</published><updated>2011-06-04T05:00:34.961-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hRToBytHQVY/TeodlDPvBqI/AAAAAAAAAro/ziOTwufmkyw/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614332407834412706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-hRToBytHQVY/TeodlDPvBqI/AAAAAAAAAro/ziOTwufmkyw/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 55&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;MIL ESCUDOS &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;António Feliciano de Castilho&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614332327372412818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-N4KT02qDDEo/TeodgXgGV5I/AAAAAAAAArg/G5jsZXcu-zY/s320/113%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B2%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614332975302613138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-fRjrcUCt_qE/TeoeGFOsmJI/AAAAAAAAArw/hPIumJ3KwVI/s320/114%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B2%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi escolhido o retrato de António Feliciano de Castilho, poeta e prosador para a frente desta nota, e no verso as figuras simbolizando a Poesia e a Justiça. A frente da nota tem uma estampagem calcográfica com uma faixa central de cor avermelhada, onde sobressai ao centro o retrato de Castilho, esbatendo para uma cor verde para os lados, observando-se na cercadura trabalho de torno geométrico em linha branca e linha cheia. O fundo foi impresso tipograficamente em quatro cores (encarnado, verde, amarelo e azul), onde foi aplicado o sistema duplex com desenhos geométricos dispostos em íris. O verso da nota tem igualmente uma estampagem calcográfica a duas cores, sendo a vinheta central a verde bronze, sobressaindo as figuras da Poesia e da Justiça, esbatendo em tons vermelhos para os lados. A composição do fundo da nota, é idêntico ao da parte da frente. Todo este trabalho esteve a cargo da firma Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Co. Ltd., de Londres. O fabrico do papel foi efectuado pela firma inglesa T. H. Saunders &amp;amp; Co. Ltd. of Purfleet Wharf, de Londres. Tem como marca de água, no lado esquerdo e quando observado à transparência pela frente, uma cabeça representando a Agricultura, de perfil para o centro. Dimensões da nota 187 x 113 mm. Foram emitidas 455 000 notas com as datas de 27 de Abril de 1922 e 13 de Abril de 1926. Primeira emissão, 28 de Março de 1924 e última emissão em 22 de Dezembro de 1928. Foram retiradas de circulação em 14 de Agosto de 1931.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;António Feliciano de Castilho nasceu a 28 de Janeiro de 1800 na cidade de Lisboa, filho José Feliciano de Castilho, médico da Real Câmara e lente da Universidade Coimbra e de sua mulher Dona Domicilia Máxima de Castilho. Foi uma criança que teve uma infância marcada por dificuldades de saúde, incluindo sérios sintomas de tísica, as quais lhe provocaram a cegueira após um ataque de sarampo, impedindo-o durante o resto da vida de escrever e ler, tendo prosseguido os seus estudos ouvindo a leitura de textos e sendo obrigado a ditar a sua obra literária. Com a perda da visão os outros órgãos mais se apuraram como o da audição, que lhe permitiu o conhecimento profundo da língua portuguesa e de algumas línguas, conseguindo um conhecimento muito acentuado do latim, o que lhe permitiu distinguir-se como poeta de rara sensibilidade e prosador. Com apenas dezasseis anos de idade escreveu e publicou um “Epicédio na morte da Augustíssima senhora D. Maria I, rainha fidelíssima”, obra que foi reconhecida sendo-lhe concedida uma pensão com carácter de incentivo. No ano de 1818 publicou um poemeto, intitulado “À faustíssima aclamação de S. M. o Senhor Dom João VI ao trono. Estes dois trabalhos granjearam-lhe enorme prestígio, sendo-lhe atribuído um ofício de escrivão do Juízo da cidade de Coimbra. Cursou na Universidade de Coimbra com o seu irmão Augusto, onde se matricularam na Faculdades Cânones e estudaram humanidades clássicas, instruindo-se na procura dos poetas latinos. Em 1820 publicou uma “Ode à morte de Gomes Freire e seus Sócios”; imprimindo anonimamente nesse ano o elogio dramático “A Liberdade”. No ano seguinte publicou o poema “Cartas de Echo e Narciso”, dedicadas à mocidade coimbrã. Foi viver com o seu irmão para Sever do Vouga entre os anos 1826 e 1834, anos difíceis que se caracterizaram por perseguições políticas e violações de toda a ordem, a que se seguiu a Guerra Civil (1828-1834). Neste espaço de tempo para Feliciano de Castilho foram anos de acalmia, pois a terra serviu-lhe de refúgio, dedicando-se ao aprofundamento do estudo dos clássicos, traduzindo as “Metamorfoses” e os “Amores de Ovídio; escreveu imensos versos que os compilou nas “Escavações poéticas”. Casou com uma dama de nome Maria Isabel Baena Coimbra Portugal, no ano de 1834; deste casamento não adveio geração; enviuvou no ano de 1837. Divulgou através de fascículos a história de Portugal em número de oito, obra em que teve como colaborador Alexandre Herculano. Casou em segundas núpcias na ilha da Madeira, com Dona Ana Carlota Xavier Vidal, no ano de 1840, de onde adveio uma geração de sete filhos. Regressado a Lisboa em 1841, publicou o primeiro número da “Revista Universal Lisbonense”, por ele fundada e dirigida até ao ano de 1845. Atingiu o auge da sua produção literária, consolidando a sua reputação como escritor do regime, essencial para o sucesso literário no Portugal de então. Escreveu biografias de Garcia de Resende e do padre Manuel Bernardes. Em 1846 fez uma pequena incursão pela política, militando no partido Cartista; reconhecendo um enorme analfabetismo da população portuguesa, encetou uma luta pela qual se empenhou durante grande parte da sua vida, que consistia em fazer adoptar um método de leitura rápida, que se chamou o “Método Português” mais tarde conhecido por “Método Português de Castilho”, de aprendizagem da leitura, método este, que levantou enormes polémicas. Perante este excelente trabalho, o governo de então nomeou-o Comissário para a Propagação do Método Português e deu-lhe um lugar de destaque no Conselho Superior de Instrução Pública. O seu método nunca foi oficializado para uso generalizado nas escolas públicas, recusa que foi um pesar da vida de Castilho. Auto exilou-se nos Açores entre os anos de 1847 e 1850, onde aí conviveu com a nata da sociedade, escrevendo o “Estudo Histórico -Poético de Camões”, fundou uma tipografia onde imprimiu o jornal o Agricultor Michaelense; fundou a Sociedade das Letras e Artes, escreveu diversos trabalhos para uso nas escolas, etc.; apoiado pelas autarquias e por sua iniciativa criaram-se escolas, e aí se ensinou pela primeira vez a leitura repentina pelo Método Castilho. Regressou a Portugal em 1850, reforçando a sua luta contra aqueles que reprovaram o seu método de leitura, sendo publicadas diversas edições, com o nome de “Método Português de Castilho”, continuando a suas actividade de prosador e poeta. No ano de 1865 deslocou-se ao Brasil com o fim de alargar a todo o mundo lusófono o seu Método, sendo recebido pelo imperador D. Pedro II. Em 1858 D. Pedro V criou as cadeiras do Curso Superior de Letras de Lisboa, oferecendo a cadeira de literatura portuguesa a Castilho o qual declinou. No ano de 1866 foi a Paris e aí conheceu Alexandre Dumas de quem era um apaixonado. Publicou diversas obras em Paris e viu traduzido para a língua italiana a sua obra “Ciúmes de Bardo”. Foi-lhe concedido o título de visconde de Castilho em Maio de 1870. Enviuvou pela segunda vez no ano de 1871. Faleceu na cidade de Lisboa a 18 de Junho de 1875, sendo o seu funeral bastante concorrido, vendo-se representadas todas as classes da sociedade, dado o prestígio e fama por ele alcançados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia.org/Antonio Feliciano Castilho; dicionário/Castilho António. Lello Universal.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 01-06-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5783278835823297913?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5783278835823297913/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5783278835823297913' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5783278835823297913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5783278835823297913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/06/artigo-55-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hRToBytHQVY/TeodlDPvBqI/AAAAAAAAAro/ziOTwufmkyw/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3844421211370973729</id><published>2011-05-25T11:40:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T11:46:41.377-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VTyNYV_G0NM/Td1N4ikYHVI/AAAAAAAAAq8/jqVGbPL-RHA/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610726344520899922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-VTyNYV_G0NM/Td1N4ikYHVI/AAAAAAAAAq8/jqVGbPL-RHA/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 54&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República (1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;1910 – 2010&lt;br /&gt;Luís de Camões&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610726230053467858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-HMbfLSPKMyY/Td1Nx4JNttI/AAAAAAAAAq0/Xn2eM400UZM/s320/111%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B1%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610726768561141506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-nwc738IBx3g/Td1OROPctwI/AAAAAAAAArE/_DGHHEJZtCw/s320/112%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B1%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Chapa 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retrato do considerado príncipe dos príncipes poetas portugueses, Luís de Camões e as figuras simbólicas da Agricultura e do Comércio são os motivos relevantes desta nota. O trabalho de gravação das chapas, e a estampagem das notas foi confiado à firma inglesa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Co. Ltd., de Londres. A frente da nota tem uma estampagem calcográfica a talhe - doce, a azul - escuro, que engloba o retrato de Camões, embarcações de comércio e ornamentos com fino trabalho em guilhoché em linha branca. O verso tem uma estampagem calcográfica, a castanho – escuro, sobre fundo irisado impresso tipograficamente a violeta, verde, azul, rosa e amarelo, onde se apresenta de cada lado da nota as figuras simbólicas da Agricultura e do Comércio. O papel foi fabricado por T. H. Sauders &amp;amp; Co. Ltd. of Purfleet Wharf, de Londres e tem como marca de água, visto à transparência pela frente, a meio da nota, uma cabeça alegórica de mulher. Dimensões da nota 191 x 112 mm. Foram emitidas 435 000 notas com a data de 28 de Julho de 1920. A primeira emissão, 2 de Novembro de 1921 e a última emissão, 8 de Dezembro de 1925. Foram retiradas de circulação em 14 de Outubro de 1927.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Luís Vaz de Camões, ou Luís de Camões nasceu cerca do ano de 1524 na cidade de Lisboa oriundo de uma família da pequena nobreza. A casa ancestral de Camões tinha as suas origens na Galiza, seria descendente por via paterna de Vasco Pires de Camões, trovador galego, guerreiro e fidalgo que se mudou para Portugal no ano de 1370, recebendo do rei grandes honrarias. Luís de Camões era filho de Simão Vaz de Camões e de sua mulher Dona Ana de Sá Macedo. Com apenas três anos de idade a família teve que se deslocar para Coimbra devido à peste que assolou a cidade de Lisboa. Da sua infância nada se sabe. Da sua juventude pouco se sabe, mas terá recebido uma educação nos moldes clássicos, dominando o latim, estudando a literatura, e a história antiga e moderna. Por volta do ano de 1536 recebeu a protecção e a educação de um seu tio que o encaminhou para Coimbra. Dizem uns que era um aluno rebelde e indisciplinado, mas interessado pelo conhecimento das coisas, debruçando-se pela história e literatura. Por volta do ano de 1544 com vinte anos de idade abandonou os estudos e regressou a Lisboa. Conta que em Lisboa levou uma vida de boémia, frequentando tabernas e envolvendo-se em conflitos e em jogos amorosos. Nalgumas biografias tardias do poeta, surgem referências aos seus amores, entre elas por exemplo, falava-se de uma paixão pela infanta Dona Maria, irmã do rei, o que lhe valeu a prisão, e uma outra por Catarina de Ataíde, que sendo outro amor frustrado, e refugiou-se no Ribatejo, alistando-se posteriormente como soldado para Ceuta, onde permaneceu cerca de dois anos, perdendo aí a vista direita numa batalha naval no estreito de Gibraltar. Regressado a Lisboa voltou à vida anterior. Um documento datado de 1550 dá-o como alistado para viajar à Índia, como se segue:”Luís de Camões, filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá, moradores em Lisboa, na Mouraria; escudeiro de 25 anos, barbirruivo, trouxe por fiador a seu pai; vai na nau de S. Pedro dos Burgaleses… entre homens de armas”. Viria a embarcar no ano de 1553, porque numa procissão de Corpus Christi altercou com Gonçalo Borges, empregado do Paço, e feriu-o com a espada, sendo por isso condenado à prisão, e libertado somente em Março de 1553. Embarcou na nau São Bento em fins de Março de 1553, aportando em Goa no ano de 1554, enfrentando tempestades no Cabo da Boa Esperança, onde se perderam três naus. No ano de 1555 alistou-se e combateu na expedição contra o rei de Chembé. Neste mesmo ano, Camões acompanhou a esquadra de Manuel Vasconcelos para combater os mouros no mar Vermelho, não encontrando o inimigo, a armada aportou a Ormuz; aqui pensa-se que iniciou a escrita de “Os Lusíadas”. No ano de 1556 regressou a Goa onde escreveu o “Auto de Filodemo”. Foi preso devido a dívidas contraídas entre os anos 1556 e 1561. Mais tarde foi libertado pelo governador de então Dom Francisco Coutinho que o empregou e protegeu, nomeando-o Provedor-mor dos Defuntos e Ausentes de Macau, entre 1562 e os anos de 1564 ou 1565. Neste espaço de tempo deu continuidade à escrita de “Os Lusíadas”, que cada vez mais ganhava forma no seu todo. De regresso a Goa, sofreu um naufrágio junto à foz do rio Mekong, salvando apenas o manuscrito de “Os Lusíadas”; este desastre inspirou-o às célebres redondilhas “Sobre os rios que vão”, considerado mais tarde por António Sérgio como o expoente máximo da lírica camoniana. O trama do naufrágio teve influência numa redefinição de “Os Lusíadas”, a partir do Canto VII, conforme alocução do seu amigo Diogo do Couto. Viveu no Oriente todo o género de peripécias, modestamente compartilhando a sua casa com outros, escrevendo poesia e dedicando-se a actividades militares, onde sempre mostrou bravura, prontidão e lealdade à Coroa. No ano de 1567, Camões embarcou para Portugal na nau de Pedro Barreto com destino a Sofala na ilha de Moçambique, onde este havia sido designado governador, e aí Camões esperaria por um transporte que o trouxesse de regresso a Portugal; mas segundo os biógrafos, dizem que Pedro Barreto era traiçoeiro, fazendo promessas vãs a Camões, de tal modo que passados que foram dois anos Diogo do Couto o encontrou em estado miserável, conforme registo que deixou: “Em Moçambique achamos aquele Príncipe dos Poetas de seu tempo, meu matalote e amigo Luís de Camões, tão pobre que comia de amigos, e não faltou quem lhe desse de comer. E aquele inverno que esteve em Moçambique, acabando de aperfeiçoar os seus Lusíadas para os imprimir, foi escrevendo muito em livro, que intitulava Parnaso de Luís de Camões, livro de muita erudição, doutrina e filosofia, o qual lhe juntaram (roubaram). E nunca pude saber, no reino dele, por muito que inquiri. E foi furto notável”. Ainda antes de embarcar para Portugal foi embargado em duzentos cruzados pelo governador Pedro Barreto, por conta de gastos que tivera com o poeta, sendo auxiliado pelos seus amigos que reuniram a quantia para Camões ser libertado. Chegou a Portugal, desembarcando na cidadela de Cascais a bordo da nau Santa Clara em Abril de 1570. Ao fim de tantas peripécias concluiu “Os Lusíadas”, tendo-os apresentado ao rei Dom Sebastião que determinou que fossem publicados em 1572, concedendo-lhe uma pequena tensa em paga pelos serviços prestados na Índia, no valor de quinze mil reis anuais, mas só durante três anos, e mesmo assim, o pagamento era feito de forma irregular, fazendo com que o poeta passasse por imensas dificuldades materiais. Segundo consta os últimos anos de sua vida foram passados num quarto sobre a maior pobreza, “sem um trapo para se cobrir”, o que de certo modo é um exagero, pois tinha ainda ao seu serviço o escravo Jau que trouxera do Oriente, e alguma documentação oficial atestava que ainda possuía alguns meios. A sua obra “Os Lusíadas” é considerada a epopeia portuguesa por excelência, narrando a história de Vasco da Gama, dos heróis portugueses que navegaram além do Cabo da Boa Esperança, abrindo uma nova rota para a Índia. Adoeceu em Junho de 1580 depois de contrair a peste, falecendo nesse mês, sendo o seu corpo sepultado numa campa rasa na Igreja de Santa Ana, ou no cemitério dos pobres. O dia 10 de Junho é o escolhido para comemorar o “Dia de Portugal de Camões e as das Comunidades”.&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia. org. Luís de Camões. História de Portugal Pinheiro Chagas. Trechos avulsos.&lt;br /&gt;Óbidos – Outubro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no jornal das Caldas em 25-05-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3844421211370973729?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3844421211370973729/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3844421211370973729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3844421211370973729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3844421211370973729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/05/artigo-54-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-VTyNYV_G0NM/Td1N4ikYHVI/AAAAAAAAAq8/jqVGbPL-RHA/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-2831269994197433629</id><published>2011-05-23T14:44:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T14:51:27.193-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7o9TY6zoTuE/TdrWdhejMwI/AAAAAAAAAqk/hqrLE0pfQKA/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610032088534430466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-7o9TY6zoTuE/TdrWdhejMwI/AAAAAAAAAqk/hqrLE0pfQKA/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 53&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;MIL ESCUDOS&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Duque da Terceira&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610031804800369906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 224px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-tGL9cfOxeo4/TdrWNAfFBPI/AAAAAAAAAqc/_0ferMTclFk/s320/109%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2BA%2B-%2B1A.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610031600086535378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 221px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-f4Et4l0ZZhI/TdrWBF3fzNI/AAAAAAAAAqU/EbKFMpKBkao/s320/110%2529-Mil%2BEscudos-Ouro-Chapa%2BA%2B-%2B1B.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À primeira nota com o valor de mil escudos foi agraciada a figura do Duque da Terceira, general e homem de Estado português do tempo do liberalismo, com diversos títulos nobiliários, destacando-se tanto no campo político como no campo militar.&lt;br /&gt;A frente da nota apresenta com tons a azul - escuro os motivos principais (efígie, cercadura, escudo, vinhetas e legendas) assente sobre um fundo por zincogravura, em íris diagonal, lilás ao centro, esbatendo em verde e vermelho para os lados. O verso da nota apresenta um fundo de pontos impressos em íris, amarelo claro ao centro, esbatendo em vermelho e amarelo escuro para os lados, um emoldurado em estilo bizantino, alguns dizeres e diversos ornatos de guilhoché em linha cheia. O papel foi fornecido por Thomas de La Rue &amp;amp; Cº. Ltd., de Londres, apresentando visto de frente à transparência, uma marca de água com a legenda Banco de Portugal. Dimensões da nota 180 x 115 mm. Foram emitidas 118 000 notas com a data de 10 de Julho de 1920. A primeira emissão, 22 de Dezembro de 1920 e a última emissão, 20 de Fevereiro de 1923. Foram retiradas de circulação em 20 de Fevereiro de 1926.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;O Duque da Terceira de seu nome António José de Sousa Manuel de Meneses Severim de Noronha, nasceu em Lisboa a 18 de Março de 1792, filho de António de Sousa Manuel de Meneses Severim de Noronha, 6º. Conde de Vila Flor, um dos mais ricos homens de Portugal e de sua mulher Maria José de Mendonça. Com apenas dois anos de idade ficou órfão de pai, sucedendo-lhe no título de conde de Vila Flor, herdando uma enorme fortuna, composta por muitas comendas e bens de raiz e outros rendimentos vinculados. Seria extremamente penoso fazer a discrição dos bens herdados, como comendas, tenças, morgadios que compreendiam enormes quintas onde existiam lugares e aldeias inteiras, mosteiros e títulos honoríficos. Com tamanha riqueza, estava predestinado à vida na Corte, onde fez a aprendizagem da alta nobreza, voltada para a vida política e militar. Com apenas quatro anos de idade, recebeu o grau de Comendador da Ordem de Cristo, tendo no ano de 1804 professado como freire no Convento de Nossa Senhora da Luz. No ano de 1802 assentou praça como cadete do Regimento de Cavalaria 4, tendo sido promovido ao posto de alferes no ano de 1807. Aquando da primeira invasão francesa comandada pelo general Junot que entretanto tinha invadido Portugal, pediu a demissão do Exército, a qual lhe foi concedida alegando a não aceitação da submissão aos franceses. Após a expulsão das forças francesas de Portugal, reingressou no Exército com o mesmo posto, e foi promovido um ano após ao posto de tenente; no ano de 1811 já era capitão da 5ª. Companhia do Regimento de Cavalaria 4, participando activamente nas campanhas da Guerra Peninsular. Casou no ano de 1811 com a sua parente e prima Maria José do Livramento e Melo, filha do marquês de Sabugosa; deste casamento nasceu no ano de 1813 o único filho, o qual faleceu com apenas quinze meses. Durante as guerras Peninsulares destacou-se pelos seus feitos tendo sido promovido ao posto de coronel no ano de 1815 e condecorado com o grau da Ordem da Torre Espada. Em 1817 partiu para o Brasil a fim de integrar a nobreza a que pertencia, e ajudar a debelar a insurreição pernambucana. Foi nomeado governador e capitão – general do Grão – Pará, posto que ocupou até ao ano de 1820. Regressou a Portugal inserido na comitiva do rei D. João VI, no ano de 1821. Entretanto enviuvara e neste mesmo ano de 1821 contraiu matrimónio com Maria Ana Luísa Filomena de Mendonça deapenas treze anos de idade. Entre os anos de 1821 e 1824, viveram-se momentos trágicos em Portugal com assassinatos e golpes entre facções absolutistas e liberais, tendo o duque da Terceira se abstido de tomar parte na “Abrilada”, o que lhe custou a prisão no cárcere de Peniche, por ordem do D. Miguel, o que provocou de imediato a adesão deste ao campo liberal. Fracassada a “Abrilada”, D. Miguel exilou-se em Viena e o duque conjuntamente com outros elementos são libertados. Com a morte de D. João VI em 1826, a situação em Portugal agudizou-se. Subiu ao trono o seu filho D. Pedro IV, que de imediato promulgou a Carta Constitucional e nomeou o duque como Par do Reino. Até ao ano de 1828 continuaram-se a viver tempos terríveis em Portugal com a guerra civil sempre presente, com perseguições, assassinatos, saques, pilhagens, enfim, tudo acontecia de mau sem se vislumbrar o fim deste tenebroso ciclo. Os liberais foram derrotados em quase todas as frentes o que obrigou ao exílio de centenas, incluindo o duque da Terceira. No ano de 1829 e por carta régia, assinada pela rainha D. Maria II, que se encontrava no exílio em Londres, o duque foi nomeado capitão – general dos Açores. No mesmo ano embarcou para a Terceira, conseguindo ludibriar o bloqueio imposto pelos ingleses com um número elevado de emigrados. D. Miguel tentou tomar à força a ilha Terceira em 1829, travando-se dura e longa batalha, a da Praia da Vitória, a qual as forças liberais obtiveram estrondosa vitória. Após esta vitória, a notícia correu célere pelas outras ilhas o que provocou uma enorme adesão à causa liberal. No ano de 1832 D. Pedro desembarcou em Angra do Heroísmo, assumindo a regência em nome de sua filha, tratou de organizar uma expedição para desembarque nas costas portugueses entregando ao duque da Terceira o comando do exército de terra, composto pelos notáveis 7 500 bravos, desembarcando em Abril do mesmo ano no Mindelo. Após o desembarque começou a notar-se movimentações (deserções) das tropas constitucionais para o exército miguelista o que provocou um enorme desânimo. As lutas que se travaram foram bastante duras e com enormes baixas para ambos os lados apesar das forças liberais terem obtido quase sempre a vitória. D. Pedro IV assumiu o comando das forças liberais no ano de 1833 e como gratidão pelos préstimos do conde, elevou-o ao título de duque da Terceira. Neste ano foi promovido ao posto de marechal pelos feitos obtidos pela causa liberal. Entretanto os miguelistas ainda possuíam divisões no norte do país, pelo que o duque da Terceira para aí foi enviado tomando o comando das operações. No ano de 1834 as forças do duque batiam em Amarante os miguelistas, entraram em Vila Real, no dia seguinte chegaram a Murça e Vila Flor, após mais dois dias entraram em Moncorvo, indo de vitória em vitória. Percorreu a Beira Interior entrando em Lamego e já no mês de Maio em Viseu; no dia oito entrou em Coimbra e de seguida marchou sobre Tomar; por fim no dia dezasseis de Maio as forças comandadas pelo duque da Terceira encontraram o exército miguelista do general António Guedes de Oliveira, na batalha da Asseiceira, destroçando-os por completo, naquela que foi a última grande batalha da guerra civil. Com esta vitória, o duque da Terceira com o general Saldanha concertando as operações, marcharam o duque sobre Beja, e o general sobre Évora, envolvendo por completo o exército de D. Miguel, que aí se rendeu, depôs as armas e submeteu-se à rendição assinando a convenção de Évora Monte, terminando assim a fastidiosa guerra civil. No ano de 1836 o duque da Terceira passou a comandar o Exército Português fruto das suas inatas capacidades de chefia e estratégia militar. Entrou para a política em Abril de 1836 quando lhe foi entregue a pasta da Guerra; foi demitido em Setembro do mesmo ano, quando da revolução Setembrista vingou, com a anuência da rainha D. Maria II. O duque da Terceira foi um adversário resistente enquanto lhe foi possível das ideias da revolução de Setembro, pelo que ensaiou um contra-golpe palaciano da “Belenzada”, com a facção cartista, proclamando a restauração da Carta Constitucional de 1826. Em 1837 foi obrigado a exilar-se primeiro em Espanha e depois para França, em virtude da revolta esmagada pelos setembristas depois de assinada a Convenção de Chaves que terminou com uma pequena guerra civil. Foi eleito em 1838 pelo círculo eleitoral de Coimbra para integrar o Senado do Congresso, tendo prestado juramento no ano de 1839. No ano de 1842 regressou ao poder quando apoiou o pronunciamento cabralista que levou à restauração da Carta Constitucional. Neste mesmo ano foi demitido de comandante da 1ª. Divisão Militar pelo governo setembrista. Durante quatro anos o duque presidiu ao ministério denominado “Governo da Restauração”, de que Costa Cabral era o verdadeiro cerne. Neste espaço de tempo acumulou as pastas da Guerra e, interinamente a dos Negócios Estrangeiros, a do Reino e da Justiça. Aquando da revolução no Minho da Maria da Fonte no ano de 1846, o governo foi demitido. Após a assinatura da Convenção do Gramido, o duque não voltou ao governo; mas em 1851, foi chamado para formar um governo que pouco tempo durou. Deixou de vez o comando da 1ª. Divisão Militar no ano de 1855 e foi nomeado 1º. Ajudante-de-campo do rei D. Pedro V que o considerava como segundo pai. Entre os anos de 1859 e 1860 tomou posse da sua última presidência do Conselho de Ministros, por incumbência do rei D. Pedro V. Acumulou ao longo da sua vida uma colecção de distinções honoríficas e condecorações, as quais seria fastidioso enumerá-las. Faleceu no seu posto de trabalho no dia 26 de Abril de 1860, com 68 anos de idade e vitimado por uma pneumonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia.org/Duque da Terceira. Trechos avulsos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 18-05-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-2831269994197433629?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/2831269994197433629/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=2831269994197433629' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2831269994197433629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2831269994197433629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/05/artigo-53-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-7o9TY6zoTuE/TdrWdhejMwI/AAAAAAAAAqk/hqrLE0pfQKA/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-6998120197791578038</id><published>2011-05-19T11:01:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T11:08:35.407-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JyqG9I5OJLs/TdVb59DR-GI/AAAAAAAAAp8/TrC1qBNtImU/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608489962158815330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-JyqG9I5OJLs/TdVb59DR-GI/AAAAAAAAAp8/TrC1qBNtImU/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 52&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;QUINHENTOS ESCUDOS&lt;br /&gt;João de Barros &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608490082099530706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 173px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-L_caX90ubf8/TdVcA73YC9I/AAAAAAAAAqE/qPFMnfgsFwE/s320/107%2529-%2B500%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B13%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608490194328265842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 175px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-448yy4sqhA0/TdVcHd8ypHI/AAAAAAAAAqM/lqnW_epcI-s/s320/108%2529-%2B500%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B13%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chapa 13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À última nota de valor de 500$00, foi atribuída a figura de João de Barros, poeta, grande historiador, pedagogo - pioneiro da gramática de língua portuguesa, de uma cartilha para aprender a ler e publicista português. A frente da nota apresenta à esquerda uma impressão de um fundo anti-scanner cobrindo a marca de água, sendo limitada à direita por uma banda vertical em impressão de talhe doce com um desenho de um motivo decorativo de iluminura manuelina, distinguindo-se os caracteres na sua parte inferior; à esquerda desta banda vertical apresenta um desenho parcial da esfera armilar. O centro da nota apresenta um fundo decorativo policromático, baseado no jogo de motivos gráficos constituído por títulos das obras de João de Barros, sobreposto a este fundo um mapa - mundi patenteando a influência portuguesa em África e na Ásia, ladeado por dois anjos músicos; na zona do lado direito sobre um fundo idêntico ao da zona central a efígie de João de Barros, impressa a talhe doce. No verso da nota ocupando dois terços da mesma e sobre o lado esquerdo um fundo decorativo policromático, inspirado numa das páginas do códice Imagens do Oriente no Século XVI, representando cena da vida na Índia, composto por personagens, animais e vegetação luxuriante. No canto superior direito deste fundo a “esfera das letras”, destinado ao ensino da leitura e adoptada de uma xilogravura da Cartilha. Sobre o fundo uma vinheta representando duas figuras, simbolizando um homem de ciência e letras e um mercador, tendo por fundo duas naus. O papel possui uma marca de água e um filete de segurança e fluorescências. A impressão foi executada por François-Charles Oberthur Fiduciaire – France com trabalhos preliminares de De La Rue Giori, S.A. da Suiça Dimensões da nota 125 x 68 mm. Foram emitidas 89 058 403 notas. A primeira emissão é datada de 17 de Abril de 1997 e a última de 07 de Novembro de 2000. Foram retirada de circulação em 28 de Fevereiro de 2002.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;João de Barros nasceu segundo uns historiadores em Viseu, outros inclinam-se para Braga outros para Vila Real, e ainda outros para a Ribeira de Alitém, próximo de Pombal no ano de 1496, sendo um dos mais insignes escritores e historiadores portugueses da sua época. Oriundo de famílias nobres foi educado na corte de D. Manuel I no apogeu dos descobrimentos portugueses. Na sua juventude já demonstrava um carácter de índole literária, iniciando a escrita com um romance de cavalaria “A Crónica do Imperador Clarimundo, donde os Reis de Portugal descendem”, dedicando-o ao príncipe Dom João, com pouco mais de vinte anos de idade. No ano de 1521 quando D. João III subiu ao trono, este concedeu a João de Barros o cargo de capitão da fortaleza de São Jorge da Mina. Em 1525 foi nomeado tesoureiro da Casa da Índia, missão que ocupou até ao ano de 1528. A peste negra que atingira quase toda a Europa também se fez sentir em Portugal e no ano de 1530 João de Barros refugiou-se na sua Quinta de Alitém – Pombal, onde concluiu o seu diálogo moral “Rhopicapneuma”, alegoria que recebeu os maiores elogios de Jusan Luis Vives, de origem catalã. Após dois anos regressou a Lisboa no ano de 1532 onde D. João III o designou como feitor da Casa da Índia e da Mina, cargos que desempenhou com grande destaque e responsabilidade, numa Lisboa que era naquele tempo um empório a nível europeu, para todo o comércio originário do oriente. Desempenhou uma administração exemplar ao contrário dos seus antecessores que acumularam enormes fortunas com os cargos então exercidos. No ano de 1535 e após o rei D. João III, ter procedido a reformas acentuadas na colónia do Brasil, com o fim de atrair colonos e evitar as tentativas da penetração francesa, dividiu a colónia em capitanias hereditárias, seguindo um sistema já aplicado nas ilhas atlânticas e em Cabo Verde; agraciou João de Barros com a posse de duas capitanias em parceria com Aires da Cunha, o “Ceará” e o “Pará”; partiram no ano de 1539 com uma armada composta por dez embarcações e novecentos homens. A expedição não foi feliz, devido aos erros cometidos pelos seus pilotos, indo aportar às Antilhas espanholas, o que lhe provocou enormes prejuízos, levando em atenção o seu grande humanismo. Pagou as dívidas aos familiares dos que haviam falecido na expedição. Os anos em que permaneceu no Brasil, dedicou-os aos estudos durante as horas vagas; logo após a desastrosa expedição ao Brasil, publicou a “Gramática da Língua Portuguesa”, e uma “Cartilha para Aprender a Ler” com o fim de auxiliar o ensino da língua materna. Após este trabalho, reassumiu um compromisso que lhe havia sido endereçado por o rei D. Manuel I - A escrita de uma história que narrasse os feitos dos portugueses na Índia. Mas a obra marcante de João de Barros, foi sem dúvida alguma as “Décadas da Ásia” (Ásia de João de Barros, dos feitos que os Portugueses fizeram na conquista e descobrimento dos mares e terras do Oriente). O nome “Décadas”, agrupa os acontecimentos por livro em períodos de dez anos. A primeira década foi publicada em 1522, a segunda em 1553, a terceira em 1563 e a quarta, inacabada foi mais tarde completada por João Baptista Lavanha e publicada após a sua morte no ano de 1615 em Madrid. A escrita de João de Deus é admirável de pureza, vigor e propriedade valendo-lhe o cognome de “Tito Lívio Português”. O estilo de prosa fluente e rico pouco interesse despertou em vida, sendo somente conhecida uma tradução italiana em Veneza, em 1563. Dom João III, entusiasmado com a obra ora apresentada solicitou a João de Barros que redigisse uma crónica relativa a Dom Manuel I, o que João de Barros declinou evocando os muitos afazeres na Casa da Índia, sendo este trabalho redigido por outro grande humanista português Damião de Góis. No ano de 1568 sofreu um acidente vascular, sendo exonerado das suas funções recebendo um título de fidalguia e uma tença régia do rei Dom Sebastião. Veio a falecer na sua Quinta de Alitém, em Pombal no ano de 1570, na maior das misérias, sendo tantas as dívidas que os filhos renunciaram ao seu testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Diário da República I Série – Número 167/987. Wikipedia/org.João de Barros. Lello Universal.&lt;br /&gt;Óbidos, Outubro de 2010. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 11-05-2011&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-6998120197791578038?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/6998120197791578038/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=6998120197791578038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6998120197791578038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6998120197791578038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/05/artigo-52-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-JyqG9I5OJLs/TdVb59DR-GI/AAAAAAAAAp8/TrC1qBNtImU/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3047847110044656808</id><published>2011-05-06T11:28:00.000-07:00</published><updated>2011-05-06T11:34:15.518-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-R4jgcE7W7LI/TcQ-q3Q6jxI/AAAAAAAAAp0/F-WNIHTW3tk/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603672742466064146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-R4jgcE7W7LI/TcQ-q3Q6jxI/AAAAAAAAAp0/F-WNIHTW3tk/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 51&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;QUINHENTOS ESCUDOS&lt;br /&gt;Mouzinho da Silveira&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603672589036392802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-KbQ2y_4P9gI/TcQ-h7sbkWI/AAAAAAAAAps/7a0Kre7ROmQ/s320/161%2529%2B500%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B12%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603672479589252722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 149px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-fuz5KgcQ1HQ/TcQ-bj-MvnI/AAAAAAAAApk/aaxK_SYSeLc/s320/162%2529%2B500%2BEscudos%2B-%2BChapa%2B12%2B-%2Bb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chapa 12&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É a décima segunda nota emitida com o valor de Quinhentos escudos, evocando a figura de José Xavier Mouzinho da Silveira, (1780-1849), estadista português do século XIX, uma das figuras marcantes da implantação do sistema constitucional.&lt;br /&gt;Na frente, é evocada a figura de Mouzinho da Silveira, num desenho estampado a castanho avermelhado, com idade avançada, o escudo nacional, com o fundo a duas cores branco e avermelhado, tendo o verso estampado também com cores castanho e avermelhado um feixe de diversos cereais, atados com vides e com ornatos de guilhoché. Dimensões da nota 157x74 mm. Foram emitidas 342 638 000 notas, com a data da primeira emissão de 7 de Outubro de 1988. Foram retiradas de circulação em 30 de Abril de 1998.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;José Xavier Mouzinho da Silveira, mais conhecido por Mouzinho da Silveira nasceu em Castelo de Vide, a 12-06-1780, e faleceu na cidade de Lisboa a 04-04-1849. Foi um eminente estadista, jurisconsulto e político de nomeada, considerado um dos maiores vultos da revolução liberal; operou profundas modificações na área da fiscalidade e da justiça com a sua obra de legislador. Nasceu no seio de uma família de abastados proprietários rurais. Em 1796 partiu para Coimbra onde frequentou os preparatórios no Curso de Leis, terminando a sua formatura no ano de 1802. Em finais de 1804 partiu para Lisboa, continuando a gerir bens de família deixados pela morte de seu pai. Em 1807, assistiu à entrada das forças napoleónicas em Lisboa, comandadas pelo general Junot. Tomou posse de juiz de fora na vila de Marvão no ano de 1809. Em 1813 foi nomeado juiz de fora de Setúbal. Regressado a Lisboa, foi nomeado Provedor de Portalegre, onde se manteve até 1821. No ano de 1823 ascendeu a Ministro da Fazenda. Na sequência da Abrilada foi feito prisioneiro sendo encarcerado no castelo de São Jorge, conjuntamente com outros políticos, sendo libertado em 1824. Foi elevado às honras de fidalgo cavaleiro da Casa Real, no ano de 1825. Nas eleições de Outubro de 1826, foi eleito deputado pelo ciclo do Alentejo, integrando a Comissão da Câmara dos Deputados, centrando a actividade parlamentar na fiscalidade e gestão do património. No ano de 1828, pediu licença para viajar, durante um ano, permanecendo em Paris até ao ano de 1832, onde desenvolveu estudos sobre fiscalidade. Em Fevereiro de 1831, foi nomeado membro da comissão consultiva, que substitui o Conselho de Estado, junto da Regência em nome de D. Maria II. Pela experiência adquirida ao longo da sua vida como fiscalista, foi convocado em Março de 1831, para fazer parte como membro da Comissão da Fazenda da Câmara de Deputados, da comissão encarregue de angariar fundos e obter empréstimos para subsidiar a causa liberal. Acompanhou D. Pedro IV, nas suas campanhas pela implantação do Liberalismo, em Janeiro de 1832 Tomou posse do cargo de Ministro e Secretário dos Negócios da Fazenda e Interino dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça. Acompanhou novamente o rei D. Pedro IV, aos Açores, em Abril de 1832, donde partiu em 27 de Junho com uma força expedicionária para o Mindelo. Enquanto nos Açores vê serem promulgados 24 decretos. Desembarcou no Mindelo em Agosto de 1832, seguindo para o Porto, onde foi cercado pelas forças de D. Miguel; durante esse espaço de tempo que viveu no Porto, prosseguiu a sua reforma, sendo publicados mais vinte decretos de sua autoria. Foi acusado pelos seus correligionários de ser austero, radical e insensato; estando em desacordo com o desenvolvimento das finanças; perante esta situação solicitou a demissão de todos os cargos, os quais foram aceites e decretados por D. Pedro IV, datado de Dezembro de 1832. Neste espaço de tempo, (nove meses), deixou um legado de 44 decretos e duas portarias, que foram o sustentáculo das bases da fiscalidade moderna portuguesa, introduzindo ao mesmo tempo uma reforma profunda no sistema judiciário. Fundou o Supremo Tribunal de Justiça. Entre Dezembro de 1832 e Março de 1833, exilou-se em França. Regressou a Portugal no ano de 1834 onde veio ocupar um lugar na Câmara de Deputados. No ano de 1836, recusou-se a jurar a Constituição de 1822, demitindo-se, tendo sido preso; após a sua libertação exilou-se novamente em França. Voltou a Portugal em 1839, entrando na Câmara de Deputados onde permaneceu até 1840. Perde as eleições por 2 votos no ano de 1842, quando se candidatou a deputado pelo Alentejo. Foi um verdadeiro lutador; ministro, político (abraçando a causa liberal), reformista, deputado enérgico, legislador de nomeada, juiz, enfim um visionário, apesar das vicissitudes por que passou, desde a prisão e exílios a que foi forçado, até ao desempenho dos mais altos cargos governamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obra consultada – “O papel-moeda em Portugal” – Banco de Portugal; wikipedia.org.Mouzinho da Silveira; Dicionário Lello Universal.&lt;br /&gt;Óbidos Setembro de 2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 04-05-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3047847110044656808?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3047847110044656808/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3047847110044656808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3047847110044656808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3047847110044656808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/05/artigo-51-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-R4jgcE7W7LI/TcQ-q3Q6jxI/AAAAAAAAAp0/F-WNIHTW3tk/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-467848466191251457</id><published>2011-04-29T10:39:00.000-07:00</published><updated>2011-04-29T10:47:02.277-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3Dv3c5_i4t8/Tbr48EtvklI/AAAAAAAAApc/DWVQy8jEz_E/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601062797530075730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-3Dv3c5_i4t8/Tbr48EtvklI/AAAAAAAAApc/DWVQy8jEz_E/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 50&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;QUINHENTOS ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Francisco Sanches &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601062717534754018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-HlHpUtNjF20/Tbr43atX1OI/AAAAAAAAApU/Tc-pXjnX1V4/s320/103%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B11-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601062579326047410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-azwS89_FlfI/Tbr4vX12VLI/AAAAAAAAApM/0LRYfL1oa_I/s320/104%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B11-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chapa 11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vulto de Francisco Sanches é lembrado nesta nota, onde além da efígie extraída de um quadro do século XVII, existente na Universidade de Toulouse, se observam temas ligados à sua actividade do célebre médico, e um aspecto da cidade de Braga, onde foi baptizado. As características técnicas foram executadas com base nas maquetas iniciais do arquitecto João de Sousa Araújo, sendo a estampagem executada pelos estampadores holandeses, Joh Enschedé en Zonen, Grafische Inrichting B.V de Haarlem, que procederam à elaboração das chapas e à estampagem das notas. A parte da frente da nota é composta por uma estampagem a talhe-doce, em que sobressai a castanho-avermelhado, o retrato de Francisco Sanches, o escudo nacional, dísticos e trabalho em guilhoché. O fundo de técnica “offset”, apresenta na parte central um planta da cidade de Braga, datada de 1594, um ornato duplex a azul-lilás e verde e a circundar a ovalóide sem impressão, um desenho numismático com o símbolo da Medicina. O verso apresenta uma estampagem a talhe-doce a castanho-avermelhado como a da frente, uma panorâmica da antiga Praça dos Arcebispos, em Braga, dísticos e ornamentos de guilhoché. O fundo do verso, em “offset”, inclui um trabalho numismático que se estende pelas margens. O ornato que circunda a ovalóide sem impressão, à direita, é idêntico ao da frente. O papel é do fabrico dos papeleiros franceses Société Arjomari-Prioux, de Paris. Apresenta como marca de água no lado esquerdo da frente da nota a imagem de Francisco Sanches, com um filete de segurança, de traço descontínuo, incorporado no papel, situando-se na zona central um pouco descaído para o lado esquerdo. Dimensões da nota 156 x78 mm. Foram emitidas 5 684 000 notas com a data de 4 de Outubro de 1979. Primeira emissão, 18 de Dezembro de 1981. Foram retiradas de circulação a 31 de Maio de 1990.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Francisco Sanches nasceu em Braga no ano de 1550, oriundo de famílias judaicas, convertido à religião católica pelo baptismo, (cristão novo), que ocorreu na Igreja de São João do Souto da mesma cidade em 25 de Julho de 1551. Foi médico, filósofo e matemático português do século XVI e primeiro quartel do século XVII. Com apenas doze anos de idade abandonou Portugal e foi para Bordéus onde deu continuidade aos seus estudos no Colégio Guyenne, até ao ano de 1569. Era um colégio onde a renovação intelectual era patente e onde influíam o reformismo religioso e o renascimento italiano. Com 19 anos foi para Itália onde estudou Medicina aprendendo a investigar cadáveres, estudando e desenvolvendo a Anatomia e estudos cirúrgicos. Regressou de novo a França, onde desempenhou as funções de médico no hospital de Toulouse. Matriculou-se no ano de 1573 na Faculdade de Medicina de Montpellier onde tomou o grau de Doutor e depois de Lente. Em 1577, radicou-se definitivamente em Toulouse onde desempenhou as funções de director do hospital desta localidade durante de 30 anos. No ano de 1585 foi chamado por convite para professor na Faculdade de Artes de Toulouse, onde exerceu esta actividade durante 25 anos. Em 1610 ingressou como professor na Universidade de Medicina onde permaneceu cerca de 11 anos, tendo sido considerado um dos mais brilhantes mestres. A par da Medicina foi um eminente filósofo, contestando na sua obra a filosofia de Aristóteles e o pretenso saber da escolástica, mostrando o falível do testemunho dos sentidos, denunciando a ineficácia dos métodos tradicionais tentando definir o seu próprio ideal de conhecimento. São de sua autoria as seguintes obras: 1)- “Carmen de Cometa”, publicada em 1577; 2)-“Quod nihil scitur” (Que nada se sabe), editado em Lyon no ano de 1581; 3)- “De divinatione per som num, ad Aristotelem”, no ano de 1585; 4)- “Opera Médica”, que inclui vários tratados filosóficos; 5)- “Tractatus Philosophici; e 6)- “Ad C. Clavium epistola”, uma carta consulta a Cristóvão Clávio. A sua figura está patente na Universidade de Toulouse, onde foi colocado um retrato como homenagem póstuma na Sala dos Actos. Também a cidade de Braga o não esqueceu erigindo uma estátua e dando o seu nome a uma escola. Faleceu em Toulouse no ano de 1622.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Dicionário Lello Universal; wikipedia.org/Francisco Sanches; Instituto Camões; História de Portugal Pinheiro Chagas.&lt;br /&gt;Óbidos Setembro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 27-04-2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-467848466191251457?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/467848466191251457/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=467848466191251457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/467848466191251457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/467848466191251457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/04/artigo-50-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3Dv3c5_i4t8/Tbr48EtvklI/AAAAAAAAApc/DWVQy8jEz_E/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3579990254439930380</id><published>2011-04-21T15:40:00.000-07:00</published><updated>2011-04-21T15:48:01.355-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HQYJNeQo0CQ/TbCzdjPtj1I/AAAAAAAAApE/xtgdneT7pXU/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598171657080246098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-HQYJNeQo0CQ/TbCzdjPtj1I/AAAAAAAAApE/xtgdneT7pXU/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 49&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;QUINHENTOS ESCUDOS&lt;br /&gt;D. João II &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598171324528380178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 160px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ReOVmpIB9cI/TbCzKMZKyRI/AAAAAAAAAo0/CVeEJzB4Qwg/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B101%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B10-%2BA.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598171163314290802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-aRvtPEOpxQk/TbCzAz0vAHI/AAAAAAAAAos/C5Jo-6E2i4s/s320/102%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B10-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 10 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na chapa com o número dez, foi inserida a figura do rei D. João II, cognominado de “O Príncipe Perfeito”, para a maior parte dos historiadores, outros definiram-no também “Visionário” pelas posições e atitudes de força assumidas para com os reis católicos de Espanha, então uma força em expansão partilhando o mundo com os portugueses. A nota comporta como principais elementos o retrato da cópia de uma pintura do rei D. João II, existente no museu de Viena “Kunsthistorisches”, um pormenor dos grupos escultóricos que decoram o Padrão dos Descobrimentos, de autoria do mestre Leopoldo de Almeida e uma rosa dos ventos. As maquetas são de autoria do arquitecto João de Sousa Araújo. A totalidade do trabalho referente ao fabrico desta nota, foi executado pela casa holandesa Job. Enschedé en Zonen, Grafische Inrichting N.V., de Haarlem. A estampagem calcográfica da nota tanto na frente como no verso foi realizada pelo processo Giori, que consiste numa estampagem directa a três cores, através de uma chapa de aço gravada em talhe-doce. O fundo da frente e do verso, foi feito em “offset”, e é constituído por três chapas com registos especiais. O papel é de fabrico da Société Arjomari, de Paris, e apresenta uma coloração amarelada, um filete transversal intermitente e a marca de água é composta por um retrato igual ao estampado. Dimensões da nota 156x78 mm. Foram emitidas 111 073 000 notas com as datas de 25 de Janeiro de 1966 e 6 de Setembro de 1979. Primeira emissão, a 17 de Outubro de 1966 e a última emissão a 6 de Abril de 1982. Foram retiradas de circulação em 29 de Janeiro de 1988. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Biografia: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;D. João II nasceu em Lisboa, no Paço das Alcáçovas no castelo de S. Jorge a 3 de Maio de 1455, filho de D. Afonso V e de sua mulher D. Isabel de Coimbra, cognominado de “O Príncipe Perfeito”. Foi o 13º. Monarca de Portugal. D. João II foi educado pelo seu pai acompanhando-o nas campanhas do norte de África, tendo sido armado cavaleiro após a tomada de Arzila em Agosto de 1471. No ano de 1473 casou em Setúbal com a sua prima direita D. Leonor de Viseu. Em 1474 recebeu do pai a regência e a direcção política da expansão do reino, enquanto seu pai travava lutas com os castelhanos. No ano seguinte assumiu a regência do Reino, que entretanto entregou a Dona Leonor, para acudir ao pai em Castela. Participou na cruel batalha de Toro, onde se distinguiu pela sua bravura, obtendo uma difícil vitória sobre Fernando o “Católico”. Foi aclamado rei em Santarém por D. Afonso V, por este ter decidido abdicar recolhendo-se em religião, mas só viria a suceder-lhe após a morte em 1481. Desde jovem que D. João não era visto com simpatia junto dos pares do reino, em virtude deste ser imune a influências externas e desprezar a intriga palaciana, recaindo nos nobres muitas reservas à sua governação; demonstrou à nobreza que tinha razões de sobra, pois viviam-se momentos de intrigas e conspirações para retirar poder à aristocracia e concentrá-lo todo em si. No ano de 1482 mandou construir a fortaleza de São João da Mina, na África Ocidental. Começaram a surgir as conspirações, - correspondência trocada entre o duque de Bragança e os reis Católicos, solicitando a intervenção destes que foi interceptada pelos espiões do rei, no ano de 1483. Em consequência, o duque é executado em Évora e a casa de Bragança foi extinta, sendo o seu fabuloso património absorvido pela Coroa. Em 1484, D. Diogo, duque de Viseu e irmão da rainha, foi chamado ao Paço e aí apunhalado pelo cunhado D. João II, por ser suspeito de estar a dirigir uma nova conspiração. Muitas mais pessoas foram executadas, assassinadas ou exiladas para Castela, incluindo o bispo de Évora D. Garcia de Meneses, envenenado na prisão, por sobre ele recair desconfianças em relação ao poder exercido pelo monarca. Diz a tradição que D. João II, comentou em relação a esta “limpeza no país”: “eu sou o senhor dos senhores, não o servo dos servos”. D. João II quis dizer que a partir daquele momento era o centro absoluto do reino. Neste mesmo ano Diogo Cão descobriu a Foz do Rio Zaire. Afonso de Paiva e Pêro da Covilhã iniciam a viagem que os levou aos reinos do Egipto e da Etiópia. Em 1488 o grande navegador Bartolomeu Dias cruzou o Cabo da Boa Esperança, navegando em pleno oceano Índico, façanha nunca dantes alcançada por um europeu. A disputa dos mares entre Portugal e Espanha toma uma dimensão tal, que teve que se proceder à assinatura de Tratados para demarcar o domínio dos mares que competiam a cada um. O príncipe herdeiro D. Afonso casou no ano de 1490 com a princesa Isabel, filha dos reis católicos de Espanha, falecendo este de desastre no ano seguinte. No ano de 1494, foi assinado o Tratado de Tordesilhas, que conferira uma zona exclusiva à Coroa portuguesa, e que consistia no traçado de uma linha imaginária a 360 milhas a ocidente do arquipélago de Cabo Verde. Estabelecida este figura jurídica que ficou conhecida como “mare clausum”, ficou consagrado o direito das duas potências da época condicionar o direito à navegação a outras potências, nomeadamente aos ingleses. Tratou-se de uma conquista nunca dantes alcançada por qualquer outra potência, ficando com o caminho livre para as futuras explorações oceânicas, que se vieram a concretizar; “O Caminho Marítimo para a Índia” e a “Descoberta do Brasil”. Só à astúcia e à visão de D. João II se deve este documento que veio alterar a configuração política do mundo de então. Foi o monarca com o qual Portugal deu passos decisivos na preparação e realização da expansão, erguendo-se ao patamar de potência mundial de primeiro plano. Não deixou sucessão directa, apesar dos esforços encetados para legitimar em Roma um filho bastardo, D. Jorge, pela oposição da rainha e as influências dos seus inimigos. Antes de falecer escolheu Manuel de Viseu, duque de Beja, seu primo direito e cunhado para sucessor. A rainha Isabel a Católica, de Castela, por ocasião da sua morte, terá afirmado “Murió el Hombre!”, referindo-se a D. João II como o “Homem” por alcunha, devido às posições de força que assumira durante o reinado. Faleceu num fim de tarde no dia 25 de Outubro de 1495, no Alvor, Algarve. O seu corpo encontra-se no Mosteiro de Santa Maria da Vitória da vila da Batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: wikipedia.org. D. João II de Portugal; vidas lusófonas D. João II; Dicionário Lello Universal; História de Portugal de Pinheiro Chagas; “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal.Óbidos Setembro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 20-04-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3579990254439930380?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3579990254439930380/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3579990254439930380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3579990254439930380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3579990254439930380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/04/artigo-49-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-HQYJNeQo0CQ/TbCzdjPtj1I/AAAAAAAAApE/xtgdneT7pXU/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-8058814842194344694</id><published>2011-04-15T10:29:00.000-07:00</published><updated>2011-04-15T10:35:20.038-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-n4M4clvstzs/TaiBNyVNCaI/AAAAAAAAAok/La3MqV-r_Xc/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595864610856831394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-n4M4clvstzs/TaiBNyVNCaI/AAAAAAAAAok/La3MqV-r_Xc/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 48 &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Centenário da Implantação da República &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(1910-2010) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Numária &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;QUINHENTOS ESCUDOS &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Dom Francisco de Almeida&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595864386048891250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-01ihl8CdK4c/TaiBAs20GXI/AAAAAAAAAoU/nCUaJYJtuxw/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B99%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B9-%2BA.png" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595864522568384978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-QgqdNTKZiUs/TaiBIpbmQdI/AAAAAAAAAoc/orYlxPafnqY/s320/100%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B9-%2BB.jpg" border="0" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Chapa 9 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A esta nota foi a atribuída a efígie de Dom Francisco de Almeida para englobar a frente da nota, recaindo no verso uma vinheta representando o primeiro Vice-rei da Índia a receber a embaixada do rei de Narsinga. A gravação e a estampagem das notas foram de autoria da casa inglesa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. A frente da nota apresenta duas estampagens calcográficas; uma a castanho-escuro com a efígie de Dom Francisco de Almeida, e a outra em tons de castanho esverdeado, constituída pela cercadura com trabalho de guilhoché em linha branca e linha cheia e linhas paralelas a proteger a efígie. O fundo da frente da nota é impresso em máquina “offfset”, com distribuição das cores pelo sistema íris; nas margens utilizam-se desenhos do tipo gravura numismática de cor avermelhada e de cor acinzentada na parte central. No verso da nota existe uma única estampagem calcográfica de cor acastanhado escuro, contendo uma vinheta representando a recepção de Dom Francisco de Almeida ao rei de Narsinga assentando sobre um fundo com características idênticas às da frente da nota. Trata-se de um trabalho de elaborada qualidade técnica, que tiveram uma existência relativamente curta, em consequência do assalto à agência do Banco de Portugal na Figueira da Foz, em 17 de Maio de 1967. Nesse assalto foram roubadas 12 000 notas, o que deu origem à sua retirada de circulação de toda a emissão. As notas roubadas não foram postas em circulação, em virtude do aviso público de Junho de 1967, que as fez perder o curso legal, poder liberatório, e nem sequer eram susceptíveis de reembolso ou de troca. O papel foi fabricado pela firma Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, e apresenta como marca de água à esquerda, quando visto à transparência de frente, o retrato de Dom Francisco de Almeida, reprodução ampliada. Dimensões da nota: 156 x 97 mm. Foram emitidas 8 452 000 notas com a data de 27 de Maio de 1958. A primeira emissão, 22 de Dezembro de 1961 e a última emissão de 30 de Setembro de 1966. Foram retiradas de circulação em 31 de Agôsto de 1967. Biografia: Dom Francisco de Almeida nasceu em Lisboa no ano de 1450. Foi um brilhante militar português dotado de notáveis estratégias que o auguraram a importantes vitórias no extremo oriente. Era filho de D. Lopo de Almeida 1º. Conde de Abrantes e de sua mulher Dª. Beatriz da Silva, dama da corte de D. Duarte e camareira-mor de Dona Isabel, esposa de D. Afonso V. Recebeu esmerada educação na corte de D. Afonso V, onde se depreende desde jovem um elevado espírito militar; ao serviço do mesmo monarca, D. Francisco de Almeida demonstrou os seus dotes militares na Batalha de Toro (1476) que, embora de resultados negativos para Portugal, foi reveladora das suas capacidades militares. Já no reinado de D. João II, notabilizou-se ao serviço dos reis católicos na conquista de Granada. D. João II como agradecimento pelos seus serviços, distinguiu-o com a sua confiança, atribuindo-lhe o desempenho de tarefas importantes. Nomeou-o capitão - mor de uma armada, que tinha como função reivindicar a pertença dos territórios americanos descobertos por Cristóvão Colombo, para Portugal. Com o Tratado de Tordesilhas (1494), delimitando a área de influência dos dois países ibéricos; o problema foi resolvido pela via diplomática e a armada não chegou a partir. No ano de 1505 D. Manuel I, manda-o chamar para desempenhar funções de vice-rei das Índias com todos os plenos poderes para proceder e impor de imediato o domínio português no Índico. Em Março do mesmo ano, partiu para o Indico uma armada composta por 1 500 soldados, distribuídos por 16 naus e 6 caravelas, tendo como capitães, homens de linhagem e de vasta experiência de navegação. Nos diversos regimentos que se teriam de cumprir, o primeiro que se dava a conhecer, consistia, na construção de fortalezas tanto na costa ocidental como oriental de África, assim como estreitar laços de amizade com chefes tribais, xeques e reis, mas em especial guerrear o rei de Calecut. Partindo de Belém em Março, aportou em Julho ao porto de Dale, na costa da Guiné, chegando a Quiloa, coroando Mohamed Anconij rei de Quiloa, fazendo-o jurar lealdade a Portugal, entregando-lhe o reino, de que mandou fazer instrumentos públicos. Seguindo o seu trajecto foi conquistando praças e erguendo fortalezas que assegurem a presença e o domínio português. Após tomar Quiola, incendiou Mombaça, na costa oriental de África. Construiu fortalezas em Cananor e Cochim, favorecendo, auxiliando e criando amizades com estes soberanos. Em Agosto de 1508 sofreu um rude golpe, num ataque dos mouros a Chaul, onde é morto o seu filho D. Loureço de Almeida conjuntamente com mais 80 homens, que foram entretanto incumbidos pelo vice-rei de se deslocarem à ilha das Maldivas, que distava 50 léguas de Cochim, percorrendo a costa de Malabar. Com a morte do filho o seu carácter moldou-o como um homem muito cruel e vingativo. Em Dezembro de 1508 partiu de Cananor para Diu em busca de Mirhocem, capitão do sultão da Babilónia, com uma armada composta por 19 velas, guerreando contra ele e a armada de Calecut e de Miliquias, senhor de Diu, onde os venceu e os desbaratou, fazendo entretanto as pazes com Miliquias, regressando a Cochim, vingando assim a morte do seu filho. Segundo os cronistas Dom Francisco de Almeida recebeu cartas de el-rei mandando entregar a governação da Índia a Afonso de Albuquerque, o que lhe custou imenso esta atitude; em Novembro do mesmo ano partiu de Cochim para Cananor, navegando para sul, até que no primeiro dia de Dezembro aportou à aguada de Saldanha junto ao Cabo da Boa Esperança. Foi morto pelos indígenas, a quem apelidavam de cafres, com um zaguncho ou zagaia de ferro na garganta que lha atravessou de lés a lés, em Março de 1510; faleceu também nas mesmas circunstâncias Diogo Pires que tinha sido aio do seu filho. Exerceu o cargo de vice-rei da Índia desde 1505 a 1509. A sua governação caracterizou-se, graças ao seu valor como homem do mar e governante esclarecido e incorruptível, no domínio absoluto português no Oriente. Foi considerado pela nobreza como um valente soldado, hábil almirante, estadista, político astuto, perspicaz e forte, sábio administrador e feitor inteligente. Casou com Dª. Joana Pereira, filha de Vasco Martins Moniz, comendador de Panóias, da qual tiveram; D. Lourenço de Almeida, que acompanhou o seu pai e faleceu na Índia; Dª. Leonor de Almeida, que casou em primeiras núpcias com Francisco de Mendonça e em segundas com D. Rodrigo de Melo, conde de Tentúgal e primeiro Marquês de Ferreira; e D. Susana de Almeida que casou com Diogo de Barbuda, alcaide - mor de Seia. No seu túmulo, em Abrantes, está escrito: “Aqui jaz D. Francisco de Almeida, primeiro Vice-rei da Índia, que nunca mentiu nem fugiu”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;FIM&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia: O papel-moeda em Portugal. Banco de Portugal. Wikipedia. Org./Francisco de Almeida. Trechos avulsos. Óbidos – Agosto de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Artigo publicado no Jornal das Caldas em 13-04-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-8058814842194344694?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/8058814842194344694/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=8058814842194344694' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8058814842194344694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8058814842194344694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/04/artigo-48-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-n4M4clvstzs/TaiBNyVNCaI/AAAAAAAAAok/La3MqV-r_Xc/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-8885298963496028244</id><published>2011-04-07T09:25:00.000-07:00</published><updated>2011-04-07T09:31:48.150-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sDXK_wFOx4Q/TZ3mHasEYjI/AAAAAAAAAoM/dr9bcWy78S0/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592879327361655346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-sDXK_wFOx4Q/TZ3mHasEYjI/AAAAAAAAAoM/dr9bcWy78S0/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 47&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Centenário da Implantação da República (1910-2010)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(1910-2010)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;QUINHENTOS ESCUDOS&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;D. JOÃO IV&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592879105591058210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-tSejBDeRzYA/TZ3l6gh1nyI/AAAAAAAAAn8/G_zNtwCvxz4/s320/97%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B8-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592879210672949026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-TxvtLsJPksM/TZ3mAn_UByI/AAAAAAAAAoE/yiS6BNMuiQ4/s320/98%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B8-%2BB.jpg" border="0" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;QUINHENTOS ESCUDOS Dom João IV Chapa 8 A efígie de D. João IV, foi a escolhida para a frente da nota, tendo no verso uma gravura da sua aclamação como rei de Portugal após a Restauração da Independência. A gravação das chapas e a estampagem das notas foram efectuadas pela firma inglesa, Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. A frente da nota é composta por duas estampagens calcográficas, sendo uma a preto - esverdeado, com a efígie do rei D. João IV e a outra a vermelho escuro, com a cercadura trabalhada a guilhoché e linhas paralelas de protecção à efígie. O fundo, impresso em íris com trabalho em duplex, contém um desenho em relevo que se estende pelas margens. O verso tem uma estampagem calcográfica a vermelho escuro, representando a aclamação de D. João IV, como rei de Portugal, com trabalho a guilhoché em linha branca e linha cheia, sendo o fundo de composição idêntica ao da frente da nota. Os espaços destinados à marca de água, na frente e no verso da nota são protegidos com impressões tipográficas. O fabrico do papel ficou a cargo da firma Portals Limited, Laverstoke, Mills, Whitchurch, Hampshire. A marca de água quando vista a transparência pela frente, e no lado esquerdo, apresenta uma cabeça alegórica de perfil para o centro. Dimensões da nota 156 x 97 mm. Foram emitidas 6 570 000 notas com as datas de 28 de Novembro de 1944 e 11 de Março de 1952. A primeira emissão de 16 de Fevereiro de 1955 e a última emissão, 19 de Dezembro de 1961. Foram retiradas de circulação em 30 de Junho de 1979. Biografia: D. João IV nasceu em Vila Viçosa a 19 de Março de 1604, sendo o vigésimo primeiro rei de Portugal, e o primeiro da quarta dinastia, também conhecida pela dinastia de Bragança. Filho de D. Teodósio, 7º. Duque de Bragança e da duquesa D. Ana de Velasco y Girón, nobre senhora oriunda da corte espanhola. D. João herdou o senhorio da casa ducal no ano de 1630; foi o 8º. Duque de Bragança; 5º. Duque de Guimarães; 3º Duque de Barcelos; 7º. Marquês de Vila Viçosa; e ainda Conde de Arraiolos, Ourém, Neiva, Guimarães e Barcelos. Por via paterna era trineto do Rei D. Manuel I, através da duquesa D. Catarina, infanta de Portugal, e sua avó paterna. Foi-lhe dado o cognome do “Restaurador”, por ter sido restaurada a independência nacional, anteriormente dominada pela Casa de Habsburgo. Segundo alguns historiadores, como Joaquim Veríssimo Serrão, D. João IV recebeu uma esmerada educação e o gosto pela montaria, pela mão do seu aio D. Diogo de Melo; Jerónimo Soares, indica-nos que o rei recebeu uma profunda preparação para as letras clássicas e em teologia, estudando ao mesmo tempo música, recebendo lições do inglês Robert Tornar, que tinha sido contratado para mestre da capela de Vila Viçosa. D. João IV casou com Dona Luísa de Gusmão, mulher oriunda da Casa de Medina Sidónia, em 13 de Outubro de 1633 em cerimónia de grande fausto. No ano de 1634 foi pai pela primeira vez, de um filho a quem foi dado o nome de Teodósio, o qual veio a falecer no ano de 1653; príncipe de capacidade intelectual notável, foi Duque de Bragança e Príncipe do Brasil. Foi sepultado em São Vicente de Fora. No ano de 1635 nasceu e morreu em Vila Viçosa aquela a quem foi dado o nome de Ana de Bragança. Em 1636 nasceu o seu terceiro filho de sexo feminino, a quem foi dado o nome Joana de Bragança, que viveu somente dezassete anos, a quem foi dado o título de princesa das Beiras. No ano de 1638 foi pai daquela que foi rainha de Inglaterra, Catarina de Bragança (1638-1705), por casamento com o rei Carlos II de Inglaterra. No ano de 1640 foi novamente pai do seu quinto filho, nascido morto, a quem deram o nome de Manuel de Bragança. No mesmo ano de 1640 quando a burguesia e aristocracia portuguesas, cansadas e descontentes com o já longo domínio castelhano (60 anos), sobre Portugal, foi D. João o escolhido para encabeçar o movimento, o qual a muito custo e por influência de sua mulher D. Luísa de Gusmão e em especial do secretário João Pinto Ribeiro, aceitou tamanha responsabilidade. Após a concretização do golpe palaciano e com a morte do representante castelhano em Portugal, o detestado Miguel de Vasconcelos, D. João foi aclamado rei de Portugal, no dia 15 de Dezembro. A aclamação do rei em todo o território foi feita pacífica e alegremente, desde Bragança ao Algarve, passando pela totalidade das colónias espalhadas por todo o mundo, através de mensageiros encarregues de entregar documentação (cartas) para as autoridades de cada terra a dar a boa nova e seguir os preceitos nelas indicados; por todo o lado houve manifestações de imensa alegria e felicidade. Após estes acontecimentos realizaram-se festejos e procissões por toda a parte. Após a oração de praxe da aclamação, documento político enunciando os direitos da casa de Bragança ao trono português, coube a um notável jurista, Francisco de Almeida Leitão, em uníssono com todos os presentes em alta voz, o triplo brado tradicional “Real, Real, por El-Rei Dom João de Portugal”. A notícia correu célere e rapidamente chegou ao conhecimento do destronado rei D. Filipe III, o qual de certo modo demorou enviar tropas castelhanas em socorro da situação entretanto vivida em Portugal devido às suas tropas estarem demasiado ocupadas e dispersas nos teatros da Guerra dos Trinta Anos, e nomeadamente com a revolta da Catalunha, o que permitiu aos portugueses reorganizar os exércitos e organizar a defesa. No acto de coroação de Dom João IV, este, coroou rainha de Portugal a Nossa Senhora da Conceição, colocando-lhe a seus pés a respectiva coroa, ficando estabelecido que de agora em diante seria a padroeira de Portugal. Foi difícil e dificultada por parte de alguma nobreza e de alguns prelados a rebelião que deu origem à restauração da Independência de Portugal, sendo por estes considerado uma traição, versão espalhada por todas as capitais europeias a partir de Madrid. Uma outra nobreza que se encontrava em Madrid, recusou a oferta de regresso e do perdão do monarca português, o que veio criar uma grave cisão no corpo da nobreza. Neste mesmo ano cria o Conselho de Guerra. No ano de 1641 houve uma tentativa de assassinar D. João IV, no Rossio, em Lisboa a qual fracassou, tendo pago os riscos da conspiração o marquês de Vila Real, o duque de Caminha, o conde de Armamar, o clérigo D. Agostinho Manuel, o guarda-mor da Torre do Tombo, Pedro de Beça e muitos mais notáveis. A guerra com Espanha não se fez esperar, estendendo-se esta até às colónias, onde Portugal obteve apoio de Inglaterra, França e Suécia, adversários dos espanhóis na Guerra dos Trinta Anos. D. João IV, aproveitou esta situação para enviar diplomatas por toda a Europa com o objectivo de reconhecerem a independência e obter apoios financeiros e militares. Com esta tomada de situação D. João teve de criar novos impostos, desvalorizar a moeda e recrutar voluntários para fazer face ao confronto militar que se adivinhava muito próximo. Neste ano de 1641 verificaram-se as primeiras escaramuças, no Alentejo, sendo a parte mais vulnerável do reino e principal domínio da Casa de Bragança. O conde de Vimioso concentrou as suas forças na praça de Elvas, mas o conde de Monterrey, que se tinha fortalecido em Badajoz, atacou Campo Maior e Olivença. No ano de 1642, um outro ataque surgiu no sotavento algarvio, mais concretamente em Alcoutim e Castro Marim, tendo os espanhóis sido rechaçados. No ano de 1643 nasceu o filho Afonso, o qual viria a ser o futuro rei de Portugal “Afonso VI”. Criou a Junta dos Três Estados e do Conselho Ultramarino. A Beira Alta e a província do Minho foram alvo de várias escaramuças as quais não sortiram o efeito desejado no ano de 1644. Também neste ano de 1644 os espanhóis concentram os seus exércitos em Badajoz, mas são derrotados pelas tropas portuguesas na Batalha do Montijo, naquela que foi considerada a mais brilhante vitória da Restauração da Independência de Portugal, sobre o comando de Matias de Albuquerque, recebendo por este acto o título de conde de Alegrete. No ano de 1646 nasceu o seu último filho Pedro, que viria a ser o rei de Portugal “ D. Pedro II”. Entre os anos de 1648-1649, foram anos de potencial risco para D. João IV, pois as nossas colónias estavam a ser absorvidas em especial por holandeses e espanhóis, reconquistando a colónia de Angola e São Tomé e Príncipe, por intermédio de Salvador Correia de Sá. Aos holandeses foi reconhecida pelos espanhóis a posse das capitanias do Brasil, mas foi desta imensa colónia que veio a solução militar, que iria por cobro ao domínio flamengo; acontecendo com a vitória dos Guararapas sobre estes, o que provocou a expulsão dos mesmos. Criou a Companhia da Junta do Comércio. Foi um reformador em toda a extensão, promulgando muita legislação, para a satisfação das carências dos governos da Metrópole e nas Colónias. Era um rei artista e letrado, exímio amador da música, compondo diversas peças, que no seu tempo, estiveram à altura dos maiores de Portugal. Foi com ele que se iniciou a 4ª. e última dinastia, a qual durou 270 anos, sendo cognominada a dinastia de Bragança. D. João IV faleceu a 6 de Novembro de 1656, no Paço da Ribeira em Lisboa, estando sepultado no Panteão, no Mosteiro de São Vicente de Fora. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;F I M &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal. Banco de Portugal. Wikipedia. org. João IV de Portugal. Trechos avulsos. História de Portugal de Pinheiro Chagas20 de Maio de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 06-04-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-8885298963496028244?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/8885298963496028244/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=8885298963496028244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8885298963496028244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8885298963496028244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/04/artigo-47-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-sDXK_wFOx4Q/TZ3mHasEYjI/AAAAAAAAAoM/dr9bcWy78S0/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-2605353465397285178</id><published>2011-03-31T14:26:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T14:33:28.915-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SOXNoNi2KkE/TZTyLWzatJI/AAAAAAAAAnk/i2dbiXKAIMg/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590359314387350674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-SOXNoNi2KkE/TZTyLWzatJI/AAAAAAAAAnk/i2dbiXKAIMg/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 46&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Centenário da Implantação da República&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(1910-2010)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;QUINHENTOS ESCUDOS &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590359519389914034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-z0pWfbsMYjc/TZTyXSf1k7I/AAAAAAAAAns/arQURZOEc40/s320/95%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B7-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590359810826510594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-RsgNJgVCiBU/TZTyoQLvIQI/AAAAAAAAAn0/FW2VjQPmXu4/s320/96%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B7-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Damião de Góis &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Chapa 7 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O célebre cronista português do século XVI Damião de Góis foi o escolhido para figurar na frente da nota com a chapa 7. O trabalho de chapas e estampagem foi efectuado pela firma inglesa Waterlow &amp;amp; Sons Ltd., de Londres. Foram aplicadas duas estampagens calcográficas na frente da nota sobre fundo duplex em íris. Ainda na frente podem observar-se dois grupos de linhas ondulantes paralelas, gravadas na chapa de aço, de protecção à efígie e à vinheta central. A ilustração da frente da nota é composta por elementos extraídos da Igreja de Santa Cruz de Coimbra, com destaque para a figura de Damião de Góis. O verso da nota é composto por uma estampagem calcográfica, também sobre fundo duplex em íris. No verso da nota está representado o púlpito da Igreja de Santa Cruz de Coimbra e uma cabeça copiada de um medalhão manuelino existente nas colunas do túmulo de D. Afonso Henriques que foi utilizado na marca de água. O papel é de origem inglesa e é produção da firma Portals Ltd. O papel tem como marca de água quando visto à transparência pela frente, no lado esquerdo, a cabeça ornamental de perfil para o centro. Dimensões da nota 156 x 97 mm. Foram emitidas 7 960 000 de notas com a data de 29 de Setembro de 1942. A primeira emissão, 7 de Setembro de 1943 e a última emissão de 26 de Janeiro de 1955. Foram retiradas de circulação em 31 de Maio de 1973. Biografia: Damião de Góis, historiador, humanista e cronista português, foi uma das pessoas mais relevantes do Renascimento em Portugal, era natural de Alenquer onde nasceu a 2 de Fevereiro de 1502. De forte personalidade, foi um dos espíritos mais críticos da sua época. Oriundo de famílias nobres, era filho de Rui Dias de Góis, almoxarife, valido do duque de Aveiro e de sua quarta mulher Isabel Gomes de Limi. No ano de 1512 por morte do seu pai, Damião de Góis passou 10 anos da sua infância na corte de D. Manuel I como moço de câmara. No ano de 1523, foi colocado em Antuérpia como secretário da feitoria portuguesa por incumbência do rei D. João III. Entre os anos de 1528 e 1531, efectuou diversas missões diplomáticas e comerciais pelas principais cidades europeias. No ano de 1533, abandonou os serviços do reino, dedicando-se exclusivamente aos propósitos humanísticos. No ano de 1534, conheceu e tornou-se íntimo do grande humanista holandês Desiderius Eramus, com quem adquiriu enorme experiência e o acompanhou nos seus estudos e escritos. Estudou em Pádua até ao ano de 1538 onde foi contemporâneo de humanistas italianos, como Pietro Bembo e Lazzaro Buonamico. Fixou-se na cidade de Lovaina em Itália, até ao ano de 1544. Damião de Góis foi feito prisioneiro aquando da invasão francesa da Flandres, sendo mais tarde libertado por incumbência do rei D. João III. No ano de 1548 foi nomeado guarda-mor dos Arquivos Reais da Torre do Tombo. Em 1558, foi o cronista escolhido pelo cardeal D. Henrique para escrever a crónica oficial do rei D. Manuel I. No ano de 1567, completou esta obra sendo alvo de acérrimos ataques de algumas famílias nobres, as quais ficaram desagradadas com alguns relatos e conteúdos. Em virtude destes ataques no ano de 1571, Damião de Góis, caíu nas malhas do Santo Ofício (Inquisição), por interferência destas ditas famílias. Foi preso, sujeito ao processo inquisitorial, com a aplicação das sevícias em que o Santo Ofício era useiro e vezeiro em utilizar, para obter a confissão de crimes e não só. No ano de 1572 foi deportado para o Mosteiro da Batalha. Em 1574 abandonado pela família, foi encontrado morto na sua casa em Alenquer, presume-se que brutalmente assassinado. As suas obras em latim e português são históricas: A Crónica do Felicíssimo Rei Dom Emanuel (1566-1567) e a Crónica do Príncipe Dom João (1567). Ao contrário de outros cronistas, e em especial de João de Barros, seu contemporâneo, manteve uma posição neutral nos seus escritos em especial nas crónicas a El-Rei D. Manuel I e a El-Rei D. João III. Faleceu a 30 de Janeiro em Alenquer sendo sepultado na igreja de Santa Maria da Várzea, da mesma vila.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;F I M &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org.J.wiki/Damião de Góis. Trechos avulsos. História de Portugal Manuel Pinheiro ChagasÓbidos, Maio de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 30-03-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-2605353465397285178?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/2605353465397285178/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=2605353465397285178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2605353465397285178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2605353465397285178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/03/artigo-46-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SOXNoNi2KkE/TZTyLWzatJI/AAAAAAAAAnk/i2dbiXKAIMg/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-273220108561453685</id><published>2011-03-31T14:20:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T14:26:00.016-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-l061VlhaTec/TZTwk3j2sSI/AAAAAAAAAnE/R1KKMuKGoNA/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590357553653920034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-l061VlhaTec/TZTwk3j2sSI/AAAAAAAAAnE/R1KKMuKGoNA/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 45 &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Centenário da Implantação da República &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(1910-2010) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;QUINHENTOS ESCUDOS &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590357653965032978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-iXVgEc5XK5s/TZTwqtP4zhI/AAAAAAAAAnM/8AgLmDbECO8/s320/93%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B6-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590357745367222594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ACHVd9P1IPs/TZTwwBv3iUI/AAAAAAAAAnU/eA1IZ-goPI4/s320/94%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B6-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Infante D. Henrique&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Chapa 6&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos vultos mais notáveis da história da civilização europeia e do mundo ocidental, o infante D. Henrique, foi o escolhido para dar a estampa à frente da nota da chapa 6, numa reprodução dos painéis atribuídos a Nuno Gonçalves, que se encontram no Museu Nacional de Arte Antiga, de Lisboa. A elaboração das chapas e respectiva estampagem estiveram a cargo da casa Waterlow &amp;amp; Sons.Ltd., de Londres. A frente da nota é composta por duas estampagens calcográficas (talhe-doce); uma a preto, com a figura do infante e outra em tons avermelhados acastanhados, com ornatos trabalhados a guilhoché em linha branca e linha cheia. O fundo da nota é composto por um desenho uniforme, é impresso tipograficamente em íris. O verso da nota contém uma estampagem calcográfica, a verde-escuro, com a gravura do túmulo do Infante no Mosteiro da Batalha, e ornamentação que serve de moldura à área ocupada pela marca de água. O fundo diferente do desenho é de impressão idêntica à da frente da nota; duplex em íris. O papel utilizado na elaboração desta nota é da autoria da firma inglesa Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch,Hampshire. Para a sua elaboração foram utilizados novos materiais e técnicas, sendo introduzidos na sua composição fios de seda fluorescentes por toda a superfície e só visíveis com a incidência de determinado tipo de luz. A marca de água quando vista à transparência pela frente é constituída por uma cabeça da época dos descobrimentos, colocada a esquerda e de perfil para o centro. Dimensões da nota 156 x 97 mm. Foram emitidas 2 288 000 notas com a data de 26 de Abril de 1938. A primeira emissão, 6 de Setembro de 1939 e a última emissão, 7 de Setembro de 1943. Foram retiradas de circulação em 31 de Dezembro de 1958. Biografia: O Infante D. Henrique nasceu na cidade do Porto a 4 de Março de 1394, recebendo o nome do seu tio-avô Henrique de Lencastre, que viria a ser o futuro rei Henrique IV de Inglaterra. Era o quinto filho de D. João I e de Dona Filipa de Lencastre, recebendo destes conjuntamente com os seus irmãos uma esmerada educação, a qual ficou conhecida como a “Ínclita Geração dos Altos Infantes”. No ano de 1414 com apenas vinte anos, convenceu o pai levar a efeito uma campanha para a conquista de Ceuta. No ano de 1415 procedeu-se à conquista da cidade de Ceuta, assegurando logo de início ao reino de Portugal o controlo das rotas marítimas do comércio entre o Atlântico e o Levante. Neste mesmo ano foi armado cavaleiro, recebendo os títulos de Duque de Viseu e Senhor da Covilhã. No ano de 1416 foi-lhe encarregue o governo da cidade de Ceuta. No ano de 1418 a cidade de Ceuta sofreu o primeiro cerco, imposto pelo conjunto das forças dos reis de Fez e Granada. D. João, um dos irmãos mais novos do infante e o próprio D. Henrique vão em socorro da cidade o que lhes granjeou uma vitória, pondo de imediato termo ao cerco. Tentou atacar Gibraltar, mas as condições atmosféricas não o permitiram, impedindo-o de desembarcar. Regressou a Ceuta onde recebeu ordens de D. João I para abandonar esse empreendimento, pelo que tornou a Portugal no ano de 1419. Neste mesmo ano montou uma armada de corso “pirataria, pilhagem”, que actuava estrategicamente no estreito de Gibraltar partindo da cidade de Ceuta. Com estas acções permitiu que muitos dos seus homens obtivessem larga experiência náutica e de habituação à vida marítima, servindo-se deles para mais tarde os levar para outras viagens com destinos desconhecidos. Entre os anos 1419 e 1420, alguns dos seus escudeiros, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, desembarcaram nas ilhas do arquipélago da Madeira, já conhecidas dos portugueses desde do século anterior. Aqui iniciaram o desenvolvimento do arquipélago com a cultura de cereais que vieram minimizar a escassez deste produto que afligia Portugal. No ano de 1420 D. Henrique foi nomeado dirigente da Ordem de Cristo, sucedânea da Ordem dos Templários, cargo que exerceu durante toda a sua vida. Pelo ano de 1427 alguns dos seus navegadores (Gonçalo Velho), chegaram até aquele que é hoje o arquipélago dos Açores, procedendo de imediato à sua colonização. No ano de 1433 o arquipélago da Madeira é doado ao infante D. Henrique, pelo seu irmão D. Duarte, que entretanto subira ao trono por morte do pai. Na Europa de então o ponto conhecido mais meridional da costa africana era o Cabo Bojador. No ano de 1434 Gil Eanes é o primeiro europeu a passá-lo, eliminando de vez os mitos, os medos e as lendas que se contavam acerca do mesmo. No ano de 1437 é o principal dinamizador e organizador da conquista de Fez, a qual se saldou num fracasso militar enorme, já que o seu irmão mais novo D. Fernando, mais tarde cognominado “O Infante Santo”, foi feito prisioneiro durante 11 anos, até aí falecer. Por morte do seu irmão D. Duarte, auxilia o seu irmão D. Pedro na regência, durante a menoridade do sobrinho D. Afonso V. No ano de 1441 e com a evolução de novas técnicas de marear as embarcações foram também de certo modo acompanhando a evolução, surgiu a caravela, uma embarcação de maior porte e com três a cinco velas, o que permitia um melhor manuseamento e maior velocidade. Neste ano de 1441 Nuno Tristão e Antão Gonçalves atingiram o Cabo Branco. No ano de 1443 chegaram à Baía de Arguim, e aqui procederam à construção de um forte que ficou concluído no ano de 1448. O navegador Dinis Dias chegou ao rio Senegal no ano de 1444, entrando em território guineense; assim os limites sul do grande deserto do Sara são ultrapassados, o que permite ao Infante D. Henrique cumprir um dos seus objectivos; desviar as rotas do comércio do deserto e aceder às riquezas na África Meridional. No ano de 1446 cerca de quatro dezenas de embarcações levantaram âncora de Lagos com destino à costa meridional africana. Em 1450 descobriu-se o arquipélago de Cabo Verde. Foi por esta época encomendada a Fra Mauro, um monge veneziano a elaboração de um mapa - mundo do velho continente e onde reflectisse a costa meridional africana. No ano de 1452 chegou o primeiro ouro da costa africana em quantidade tal, que permitiu a cunhagem dos primeiros cruzados nesse metal. Pelo ano de 1460 e com a continuidade de forte implementação e entusiasmo incutido pelo Infante, Pêro de Sintra chegou à Serra Leoa. D. Henrique ficou conhecido para a história como o Infante de Sagres ou o Navegador, sendo-lhe atribuída a responsabilidade de ter sido o obreiro e iniciador das descobertas. Segundo Gomes Eanes de Zurara, na crónica do descobrimento e conquista da Guiné, dizia que as expedições organizadas e realizadas pelo Infante tinham cinco motivações: 1- conhecer a terra além Canárias e do cabo Bojador; 2- trazer ao reino mercadorias (riqueza); 3- saber até onde chegava o poder muçulmano; e 4- a expansão da fé Cristã. D. Henrique faleceu no ano de 1460, deixando um legado enorme às gerações vindouras, as quais souberam servir-se dele, para mais tarde descobriram o caminho marítimo para Índia, a descoberta do Brasil, a descoberta dos mares da China e Japão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;F I M &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org.J.wiki/Infante D. Henrique. Trechos avulsos. História de Portugal Manuel Pinheiro Chagas. Óbidos, Maio de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 23-03-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-273220108561453685?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/273220108561453685/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=273220108561453685' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/273220108561453685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/273220108561453685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/03/artigo-45-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-l061VlhaTec/TZTwk3j2sSI/AAAAAAAAAnE/R1KKMuKGoNA/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-4589016002097793655</id><published>2011-03-31T14:10:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T14:20:10.190-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-An37jDy4oD8/TZTuMpeTT7I/AAAAAAAAAms/FYJKstbIqUQ/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590354938532417458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-An37jDy4oD8/TZTuMpeTT7I/AAAAAAAAAms/FYJKstbIqUQ/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 44 &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Centenário da Implantação da República&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(1910-2010)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;QUINHENTOS ESCUDOS &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590355087092746258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-XMmanq1eIlA/TZTuVS52CBI/AAAAAAAAAm0/O9FoPL8MUaI/s320/91%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B5-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590356255063992450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-MNtnc7F4pg4/TZTvZR746II/AAAAAAAAAm8/1EQITpkRakU/s320/92%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B5-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;José da Silva Carvalho &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Chapa 5 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta nota apresenta na parte da frente o retrato de um dos fundadores do Sinédrio, foi um dos mais notáveis vultos da Revolução de 1820, José da Silva Carvalho. A gravação das estampagens e das chapas das notas estiveram ao cargo da casa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. A frente é composta por duas estampagens calcográficas; sendo uma a preto, com a figura de José da Silva Carvalho, e outra em tom avermelhado, com a fachada do Palácio de Queluz e respectiva cercadura. O fundo em duplex multicolor, é protegido por linhas finas paralelas gravadas na chapa de aço (talhe-doce). O verso é composto com uma estampagem calcográfica a verde-escuro, apresenta um trecho do lago do Palácio de Queluz e uma cabeça numismática simbolizando a “Liberdade”. O fundo em íris é em tudo muito semelhante à composição da frente da nota. O papel foi fabricado pela firma Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, possuindo como marca de água, quando visto à transparência pela frente e sobre o lado direito, a cabeça de Homero, poeta épico da Grécia antiga, de perfil para o centro. Dimensões da nota 177 x 104 mm. Foram emitidas 2 185 600 notas com a data de 18 de Novembro de 1932. A primeira emissão, de 3 de Setembro de 1934 e a última emissão datada de 1 de Setembro de 1939. Foram retiradas de circulação em 30 de Junho de 1948. Biografia: José da Silva Carvalho, obreiro da Revolução Liberal de 1820 nasceu em São João das Areias, Santa Comba Dão em 19 de Dezembro de 1782. Era oriundo de uma família de lavradores humildes que a muito custo conseguiram que frequentasse o Colégio das Artes em Coimbra. No ano de 1800 ingressou na Universidade de Coimbra, concluindo o curso no ano de 1805. No ano de 1810 foi colocado na vila de Recardães, como juiz de fora. No ano de 1814 foi nomeado Juiz dos Órfãos da cidade do Porto; ingressando por esta altura na vida política. No ano de 1818 com o descontentamento provocado pela sistemática interferência inglesa na vida política portuguesa, fundam com outros o “Sinédrio” (associação revolucionária e secreta criada em Portugal por Manuel F. Tomás, Ferreira Borges, o próprio José S. Carvalho e por J. Ferreira Viana, no ano de 1818 na cidade do Porto, que antecedeu à implantação do liberalismo em Portugal, com a Revolução Liberal de 1820). Após a vitoriosa revolta, Silva Carvalho foi eleito membro da Junta Provisional preparatória das Cortes, entre os anos de 1820-1823. Fez parte de Regência do Reino, até ao regresso do rei D. João VI do Brasil. No ano de 1821 foi-lhe confiada a pasta dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça. No ano de 1823 foi obrigado a exilar-se em Inglaterra, em virtude da implantação do absolutismo. No ano de 1826 D. Pedro é aclamado rei e outorgou a Carta Constitucional, a que se seguiu uma larga amnistia, regressando a Portugal muitos dos exilados, entre outros Silva Carvalho. No ano de 1828 D. Miguel, após jurar a Carta regressa a Portugal, onde deveria casar com sua sobrinha Maria da Glória, filha de D. Pedro, que abdicou do trono em favor desta. Quando D. Miguel chegou a Portugal, vindo de Viena de Áustria, rompeu com o juramento e proclamou-se rei absoluto, movendo forte perseguição aos liberais. Silva Carvalho foi obrigado a exilar-se pela segunda vez em Inglaterra. No exílio os liberais formam um partido que tinha como ideal a defesa da Carta Constitucional, que conjuntamente com a vinda de D. Pedro do Brasil, formaram a frente liberal, comandada por este; fizeram uma expedição comandada pelo duque da Terceira aos Açores. No ano de 1832 Silva Carvalho foi nomeado Auditor Geral do Exército Libertador. A expedição saiu de S. Miguel e em princípios de Julho desembarcou na praia do Mindelo, tomando de imediato a cidade do Porto. A reacção de D. Miguel não se fez esperar, fazendo um cerco ao Porto por largo tempo, provocando enormes dissabores às populações. No fim do ano de 1832 D. Pedro IV nomeia Silva Carvalho ministro da Fazenda e no ano de 1833 ministro da Defesa, distinguindo-o pela atitude patriótica que teve na defesa do cerco, pela coragem e inteligência, incutindo ânimo aos mais descrentes e desanimados. Os miguelistas vão sofrendo derrotas umas atrás das outras, primeiro no cerco do Porto; logo de seguida a sua esquadra é derrotada no cabo de S. Vicente pelo duque da Terceira; em Almoster são derrotados pelo duque de Saldanha; por fim o duque da Terceira derrota-os na Asseiceira, pondo fim à guerra civil com a assinatura no ano de 1834 da Convenção de Évora - Monte e com a partida para o exílio de D. Miguel. No ano de 1834 morreu D. Pedro IV, o que desde logo debilitou a acção de Silva Carvalho até que a Revolução de 1836 a aniquilou na totalidade, sendo obrigado mais uma vez a exilar-se pela terceira vez. No ano de 1836, regressou a Portugal, para jurar a Constituição; dotado de um enorme carácter fez as pazes com os adversários, continuando a sua carreira de legislador e de magistrado até ao ano da sua morte. Recusou títulos de nobreza por diversas vezes, aludindo que ia de encontro às suas origens plebeias. Foi Ministro nos reinados de D. João VI, D. Pedro IV e de D. Maria II. Honras de que foi alvo e cargos exercidos: No ano de 1822 foi Ministro da Justiça; Foi o Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, de 1822 a 1839; Foi Ministro da Fazenda entre 1832 e 1836, nos governos do duque de Saldanha e do duque da Terceira; No ano de 1833 acumulou as pastas da Marinha e da Justiça até ao ano de 1834; Foi Membro da Associação Eleitoral do Centro; Foi o primeiro Presidente do Supremo Tribunal de Justiça; Foi Deputado às Cortes por diversas vezes; Par do Reino; Conselheiro do Estado; Condecorado com a Grã-Cruz em Portugal com a Ordem de S. Tiago e em Espanha com a Ordem de Carlos III; e por fim Sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa e do Instituto Histórico do Brasil. A sua obra é bastante vasta, tendo sido publicada por um seu descendente. Faleceu em 5 de Setembro de 1856 e foi sepultado no Cemitério dos Prazeres em Lisboa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;F I M&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia.org.J. da Silva Carvalho. Maçons e políticos de Portugal. Trechos avulsos.Óbidos, Abril de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 16-03-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-4589016002097793655?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/4589016002097793655/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=4589016002097793655' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4589016002097793655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4589016002097793655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/03/artigo-44-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-An37jDy4oD8/TZTuMpeTT7I/AAAAAAAAAms/FYJKstbIqUQ/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3864072147583192790</id><published>2011-03-31T14:03:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T14:09:50.410-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FlHH9LNEKVM/TZTssMly9WI/AAAAAAAAAmM/m3LPHGBnj64/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590353281511781730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-FlHH9LNEKVM/TZTssMly9WI/AAAAAAAAAmM/m3LPHGBnj64/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 43 Centenário da Implantação da República&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(1910-2010&lt;/strong&gt;)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;QUINHENTOS ESCUDOS &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590353740613902738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-OgfLHCwEmeg/TZTtG64RYZI/AAAAAAAAAmk/wFjZJkxNXWc/s320/90%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B4-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590353617779150834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ha1IGlAhViY/TZTs_xSLz_I/AAAAAAAAAmc/mEllSFthZ20/s320/89%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B4-%2BA.jpg" border="0" /&gt;Duque de Palmela &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Chapa 4 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O retrato de Duque de Palmela ilustre diplomata, estadista e militar dos fins do século XVIII e dos dois primeiros quartéis do século XIX, foi o escolhido para figurar na frente da nota com a chapa 4. A elaboração das chapas para estas notas e respectivas estampagens foram efectuadas pela firma inglesa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. A parte da frente da nota tem duas estampagens calcográficas; uma a azul, com o retrato do duque, que é a reprodução de uma pintura a óleo de Thomas Lawrence, e outra a tons arroxeados, com a gravura da Capela de S. Brás, em Évora, dísticos e a cercadura, esta com trabalho de guilhoché em linha branca e cheia. O fundo, multicolor, é impresso por processo tipográfico. O verso da nota tem uma estampagem calcográfica a verde-escuro, uma gravura alusiva à extracção da cortiça, sobre fundo de íris, composto por um entrelaçado de linhas ondulantes. O papel é de fabrico da firma Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, e tem como marca de água, no ângulo superior esquerdo quando visto à transparência pela frente, a cabeça do Duque de Palmela, de perfil para a direita e a legenda do Banco de Portugal. Dimensões da nota 176 x 104 mm. Foram emitidas 1 962 000 notas com as datas de 4 de Abril de 1928 e 19 de Abril de 1929. A primeira emissão, a 7 de Junho de 1929 e a última a 31 de Agosto de 1934. Foram retiradas de circulação em 27 de Março de 1945. Biografia: Pedro de Sousa Holstein, mais conhecido por Duque de Palmela nasceu na cidade de Turim em 8 de Maio de 1781 oriundo de uma família da mais alta aristocracia, pois descendia da família real de ambos os progenitores, e também por via paterna dos reis da Dinamarca, era filho de D. Alexandre de Sousa Holstein e de sua mulher D. Juliana de Sousa Coutinho Monteiro Paim. Foi um destacado político da facção cartista, militar de nomeada, desempenhou cargos ministeriáveis; embaixador em diversas cidades europeias, Ministro dos Negócios Estrangeiros e nomeado 1º. Ministro por várias vezes. Desde a sua nascença até 1790, viveu em diversas cidades europeias, acompanhando a sua família, devido ao facto de seu pai servir o País como diplomata. Entre os anos de 1791 e 1795 frequentou na cidade de Genebra um internato, regressando depois a Portugal, onde estudou na Universidade de Coimbra não concluindo o curso que frequentava, pois os deveres hierárquicos obrigaram-no a alistar-se no exército, por ser primogénito de uma casa nobre. No ano de 1796 assentou praça no regimento de cavalaria. No ano seguinte é promovido a capitão e nomeado ajudante de ordens do conde de Lafões. No ano de 1806 foi despachado conselheiro da embaixada de Roma, onde seu pai era embaixador. Neste mesmo ano e no mês de Dezembro faleceu seu pai, sendo o lugar ocupado por ele, D. Pedro com apenas 21 anos de idade. O tempo que viveu em Roma foi-lhe muito grato pois aqui conheceu e conviveu com diversas personalidades como Guay Lussac, célebre químico, madame de Stael, que viria a exercer forte influência na sua vida. Após a sua exoneração do cargo de embaixador, passou uma temporada em Coppet, na casa da ilustre escritora Stael, com quem tinha trocado correspondência. Nesta cidade frequentavam a casa da escritora homens eminentes, como, Mathieu de Montmorency, Frederico e Guilherme Schlegelm Barante, Benjamin Constant, entre outros, personagens das letras e das ciências. Durante a sua estada em Itália iniciou a tradução de “Os Lusíadas” para o francês. Regressou a Portugal dirigindo os negócios de família mas longe da corte. Em Novembro de 1807 Portugal é invadido pelos franceses. No ano de 1808 apresentou-se para servir no exército que deveria libertar Portugal; com o posto de major foi nomeado ajudante de ordens do coronel Trant, encarregado no ano seguinte de organizar as milícias portuguesas. No ano de 1810 foi nomeado ministro em Cádiz, em virtude da sua força residir mais na arte da diplomacia do que na das armas, onde se conservou até quase ao fim da Guerra Peninsular. Casou em Junho do mesmo ano com D. Eugénia Teles da Gama, filha dos marqueses da Niza. O desempenho de Pedro de Sousa, valeu-lhe o título de conde de Palmela no ano de 1812. Neste mesmo ano foi transferido para a cidade de Londres como embaixador, sendo considerado o lugar mais importante da nossa diplomacia por essa altura. No ano de 1814 foi publicada a primeira edição dos Lusíadas em língua francesa. No ano de 1815 terminada a guerra, o conde de Palmela, foi nomeado nosso plenipotenciário no famoso congresso de Viena; aqui munido de todos os poderes defendeu incansavelmente a causa de Olivença, sem conseguir obter do referido congresso o apoio necessário à restituição desta praça ocupada pelos espanhóis; também viu gorado todos os esforços com o recebimento das indemnizações a que Portugal tinha direito com a repartição pelas potências aliadas da indemnização de guerra, no valor de 2 milhões de francos, aproximadamente o valor de 360 mil escudos, o equivalente hoje a mais ou menos 1 800 euro. No ano de 1816 regressou a Londres e posteriormente a Portugal, onde foi recebido com entusiasmo e louvado pela sua persistência na condução da resolução dos conflitos que não conseguiu resolver, pois a própria Inglaterra votava sempre contra a posição portuguesa. No ano de 1817 foi nomeado Ministro dos Negócios Estrangeiros, o que não lhe agradou, pois mais preferiria a sua acção como embaixador junto dos grandes centros intelectuais da Europa, do que partir para a cidade do Rio de Janeiro, então capital e onde se encontrava instalada a corte desde as invasões francesas no ano de 1807. No ano de 1820, e após diversas diligências do rei D. João VI, o conde de Palmela foi obrigado a deixar Londres e partir para Lisboa e daqui para o Brasil; entretanto rebentara neste ano a revolução na cidade do Porto e pouco depois em Lisboa. Em Outubro de 1820, o conde de Palmela seguiu de imediato para o Rio de Janeiro levando a notícia dos acontecimentos de Lisboa. No ano de 1821 a corte regressou a Portugal conjuntamente com o conde de Palmela. No ano de 1824 e na sequência da tentativa do golpe conhecido como “Abrilada”, promovida pela rainha Carlota Joaquina e pelo seu filho o infante D. Miguel, Palmela foi feito prisioneiro e enclausurado na Torre de Belém sob a acusação de ser o líder das forças liberais; pouco tempo depois o rei D. João VI viria a libertá-lo. No ano de 1825 recompensou-o com o título de Marquês e o cargo de embaixador em Londres. Nesta cidade recebeu sucessivamente as notícias da morte de D. João VI, da abdicação ao trono de seu filho D. Pedro IV, a favor de sua filha D. Maria da Glória, que deveria casar com o seu tio o infante D. Miguel, e por fim a usurpação do trono por este último no ano de 1828. Palmela resignou ao cargo de embaixador neste ano de 1828 e dirigiu-se ao Porto onde conjuntamente com o duque de Saldanha, encabeçaram um movimento revolucionário contra os absolutistas – conhecido pela “Belfastada”, que viria a fracassar; compreendendo que as forças liberais teriam que se apetrechar e equipar convenientemente para levar de vencida D. Miguel, abandonou Portugal, com destino a Londres, mas desta feita como exilado político. No ano de 1830 chegou a Londres vindo de Portugal D. Tomás de Mascarenhas com ordens de D. Pedro IV para que o Marquês fosse organizar a regência em conjunto com o conde de Vila Flor, o que sucedeu de imediato. Em 1832 o marquês tomou posse do Ministério dos estrangeiros e interinamente do reino. Ainda no decorrer do ano de 1832, e apesar de ser general, deixa as pastas do estrangeiro e do reino, pois a função era a de diplomata e não a de armas; o marquês vai para o estrangeiro com o intento de obter apoios para a causa liberal. Conseguido o auxílio necessário e em conjunto com outros organizou-se uma expedição ao Algarve com o fim de dar o golpe mortal na causa do despotismo. No ano de 1833, o marquês entra triunfal na cidade do Porto, onde é recebido e aclamado com os maiores triunfos e louvores. Neste mesmo ano, D. Pedro dá-lhe o título de duque do Faial, o qual foi substituído pelo de duque de Palmela. Por morte de D. Pedro sucedeu-lhe sua filha D. Maria II, a qual nessa altura tinha 15 anos de idade; esta mandou chamar o duque de Palmela, dando-lhe o cargo de Presidente de ministros. Foi demitido após ter pedido a demissão por diversas vezes em virtude das intrigas que a oposição política lhe fazia. Fez parte de diversos governos de autoria do marquês de Saldanha, e de Passos Manuel. No ano de 1836 rebentou a revolução de 9 de Setembro, e o duque de Palmela teve de se exilar. No ano de 1837, o mesmo governo que o obrigou ao exílio pediu-lhe que aceitasse o cargo de embaixador extraordinário em Londres, para assistir à coroação, no ano de 1838, daquela que foi a soberana que mais tempo reinou na Europa, a rainha Vitória. No ano de 1841, regressou a Portugal e após a sua eleição como senador, foi indigitado presidente da câmara dos mesmos. No ano de 1842 desempenhou o cargo de presidente do conselho. No ano de 1846 viajou até Itália com sua mulher, onde ficou um ano. Enviuvou no ano de 1848 e, nos restantes anos de vida que ainda lhe restaram, conservou-se afastado da política, organizando a sua correspondência oficial, recebendo os seus amigos na sua quinta do Lumiar. Das suas obras e escritos realço as seguintes: Manifesto dos direitos de sua Majestade Fidelíssima, a senhora D. Maria II; Discursos parlamentares, proferidos nas Câmaras Legislativas; Carta ao editor do Diário de Governo; e muito mais escreveu ao longo da sua vida, como artigos em jornais nacionais e estrangeiros sobre assuntos políticos e económicos de Portugal. Títulos e honrarias de que foi alvo durante a sua vida: - 13º. Senhor do morgado de Calhariz, Monfalim e Fonte do Anjo; Capitão da Guarda Real dos Archeiros; Alcaiade - mor da Sertã; Condecorado com a Grã - Cruz das Ordens de Cristo e Torre Espada; Cavaleiro da Ordem do Tosão de Ouro; Grã-Cruz das Ordens de Carlos III de Espanha; da Legião de Honra, de França; de Santo Alexandre Newsky, na Rússia; Cavaleiro da Ordem de S. João de Jerusalém; Par do Reino e Presidente da respectiva Câmara; Presidente da Câmara dos Senadores; Conselheiro de Estado; Embaixador Extraordinário; Ministro Plenipotenciário; Ministro e Secretário de Estado; Presidente do Conselho de Ministros; Marechal de Campo; Sócio honorário da Academia Real das Ciências e por fim Presidente da Sociedade Arqueológica de Setúbal. Faleceu na Quinta do Lumiar em 12 de Outubro de 1850, sendo sepultado no cemitério dos Prazeres num mausoléu familiar, sendo a sua morte muito sentida por todos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;F I M. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia/Pedro S. Holstein. Arqnet-dicionário Palmela.Óbidos, Abril de 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 09-03-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3864072147583192790?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3864072147583192790/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3864072147583192790' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3864072147583192790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3864072147583192790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/03/artigo-43-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-FlHH9LNEKVM/TZTssMly9WI/AAAAAAAAAmM/m3LPHGBnj64/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5943308628024747741</id><published>2011-03-31T13:48:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T14:02:32.162-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eVO1RtU2d8A/TZTrWFn0flI/AAAAAAAAAl8/u7xTxTCGNSM/s1600/img086.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Vultos da República&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;20 º Artigo &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Yx_UYfLYy8g/TZTqcG66cOI/AAAAAAAAAl0/NcGQuA4lSWA/s1600/17-Machado%2Bdos%2BSantos.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590350806088577250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 202px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-Yx_UYfLYy8g/TZTqcG66cOI/AAAAAAAAAl0/NcGQuA4lSWA/s320/17-Machado%2Bdos%2BSantos.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;António Maria de Azevedo Machado Santos, também conhecido por Machado Santos nasceu na cidade de Lisboa em 10 de Janeiro de 1875. Foi militar, político, considerado o fundador da República Portuguesa pelo valor e bravura com que se bateu na Revolução de 5 de Outubro de 1910 e também na defesa do regime contra as intentonas monárquicas de Janeiro de 1919. Nada se sabe da sua infância ou juventude. No ano de 1891, alistou-se na Marinha iniciando uma carreira de comissário naval. No ano seguinte é aspirante de 2ª. classe, ou 2º.comissário. Em 1895 é nomeado 3º. Comissário. Inicia-se na Carbonária no ano de 1908, afirmando-se como um conspirador, presente em todos os movimentos revolucionários que precederam a queda da monarquia, distinguindo-se na Revolta de 28 de Janeiro de 1908. No ano de 1910, tem o posto de 2º. Tenente, e na altura da Revolução de 5 de Outubro é o principal estratega e protagonista. A revolução republicana era composta por dois chefes; um civil, o Dr. Miguel Bombarda e o outro militar o Almirante Cândido dos Reis. Estava tudo preparado para a execução do golpe, mas este sofre um revés devido ao desaparecimento quase em simultâneo destes dois estrategas; o Dr. Miguel Bombarda foi assassinado na manhã do dia 3 de Outubro por um militar alienado que o tratara, e o Almirante Cândido dos Reis suicidou-se na madrugada de 4, pouco depois da eclosão do movimento por terra e mar. Machado Santos acompanhado por um grupo de civis, assaltou e tomou o quartel de Campo de Ourique, o qual tivera na preparação, um papel de relevo apesar de seu nome não ser do conhecimento público. Após revoltado o regimento de Infantaria 16, Machado Santos e os demais dirigem-se de imediato para o quartel de Artilharia 1 em Campolide, onde já se encontravam outros revolucionários armados com peças de artilharia. Daqui partiram duas colunas que constituíam a principal força revolucionária. Após fracassadas algumas missões de que estavam incumbidos, retiraram-se e reorganizaram-se encaminhando-se pela rua Alexandre Herculano para a Rotunda na &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VvkaEQBJwB0/TZTr0qVII-I/AAAAAAAAAmE/5gr1U4YF6Pc/s1600/img241.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590352327422256098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 227px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-VvkaEQBJwB0/TZTr0qVII-I/AAAAAAAAAmE/5gr1U4YF6Pc/s320/img241.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Avenida, instalando-se na parte mais elevada, esperando aí pelo ataque das forças monárquicas, que sob o comando do general Rafael Gorjão, com a Guarda Municipal e a Polícia se preparavam para a luta, encontrando-se em superioridade numérica, o que permitia desde logo dominar os revolucionários, mas estes tinha um factor primordial a seu favor que se tornou decisivo “O povo de Lisboa”. Comandava as tropas revolucionárias o comissário Machado dos Santos o oficial de mais elevada patente, que auxiliado por centenas de civis, soldados e sargentos, se manteve firme, ao invés dos outros oficiais de patente mais elevada que abandonaram o local convencidos como o almirante Cândido dos Reis de que a derrota era inevitável, o que não aconteceu, permanecendo Machado Santos com mais oito sargentos, até ao fim, que terminou a contento dos revolucionários. Perante esta situação as forças monárquicas e as demais pouco lutaram ao aperceberem-se que o povo estava de certo modo com os revolucionários, evitando assim um banho de sangue para ambos os lados, apesar de ter havido feridos e mortes mas em número reduzido. Ficou para a história como o fundador da República em Portugal. No mesmo ano funda o jornal “O Intransigente”. Em 1911 é eleito deputado para a Assembleia Constituinte, e galardoado com o posto de capitão - de - mar e guerra. Mantendo sempre um espírito revolucionário e conspirativo do período anterior à revolução republicana, passa a ser um elemento extremamente activo, organizando ou participando nos movimentos de Abril de 1913, de 26 de Janeiro de 1914, e no Movimento das Espadas, no ano de 1915, que se caracterizou pelo descontentamento de oficiais militares com o estado de país; estes tentando simbolicamente entregar as suas espadas ao então Presidente da República Manuel de Arriaga. Machado dos Santos teve um papel determinante; já que ao deslocar-se ao Palácio de Belém para entregar a espada que usara nos combates da Rotunda, deitou por terra a acusação de pró - monárquicos com que o Partido Democrático Republicano (no poder) justificara a prisão dos oficiais amotinados. No mesmo ano é preso e deportado para os Açores durante a ditadura de Pimenta de Castro. No ano de 1916 em Dezembro chefia a revolta de Tomar, sendo novamente preso, indo para a prisão do Fontelo em Viseu. Durante a ditadura de Sidónio Pais foi Ministro do Interior no ano de 1917. Secretário de Estado das Subsistências e Transportes, no segundo governo de Sidónio, até 11 de Maio de 1918, altura em que rompe com este. No ano de 1919 organiza um grupo de combatentes que se bate contra os revoltosos monárquicos em Lisboa. Recolhe à vida privada, retirando-se da política. No fatídico dia 19 de Outubro de 1921, é brutalmente assassinado conjuntamente com Manuel da Maia, António Granjo e outros relevantes republicanos, naquele que ficou marcado como “A Noite Sangrenta”. Nunca foram descobertos os cabecilhas desta matança, mas segundo elementos recolhidos pela viúva de Machado dos Santos, junto do autor confesso dos crimes, estes foram organizados pelos monárquicos e acompanhados por uma facção da igreja. Tem fundamento este depoimento, em virtude de nunca ter sido reaberto o processo – crime, apesar de ter sido informada a viúva pelo o general Carmona, que iriam proceder à sua reabertura, para apuramento dos factos, o que não aconteceu, pelo motivo das personagens envolvidas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;F I M &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia: História da 1ª. República de Carlos Ferrão; Vidaslusofonas.pt/machado santos; wikipedia.org/Maria de Azevedo Machado dos Santos. Óbidos, Fevereiro de 2011.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 02-03-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5943308628024747741?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5943308628024747741/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5943308628024747741' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5943308628024747741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5943308628024747741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/03/centenario-da-implantacao-da-republica.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Yx_UYfLYy8g/TZTqcG66cOI/AAAAAAAAAl0/NcGQuA4lSWA/s72-c/17-Machado%2Bdos%2BSantos.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-1963711688599544870</id><published>2011-03-31T13:39:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T13:46:41.512-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fo8Y2wSxFq4/TZTnRwGIFcI/AAAAAAAAAlU/h_6L2NhuYWw/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590347329628018114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-fo8Y2wSxFq4/TZTnRwGIFcI/AAAAAAAAAlU/h_6L2NhuYWw/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 42 Centenário da Implantação da República (1910-2010) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Numária O Papel-moeda &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;b QUINHENTOS ESCUDOS &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590347657390762978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-LA7m1drQTL0/TZTnk1G2q-I/AAAAAAAAAlk/9FvqDJUp100/s320/87%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B3-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590347792177530946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-MIq4kPPfeYA/TZTnsrOhiEI/AAAAAAAAAls/K7CrynJo9QA/s320/88%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B3-%2BB.jpg" border="0" /&gt;Camilo Castelo Branco Chapa 3 Ilustra esta nota o retrato do grande romancista português Camilo Castelo Branco. Características das notas: O fabrico destas notas ficou a cargo da firma inglesa Waterlow &amp;amp; Sons Ltd. Tem duas estampagens calcográficas na frente; uma, em tom avermelhado contém a moldura do retrato e os desenhos da cercadura, a outra a preto, o retrato do romancista português (1825-1890), uma vista parcial da cidade do Porto. O verso da nota contém uma estampagem calcográfica, em tom avermelhado, com largo trabalho de torno geométrico em linha branca. O papel é de fabrico inglês com uma marca de água. Dimensões da nota 176 x 107 mm. Estas notas por deliberação do Conselho de Administração de 4 de Abril de 1933 foram queimadas sem ser emitidas, devido ao deflagrar do caso “Angola Metrópole”. As notas já prontas foram guardadas, apenas servindo em situações de extrema necessidade. O nome constante na nota da firma estampadora que estava envolvida num processo que tinha causado profundos danos ao Banco foi razão suficientemente forte para impedir a sua emissão. Biografia: Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco, mais conhecido por Camilo Castelo Branco, além de romancista de excepção, foi também cronista, crítico, historiador, tradutor, dramaturgo e poeta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ver descrição biográfica na nota de cem escudos, chapa 7. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;F I M&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 02-03-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-1963711688599544870?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/1963711688599544870/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=1963711688599544870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1963711688599544870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1963711688599544870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/03/artigo-42-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fo8Y2wSxFq4/TZTnRwGIFcI/AAAAAAAAAlU/h_6L2NhuYWw/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-4453551166071491765</id><published>2011-02-25T11:43:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T11:48:06.565-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OBLopscgVOM/TWgHK-ZXc1I/AAAAAAAAAlM/-HNo6-ZeL6M/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577716023627838290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-OBLopscgVOM/TWgHK-ZXc1I/AAAAAAAAAlM/-HNo6-ZeL6M/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 41&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;QUINHENTOS ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vasco da Gama&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577715928384272114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-VmXX613iS24/TWgHFblh9vI/AAAAAAAAAlE/9z8Qa889AKI/s320/85%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B2-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577715782901199106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-MoMEsyNgL3w/TWgG89nqcQI/AAAAAAAAAk8/bTwKBslPU8c/s320/86%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B2-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 2&lt;br /&gt;A figura do maior navegador e explorador português dos fins do século XV e princípios do século XVI, Vasco da Gama, é a que se apresenta nesta segunda nota de 500$00 com a chapa 2. A gravação das chapas e as estampagens das notas foram efectuadas pela casa inglesa Wartelow &amp;amp; Sons Ltd., de Londres. A frente da nota é composta por duas estampagens calcográficas; uma, em tom avermelhado contém os desenhos da orla e as molduras do retrato e das naus que compunham a sua frota; a segunda estampagem, a preto engloba o retrato de Vasco da Gama, navegador português que descobriu o caminho marítimo para a Índia, as naus, o mar e diversos dísticos. O fundo da frente da nota, foi executado por processo tipográfico, a duas cores, constituído por linhas paralelas (rectas ondulantes), um desenho geométrico e a legenda Banco de Portugal. O verso foi estampado na mesma cor avermelhada, com um trabalho de torno geométrico em linha branca, sobre um fundo simples e linhas ondulantes paralelas. O papel é de fabrico inglês, e tem como marca de água a legenda Banco de Portugal, formando repetidamente linhas rectas paralelas em todo o sentido longitudinal. Dimensões da nota 188 x 111 mm. Foram emitidas 600 000 notas com a data de 17 de Novembro de 1922. Primeira emissão, 14 de Fevereiro de 1924 e última, 17 de Outubro de 1924. Foi retirada de circulação em Dezembro de 1925, dois dias após o aparecimento de notas com a mesma numeração.&lt;br /&gt;A Fraude, conhecida por “Angola Metrópole”.&lt;br /&gt;A firma fabricante das notas do Banco de Portugal tinha também fornecido notas estampadas com as mesmas chapas, a um grupo de burlões, mediante encomendas feitas com documentação falsa. Durante meses, tanto as notas do Banco de Portugal como as notas de emissão fraudulenta Marang nome de um dos implicados na fraude, circularam a par. Foi finalmente e por mera casualidade que numa agência bancária da cidade do Porto, e por intermédio de um empregado, se detectou a repetição do mesmo número de nota em dois exemplares, o que veio confirmar uma certa desconfiança que se tinha instalado com o aparecimento desmesurado deste tipo de notas. Posteriormente e, com a intervenção de peritos da firma estampadora, pôde referenciar-se, através de sinais ocultos e só do conhecimento dos mesmos quais as notas pertencentes a uma e a outra emissão. O Banco de Portugal entendeu que fossem abonadas aos portadores de reconhecida boa fé as notas de 500 escudos, Chapa 2 efígie de Vasco da Gama, quer sejam autênticas, quer as que façam parte daquelas que foram entregues por W. &amp;amp; S. a Marang e seus cúmplices. Nesta resolução havia somente restrição quanto às notas denominadas por “Camarões”, sujeita a sua troca a determinadas normas. A designação das notas “Camarões”, é proveniente do banho que os burlões lhes davam, inserindo-as numa solução de ácido cítrico, com o propósito de as livrar do cheiro muito activo de tinta fresca, resultando daí uma coloração muito semelhante à do marisco. No meio desta barafunda e após intensas observações que se fizeram às notas entretanto recolhidas, para aferir a que emissões pertenciam foram encontrados alguns grupos de três notas com a mesma numeração. Curiosidades a reter: Esta fraude permitiu de certa forma a construção do caminho de ferro de Benguela, na província de Angola - caso Alves dos Reis. No ano da falsificação, constava que os senhores da média e alta burguesia de Lisboa eram vistos a acender as suas cigarrilhas e charutos com as notas de quinhentos escudos.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Vasco da Gama nasceu em Sines entre os anos de 1460 e 1469, foi um dos mais brilhantes navegadores e exploradores do mundo de então. Era filho de Estêvão da Gama, que foi cavaleiro da casa de D. Fernando de Portugal, duque de Viseu e de sua mulher Isabel de Sodré de ascendência inglesa. Pouco se sabe do inicio de vida de Vasco da Gama, tudo leva a crer que estudou em Évora, onde poderá ter aprendido matemática de navegação, pois era conhecedor de astronomia, sendo possível que tenha sido aluno do astrónomo Abraão Zacuto. No ano de 1492 reinava D. João II, que o incumbiu de capturar algumas embarcações francesas em retaliação por depredações feitas em tempo de paz contra a navegação portuguesa na área compreendida entre Setúbal e o sul em plena costa algarvia, o que executou com rapidez e eficácia. Com esta atitude Vasco da Gama mostrou ter capacidades de chefia, responsabilidade e de aventura, o que lhe valeu viver sempre muito perto da corte, estudando as rotas efectuadas anteriormente por outros navegadores ao longo da costa ocidente de África. Quando D. Manuel I subiu ao trono, confiou o cargo de capitão - mor a Vasco da Gama, no ano de 1497, zarpando de Belém em demanda da Índia. A frota era composta por quatro embarcações que transportavam cento e setenta homens, entre marinheiros soldados e religiosos. Era uma expedição com fins exploratórios que levava cartas do rei D. Manuel I para reinos que porventura visitassem, padrões para se colocarem ao longo da costa e produtos que seriam úteis para proceder a trocas. A nau São Gabriel era comandada pelo próprio Vasco da Gama; a nau São Rafael era comandada pelo seu irmão Paulo da Gama; no regresso e com uma tripulação muito diminuta foi abatida em Melinde, prosseguindo noutra nau; a nau Bérrio foi comandada por Nicolau Coelho; e por fim a nau São Miguel que servia de apoio para transporte dos mais diversos materiais de manutenção, comandada por Gonçalo Nunes, incendiou-se na costa oriental de África. Após três meses de navegação, percorreram em mar aberto para além do equador e com o benefício dos ventos predominantes do atlântico sul, mais de 6 000 milhas. Em Dezembro encontravam-se na que é hoje a costa da África do Sul, baptizando uma zona com o nome de Natal, em referência a esse dia 25 de Dezembro. No ano de 1499 e após ter completado o contorno sul do continente africano, chegou à costa de Moçambique depois de ter sofrido fortes tempestades e ter dominado com mão pesada uma rebelião dos marinheiros. Após diversos contactos com o sultão de Moçambique e outras personagens na costa africana, que não foram de todo cordiais, seguiu para norte onde em Fevereiro do mesmo ano desembarca em Melinde, sendo recebido pelo sultão que lhe forneceu um experiente piloto árabe, conhecedor dos ventos predominantes e das monções, o que lhe permitiu chegar à costa sudoeste da Índia. Em Maio de 1498 a frota atraca em Calecute, ficando estabelecida a Rota do Cabo e aberto o caminho marítimo dos Europeus para a Índia. As negociações com o governador de Calecute e Vasco da Gama, foram difíceis, devido à diferença de culturas em presença, aos valores das mercadorias apresentadas, aos mercadores aí estabelecidos que viam nesta aproximação uma futura rivalidade. Foi assim que se procedeu ao primeiro contacto de povos do ocidente com os do oriente por via marítima. O regresso a Portugal foi dificultado em virtude do desconhecimento por parte de Vasco da Gama das monções e dos ventos contrários. A viagem até Melinde durou cerca de 132 dias, tendo as embarcações aportado em Janeiro de 1499, perdendo quase metade da sua tripulação, e tendo sido atingidos pelo escorbuto; somente cinquenta e cinco homens e duas embarcações chegaram a Portugal em Julho e Agosto de 1499. Vasco da Gama só regressaria a Portugal em Setembro do mesmo ano, pois teve de sepultar o irmão mais velho Paulo da Gama que entretanto adoecera e que acabara por falecer na ilha Terceira no arquipélago dos Açores. Por este feito foi recompensado por el-rei D. Manuel I com o título de “Almirante Mor dos Mares das Índias”, recebeu conjuntamente com os irmãos o título perpétuo de Dom e duas vilas, a de Sines e a de Vila Nova de Milfontes. Vasco da Gama voltou à Índia, nos anos de 1502 e 1524. Nesta última estada na Índia, desempenhou o cargo de Vice-rei por pouco tempo. Casou com D. Catarina de Ataíde de onde adveio uma geração de sete filhos. No poema épico ”Os Lusíadas”, de Luís de Camões centra-se nas grandes viagens e aventuras de Vasco da Gama por terras do oriente. Vasco da Gama destacou-se na era dos descobrimentos por ter sido o comandante dos primeiros navios a navegar directamente da Europa para a Índia, na mais longa viagem oceânica até então realizada, sendo superior a uma volta completa ao mundo pelo equador. Faleceu em Cochim, Índia a 24 de Dezembro de 1524.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia/Vasco da Gama. História de Portugal de Manuel Pinheiro Chagas – 3º. Volume. Trechos avulsos.&lt;br /&gt;Óbidos, Março de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 23-02-2011.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-4453551166071491765?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/4453551166071491765/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=4453551166071491765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4453551166071491765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4453551166071491765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/02/artigo-41-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-OBLopscgVOM/TWgHK-ZXc1I/AAAAAAAAAlM/-HNo6-ZeL6M/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3031943371047559776</id><published>2011-02-25T11:27:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T11:42:52.739-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;                                    CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;                                                                   Vultos da República&lt;br /&gt;                                                                            19º. Artigo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Pftwrge1llw/TWgDKIaIIiI/AAAAAAAAAkE/L0BkjcpuWtg/s1600/img083.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Ny9roEmLFBo/TWgFDtiaMUI/AAAAAAAAAks/uUFz_E_DoME/s1600/C%25C3%25B3pia%2Bde%2Bimg082.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577713699820024130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 208px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ny9roEmLFBo/TWgFDtiaMUI/AAAAAAAAAks/uUFz_E_DoME/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2Bimg082.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais mais conhecido por Sidónio Pais, nasceu em Caminha no dia 1 de Maio de 1872, filho de Sidónio Alberto Marrocos Pais e de sua mulher Rita Júlia Cardoso da Silva. Além de militar e político, desempenhou cargos de deputado, ministro do Fomento e das Finanças, embaixador em Berlim e por último presidente da República. Concluiu os seus estudos secundários no Liceu de Viana do Castelo, após os quais, seguiu para Coimbra onde cursou os preparatórios de Matemática e Filosofia. No ano de 1888, alistou-se como voluntário no Regimento de Infantaria 23, sendo promovido de imediato a sargento-chefe. Em 1891 assina o Manifesto Académico redigido por João Meneses. No ano seguinte completou o curso com distinção e foi promovido a alferes. Após a conclusão do curso da Escola do Exército, matriculou-se na Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Matemática, doutorando-se na mesma disciplina no ano de 1898. Durante este espaço de tempo pertenceu à Maçonaria na “Loja Estrela de Alva” de Coimbra, com o nome simbólico de “Irmão Carlyle”, mas por pouco tempo. Em 1895 foi promovido ao posto de tenente. Casou-se nesse ano com Maria dos Prazeres Martins Bessa, de quem teve cinco filhos. Em 1899, ingressou no corpo docente da Faculdade de Matemática onde foi nomeado professor catedrático para reger a cadeira de Cálculo Diferencial e Integral. Foi promovido ao posto de capitão no ano de 1906. Após a implantação da República foi uma pessoa que se notabilizou na vida política activa. Foi nomeado vice-reitor da Universidade de Coimbra em Outubro de 1910, tendo como reitor o Dr. Manuel de Arriaga. Em 1911 foi deputado à Assembleia Nacional Constituinte pelo círculo de Aveiro. Entre Agosto e Novembro de 1911 foi nomeado Ministro do Fomento, presidido por João Chagas. Nomeado Ministro das Finanças no governo de Augusto de Vasconcelos Correia, entre 7 de Novembro de 1911 e 16 de Junho de 1912. Nesse mesmo ano foi nomeado ministro plenipotenciário de Portugal em Berlim, até Março de 1916, data em que a Alemanha declarou guerra a Portugal, na sequência do aprisionamento dos seus navios que se encontravam ancorados em portos portugueses. Regressou a Portugal com a declar&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SVqvIKKRVQE/TWgFeFtBnXI/AAAAAAAAAk0/zUXWwwWM2Bc/s1600/Sid%25C3%25B3nio%2Bespulsando%2BAfonso%2BCosta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577714152983600498" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 205px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-SVqvIKKRVQE/TWgFeFtBnXI/AAAAAAAAAk0/zUXWwwWM2Bc/s320/Sid%25C3%25B3nio%2Bespulsando%2BAfonso%2BCosta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ação de estado de guerra entre a Alemanha e Portugal vindo a engrossar a fileira daqueles que se opunham à participação de Portugal na Grande Guerra. Foi considerado um germanófilo pelas atitudes e actos que tomou durante os anos que serviu Portugal em Berlim, e depois em Portugal, co-responsabilizando o governo de então pelos maus resultados obtidos pelo Corpo Expedicionário Português na frente de batalha, na Flandres. Foi promovido ao posto de major neste mesmo ano. Entre 5 e 8 de Dezembro de 1917, liderou uma insurreição que terminou num golpe militar, contra o Governo do Partido Democrático, chefiado por Afonso Costa, o qual saiu vitorioso após três dias de duros confrontos. Exonerou o Governo da União Sagrada, prendendo Afonso Costa no Porto e destituindo Bernardino Machado do cargo de Presidente da República, forçando-o ao exílio. Em 11 de Dezembro do mesmo ano Sidónio tomou posse como Presidente do Governo, acumulando as pastas do Ministério da Guerra e de Ministro dos Negócios Estrangeiros, em prof&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IWnpkVKLyeM/TWgEpwHOnkI/AAAAAAAAAkk/_v0bLSCryI4/s1600/img269.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577713253834726978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 195px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-IWnpkVKLyeM/TWgEpwHOnkI/AAAAAAAAAkk/_v0bLSCryI4/s320/img269.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;unda ruptura com a Constituição de 1911 que ajudara a redigir. A 27 do mesmo mês assumiu a Presidência da República. Inicia a emissão de decretos ditatoriais, sobre os quais não consulta o Congresso da República, e suspende partes fulcrais da Constituição, dando origem a um regime presidencialista. Esta nova arquitectura de sistema político, colocava o Presidente numa posição de poder que não tinha paralelo desde o fim do absolutismo monárquico; daí o epíteto de “Presidente Rei”. Tenta apaziguar as relações com a Igreja Católica Romana, em guerra com o regime republicano desde 1911, com a alteração da Lei de Separação entre a Igreja e o Estado, suscitando reacções tenazes por parte dos republicanos e da Maçonaria, obtendo em contrapartida o apoio dos católicos maioritariamente analfabetos e ignorantes, de alguns republicanos moderados, enfim da maioria dos portugueses. Um outro movimento inconstitucional datado de 18 de Março do mesmo ano estabeleceu o sufrágio directo e universal para a Eleição do Presidente da República. Ao abrigo deste sufrágio foi eleito Presidente da República em 28 de Abril de 1918. As tropas portuguesas acantonadas na Flandres sofreram uma derrota e o Corpo Expedicionário Português foi desmantelado, sem serem substituídas por outras. Sidónio Pais tomou uma posição deplorante perante as nossas tropas, pois mandou regressar a Portugal os melhores militares que se encontravam na Flandres, abandonando de certo modo os que lá estavam, pois não autorizava o envio de mais forças para substituir as que lá se encontravam bastante cansadas e&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JDbH9NfxvK4/TWgEbZwTNJI/AAAAAAAAAkc/9phzRNPGEIM/s1600/img126.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577713007314810002" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-JDbH9NfxvK4/TWgEbZwTNJI/AAAAAAAAAkc/9phzRNPGEIM/s320/img126.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; esgotadas. A contestação social sobe de tom, e dá origem ao fim do estado de graça de Sidónio. A partir do verão de 1918 por diversas vezes se tenta pôr fim ao regime sidonista aumentando a violência o que obrigou o Presidente a decretar o estado de sítio em Outubro. Em Novembro, após a assinatura do Armistício da Grande Guerra, entra-se numa espiral de violência. Em Dezembro durante uma cerimónia de condecoração dos sobreviventes do barco de guerra Augusto de Castilho sofre um atentado saindo ileso. No trágico dia 14 de Dezembro de 1918, quando se encontrava na estação do Rossio foi alvejado com um tiro, vindo a falecer no mesmo dia. O seu funeral reuniu muitas dezenas de milhares de pessoas, num percurso longo e por vezes interrompido por violentos incidentes. Entrou no imaginário português, em particular dos sectores mais conservadores da igreja, como um misto de salvador e mártir.&lt;br /&gt;                                                                                  F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: vidas lusófonas /sidónio pais; wikipedia / Sidónio Pais; história da 1ª. Republica; Sidónio Pais – Dicionário Histórico.&lt;br /&gt;Óbidos – Janeiro de 2011.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 23-02-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3031943371047559776?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3031943371047559776/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3031943371047559776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3031943371047559776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3031943371047559776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/02/centenario-da-implantacao-da-republica_25.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Ny9roEmLFBo/TWgFDtiaMUI/AAAAAAAAAks/uUFz_E_DoME/s72-c/C%25C3%25B3pia%2Bde%2Bimg082.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5741174492788424190</id><published>2011-02-19T04:41:00.000-08:00</published><updated>2011-02-19T04:49:13.432-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-MP-ocjek5bQ/TV-7lp3dsYI/AAAAAAAAAjs/dJuHUL6RA6U/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575381119276003714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-MP-ocjek5bQ/TV-7lp3dsYI/AAAAAAAAAjs/dJuHUL6RA6U/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 40&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O Papel-moeda &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;QUINHENTOS ESCUDOS&lt;br /&gt;João de Deus&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575381234782744386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 204px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-82dxjFC4oX4/TV-7sYKar0I/AAAAAAAAAj0/nhEOKw3F_W0/s320/83%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B1-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575381357978578242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-D9NQoGFwARk/TV-7zjGl7UI/AAAAAAAAAj8/u2lNaTnhdzg/s320/84%2529-Quinhentos%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B1-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;                                                                              Chapa 1 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;À primeira nota de 500$00, emitida pelo Banco de Portugal, foi atribuída a chapa 1, figurando na parte da frente o retrato de João de Deus, eminente poeta de rara sensibilidade e autor da “Cartilha Maternal”. A gravação das chapas estampagem das notas, estiveram a cargo da firma Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Co. Ltd., New Malden, Surrey. O fundo da nota está impresso tipograficamente e constituído por linhas verticais na zona do retrato de João de Deus, linhas ondulantes paralelas, um ponteado no espaço destinado à marca de água e um ornato multicolor em duplex, que foi estampado calcograficamente (talhe-doce), o motivo principal da frente da nota, a castanho escuro, com trabalho de torno geométrico em linha branca. O verso tem uma estampagem calcográfica a verde escuro, com duas figuras de criança, uma coroada de flores e tocando um instrumento pastoril e outra a simbolizar a Abundância, com largo trabalho de guilhoché em linha branca, sobre um fundo tipográfico semelhante ao da frente. O papel foi fabricado pela firma Spicers Ltd., de Londres, tem como marca de água, visto à transparência pela frente e do lado direito uma cabeça de mulher representando a República, de perfil para o centro. Dimensões da nota 180 x 114 mm. Foram emitidas 1 817 000 notas com as datas de 4 de Maio de 1922 e 8 de Dezembro de 1925. A primeira emissão, 26 de Setembro de 1922, e a última de 28 de Fevereiro de 1929. Foram retiradas de circulação em 17 de Setembro de 1929.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;João de Deus de Nogueira Ramos, mais conhecido por João de Deus, nasceu em São Bartolomeu de Messines, a 8 de Março de 1830; era filho de Pedro José de Ramos e de sua mulher Isabel Gertrudes Martins. Era o quarto filho de uma geração de catorze irmãos. Com apenas 14 anos de idade e devido à situação económica da família de fracas posses, vê gorada a sua aspiração de uma carreira universitária, iniciando os seus estudos na terra natal onde estudou latim, ingressando após concluir estes, no Seminário de Coimbra. No ano de 1850 e vendo que não tinha vocação para a vida eclesiástica, abandonou o seminário e ingressou na Universidade de Coimbra, matriculando-se em direito. No ano de 1851 logo após o ingresso na Universidade, revelou os seus dotes líricos, escrevendo versos, dos quais obtinha modestos rendimentos para a sua subsistência. Neste mesmo ano escreveu o poema “Pomba” e a elegia “Oração”, sendo publicada na Revista Académica no ano de 1855, sendo merecedora de altos elogios. Do convívio entretanto encetado com os demais colegas universitários, envolveu-se na vida boémia coimbrã e preferindo as artes ao direito, o seu percurso académico foi bastante conturbado, com as diversas interrupções, reprovações e faltas. Neste espaço de tempo notava-se uma enorme passividade, e insucesso académico, que o levaram a viver uma vida muito modesta e de carências de toda a ordem, o que permitiu aos seus melhores amigos reunir toda a sua poesia e publicá-la na imprensa coimbrã. São desta época os poemas “Estreia Literária”, no “Ateneu” e no “Instituto de Coimbra”. Estas publicações granjearam-lhe enorme reputação como poeta lírico. Finalmente no ano 1859 terminou o curso, com muitas insistências dos seus melhores amigos. Ficou na cidade de Coimbra, praticando pouco a advocacia, preferindo continuar a escrever, mas desta feita poesia de carácter satírico, entre outras “A lata” e a “Marmelada”, no ano de 1860. No ano de 1862 aceitou o convite para redactor do periódico de Beja, então o de maior circulação no Alentejo. Permaneceu em Beja até ao ano de 1864, colaborando com diversos periódicos do sul do país. No ano de 1868, partiu para Lisboa, após fracassados os seus intentos de exercer advocacia. Na cidade de Lisboa levou uma vida de privações sendo frequentador assíduo do café Martinho da Arcádia. Para seu sustento recorreu à realização de traduções e à escrita de sermões e hinos para as cerimónias religiosas. No ano de 1868, apresentou-se às eleições para a 16ª.legislatura, como candidato independente pelo círculo de Silves, apoiado por António Garcia Blanco e Domingos Vieira, conseguindo ser eleito após um desempate de votos. É célebre a sua declaração publicada pelo Correio do Norte, onde retrata a sua atitude perante a actividade parlamentar: “Que diacho querem vocês que eu faça no Parlamento? Cantar? Recitar versos? Deve ser (…) gaiola que talvez sirva para dormir lá dentro a ouvir a música dos outros pássaros. Dormirei com certeza!”. Das treze sessões parlamentares que se realizaram faltou a dez. Casou com Guilhermina das Mercês Battaglia, advindo geração (dois filhos). No ano de 1869 publicou a colectânea “Flores do Campo”, a que se seguiu uma outra intitulada “Ramo de Flores”, considerada a melhor obra poética. Ao longo dos anos manteve a colaboração com a imprensa periódica, continuando as traduções de diversos autores, com destaque para comédias; “Amemos o Nosso Próximo”, “Ser Apresentado”, “Ensaio de Casamento” e “A viúva Inconsolável”. Em 1873 publicou textos em prosa “Ana”, “Mãe de Maria”, “A Virgem Maria” e “A Mulher do Levita de Ephraim”. No ano de 1876 após a morte de António Feliciano de Castilho, e perante certa descrença em que caíra o “Método Português de Castilho”, João de Deus, envolveu-se na campanha de alfabetização, escrevendo a “A Cartilha Maternal”, um novo método de ensino de leitura, mais apropriado aos tempos actuais, que o haveriam de distinguir como pedagogo de nomeada. Este método vanguardista e inovador para a época, abandona os métodos introduzidos por Feliciano de Castilho há 25 anos atrás, dando-lhe um carácter menos infantilizado. Esta obra “A Cartilha” foi adoptada como método nacional de aprendizagem da escrita da língua portuguesa. Foi alvo de rasgados elogios de parte de iminentes intelectuais da época como Adolfo Coelho e Alexandre Herculano. A publicação da “Cartilha Maternal” granjeou um culto extraordinário pela figura do poeta, tornando-o numa das figuras mais populares do último quartel do século XIX. No ano de 1880 e por influência do seu amigo Antero de Quental, adere ao ideário socialista. No ano de 1882 e por iniciativa de Casimiro Freire, reuniram-se dezenas de cidadãos e fundou-se a Associação de Escolas Móveis, com o fim de ensinar a ler, escrever e contar pelo método de João de Deus. A Associação é hoje a Associação de Jardins Escolas João de Deus, uma Instituição Particular de Solidariedade Social dedicada à educação e à cultura. No ano de 1895 foi organizada uma enorme homenagem nacional ao poeta, alegadamente por iniciativa dos estudantes de Coimbra; nesta homenagem a que o rei D. Carlos se associou, este condecorou-o com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago de Espada. João de Deus faleceu na cidade de Lisboa a 11 de Janeiro de 1896, encontrando-se o seu túmulo no Panteão Nacional.&lt;br /&gt;                                                                              F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia João de Barros. Trechos avulsos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Óbidos Março de 2010. Publicado no Jornal das Caldas de 16-02-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5741174492788424190?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5741174492788424190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5741174492788424190' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5741174492788424190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5741174492788424190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/02/artigo-40-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-MP-ocjek5bQ/TV-7lp3dsYI/AAAAAAAAAjs/dJuHUL6RA6U/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-1220784758014515609</id><published>2011-02-19T04:15:00.000-08:00</published><updated>2011-02-19T04:41:01.590-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DCCm7qxWMTw/TV-5peKGazI/AAAAAAAAAjc/I1JcpunPuz4/s1600/img124.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;Vultos da República&lt;br /&gt;18º. Artigo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OznqofMOtAE/TV-2qg--3nI/AAAAAAAAAi0/b35C5td4s8g/s1600/08-Dr.%2BAfonso%2BCosta.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575375705232825970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 203px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-OznqofMOtAE/TV-2qg--3nI/AAAAAAAAAi0/b35C5td4s8g/s320/08-Dr.%2BAfonso%2BCosta.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Afonso Augusto da Costa mais conhecido por Afonso Costa, exposto, nasceu em São Tiago, Seia, no dia 6 de Março de 1871, sendo perfilhado no ano de 1884, por Ana Augusta Pereira, residindo com ela desde tenra idade. Foi republicano, maçon, advogado, professor universitário, político, estadista e diplomata. No ano de 1883 ingressa no Liceu da Guarda, onde realizou os primeiros exames secundários. Em 1886 matriculou-se no colégio de Nossa Senhora da Glória, onde conclui os estudos secundários. Matriculou-se no curso de Direito na Universidade de Coimbra no ano de 1888, onde se distinguiu como um brilhante aluno, tendo concluído a licenciatura no ano de 1894. Publicou conjuntamente com António José de Almeida no ano de 1890 o jornal anti-democrático “Ultimatum”, tendo estado implicado na revolta de 31 de Janeiro de 1891. Casou no ano de 1892 com Alzira Coelho de Campos de Barros Abreu, de quem teve 3 filhos. No ano de 1895 doutorou-se com a dissertação “A Igreja e a Questão Social”, obra esta que atacava profundamente a então recente encíclica “ Rerum Novarum”. No ano de 1896 foi nomeado docente da Universidade de Coimbra, onde leccionou as cadeiras de Direito Civil, Economia Política e Organização Judiciaria. Foi nesta cidade de Coimbra que começou a sua adesão à causa republicana, sendo muito próximo além de outros, de Magalhães Lima. A sua actividade política intensificou-se gradualmente. Como deputado republicano desde 1899; são de todos conhecidos os seus dons oratórios na sua agressividade e acutilância para com os adversários políticos. Em Maio de 1900 foi nomeado lente, sendo considerado um dos académicos mais notáveis e brilhantes do seu tempo, tornando-se no mais novo elemento do corpo catedrático. No ano d&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nVgeMbpUygE/TV-3sDHB_nI/AAAAAAAAAi8/1100sq5ZSKg/s1600/img124.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575376831084887666" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 205px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-nVgeMbpUygE/TV-3sDHB_nI/AAAAAAAAAi8/1100sq5ZSKg/s320/img124.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;e 1905, aderiu à Maçonaria. Durante os últimos anos da Monarquia foi eleito deputado pelo Partido Republicano nos anos de 1899, 1906, 1907, 1908 e 1910, contribuindo fortemente para a sua queda, desempenhando um papel fulcral na agitação política. Após a proclamação da República fez parte integrante do Governo Provisório, abraçando a pasta da Justiça, lugar que ocupou até à dissolução deste, após ter aprovação da nova Constituição a 4 de Setembro de 1911. A sua acção governativa pautou-se por inúmeras iniciativas políticas que conduziram à elaboração de leis como a “Lei da Família”, a “Lei do Registo Civil”, a “Lei do Divórcio”, a “Lei da Separação do Estado e da Igreja”, a “Lei do Inquilinato, a “Lei da Reorganização Judiciária”, a “Lei da Reforma Monetária”, a “Lei da Expulsão das Ordens Religiosas”, etc. Era um anti-clerical de nomeada, tendo-lhe sido alcunhada entre outras a “do novo mata frades”, devido à perseguição tenaz encetada contra a igreja e ordens religiosas. Neste mesmo ano fundou o Partido Democrático, em virtude de um processo de secessão entre republicanos, assumindo a liderança; com esta secessão surge um outro partido de facção mais moderada, o Partido Evolucionista. Neste mesmo ano fundou o jornal “O Mundo”. Presidiu a três governos: o primeiro entre 9 de Janeiro de 1913 a 9 de Fevereiro de 1914, acumulando a pasta das Finanças; integrado por democráticos e pelos independentes agrupados. Em Março deste ano assume as funções de professor e director da F&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-m6nWcgOJ2XE/TV-4L9d1lUI/AAAAAAAAAjE/hcP796G7rF0/s1600/img240.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575377379325744450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 225px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-m6nWcgOJ2XE/TV-4L9d1lUI/AAAAAAAAAjE/hcP796G7rF0/s320/img240.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;aculdade de Direito e Estudos Sociais de Lisboa, onde permaneceu até Janeiro de 1915. Em Junho deste ano ganha as eleições, não assumindo a chefia do governo, em virtude de um desastre que sofreu ao saltar pela janela de um eléctrico em andamento, o que lhe causou ferimentos graves, tendo que viajar para o estrangeiro para aí receber tratamentos adequados. O segundo governo entre 29 de Novembro de 1915 e 15 de Março de 1916, acumulando também a pasta das Finanças. Foi um defensor acérrimo da causa aliada, e o principal promotor da participação de Portugal na 1ª. Guerra Mundial. Entre 15 de Março e 25 de Abril de 1917, assume a pasta das Finanças no governo da União Sagrada, presidido por António José de Almeida. O terceiro governo entre 25 de Abril a 10 de Dezembro de 1917, acumulando também a pasta das Finanças. Em Outubro deste ano visitou as tropas do Corpo Expedicionário Português na Flandres conjuntamente com Bernardino Machado; de regresso a Portugal foi preso durante 110 dias no Porto por ocasião do golpe de estado promovido por Sidónio Pais em Dezembro de 1917. Após a sua libertação foi para Paris, não mais exerceria funções políticas em Portugal, preferindo permanecer no estrangeiro, onde acabou por desempenhar diversas missões diplomáticas importantes. Em 12 de Março de 1919 passou a chefiar a delegação portuguesa à Conferência de Paz, assinando em representação de Portugal o Tratado de Versalhes, em Junho desse ano. Foi o representante português na primeira assembleia da Sociedade das Nações. No ano de 1922 por falta de apoio parlamentar recusou formar governo. No ano seguinte apoiou a eleição de Manuel Teixeira Gomes a presidente da República. Por mais duas vezes recusou formar governo por manifesta falta de apoio parlamentar, apoiando o governo de Álvaro de Castro entre Dezembro de 1923 e Julho de 1924. Após a ditadura militar de 28 de Maio de 1926, foi afastado de todos os cargos. Opositor acérrimo a Salazar, exilou-se de vez em Paris. No ano de 1927 juntamente com outros anti-salazaristas, como Álvaro de Castro, António Sérgio, Jaime Cortesão, etc., fundou a Liga da Defesa da República, em Paris sendo eleito membro da Junta Directiva. No inicio de Janeiro de 1937 foi indigitado para Grão-Mestre das Maçonaria Portuguesa, cargo que não viria a assumir, em virtude do seu falecimento ocorrido em Maio do mesmo ano.&lt;br /&gt;Publicou diversas obras relacionada com Direito Civil.&lt;br /&gt;F I MBibliografia: wikipedia.org/Afonso Costa; arquivo. Guarda. Personalidades – Afonso - augusto – da -costa; registos paroquiais - arquivo distri&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8QkgI409P5s/TV-58qOaZtI/AAAAAAAAAjk/7WMud5o4JQs/s1600/img127.jpg"&gt;&lt;/a&gt;tal da Guarda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Óbidos Janeiro de 2011- Editado no Jornal das Caldas em 16-02-2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-1220784758014515609?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/1220784758014515609/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=1220784758014515609' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1220784758014515609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1220784758014515609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/02/centenario-da-implantacao-da-republica_19.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-OznqofMOtAE/TV-2qg--3nI/AAAAAAAAAi0/b35C5td4s8g/s72-c/08-Dr.%2BAfonso%2BCosta.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-8617587883996890169</id><published>2011-02-13T13:49:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T13:55:21.470-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-G-MQSDO69tI/TVhSaNDFJxI/AAAAAAAAAiU/eoRyV7_4gxc/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573295149003646738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-G-MQSDO69tI/TVhSaNDFJxI/AAAAAAAAAiU/eoRyV7_4gxc/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;                                                           &lt;strong&gt;              Artigo 39&lt;br /&gt;                                                Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;                                                                      (1910-2010)&lt;br /&gt;                                                                         Numária&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;                                                                    CEM ESCUDOS&lt;br /&gt;                                                                   Fernando Pessoa &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573295289305560002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-NaT7Meul8CM/TVhSiXtqc8I/AAAAAAAAAic/N5iLM4B1KSE/s320/82-a%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B9-%2BA1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573295405254570610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-fwu5cMO5YXc/TVhSpHqD8nI/AAAAAAAAAik/01pFFWkWfIg/s320/82-B-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B9-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;                                                                          Chapa 9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retrato de Fernando Pessoa, poeta português de projecção mundial, foi o escolhido para terminar o ciclo das notas de 100$00, cujo retrato integra a parte da frente com a chapa número 9. O trabalho de gravação das chapas e da estampagem das notas foram efectuadas pela firma inglesa Thomas De La Rue &amp;amp; Cº. Ltd., Basingstoke, Hampshire. A maqueta é de autoria do Professor Luís Filipe de Abreu. A estampagem a talhe-doce da frente da nota, foi feita a três cores, com o tom predominante azul, engloba a efígie do poeta, trabalhos trapezoidais, dísticos e ornamentos. O fundo, impresso em “offset”, simultâneo. Com evolução de cor, do motivo principal, sobre o lado esquerdo, uma rosácea de centro pentagonal branco, elemento de registo frente e verso, quando visto à transparência. O verso da nota tem uma estampagem a talhe-doce, também a três cores, apresenta dísticos e uma rosa. O fundo do verso também em “offset” simultâneo, irisado apresenta como motivo principal, um emaranhado de fitas com heterónimos criados pelo poeta, envolvendo o desenho pentagonal do registo frente e verso. Possui uma marca de água no lado direito da nota representada pela cabeça descoberta do poeta de perfil para a direita. Incorporado na nota um filete de segurança microimpresso com a palavra “Portugal”, e quando sob incidência de luz ultravioleta, fibras florescentes vermelhas e verdes sobre a superfície. Dimensões da nota 149 x 74 mm. Foram emitidas 135 449 000 notas com as datas de 16 de Outubro de 1986, 12 de Fevereiro de 1987, 3 de Dezembro de 1987, 26 de Maio de 1988 e 24 de Novembro de 1988. Foram retiradas de circulação em 31 de Janeiro de 1992.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Fernando António Nogueira Pessoa, mais conhecido por Fernando Pessoa, nasceu na cidade de Lisboa, a 13 de Junho de 1888, escritor e poeta, dos maiores da língua portuguesa, logo seguido a Camões, era oriundo de famílias da pequena burguesia, filho de Joaquim de Seabra Pessoa e de sua mulher Maria Magdalena Pinheiro Nogueira Pessoa. Fernando Pessoa teve uma infância bastante marcada pelo infortúnio; no ano de 1893 e com apenas 5 anos de idade, perdeu o convívio do pai, por morte deste. Em 1894, viu partir o irmão Jorge. É por este ano que surge o primeiro heterónimo (Chevalier de Pas). Neste ano o seu futuro padrasto é nomeado cônsul em Durban (África do Sul). A mãe casou-se por procuração com o cônsul João Miguel Rosa. No inicio de ano de 1896 a família partiu para Durban, e no fim desse ano nasce a irmã Henriqueta. A formação e a educação de Pessoa foi de origem inglesa, pois a sua juventude foi toda passada na África do Sul. Esta educação proporcionou-lhe um grande contacto com a língua adoptiva, sendo os seus primeiros escritos e estudos expressos em inglês; mantém contacto com a literatura inglesa através de autores de expressão europeia, como; Shakespeare, John Milton, Edgar Allan Poe, Lord Byton, entre outros. No ano de 1897 fez o curso primário. Em 1898 nasceu a segunda irmã, Madalena. No ano seguinte, em 1899, ingressou no Durban High School; cria o pseudónimo “Alexander Search”. Em 1900 ao dobrar do século, a família é aumentada com o nascimento do irmão Luís Miguel. No ano de 1901 foi aprovado com distinção no exame Cape School High Examination. Sofreu um desgosto com a morte da irmã Madalena. Escreveu o primeiro poema infantil “À Minha Querida Mamã”. Iniciou a composição das primeiras poesias em língua inglesa. No mês de Agosto deste ano a família partiu de viagem para uma visita a Portugal. No ano de 1902, nasceu em Lisboa o seu irmão João Maria. Pessoa deslocou-se à ilha Terceira em visita a familiares, pois sua mãe era oriunda desta ilha; neste mesmo ano deslocou-se também a Tavira e aí entrou em contacto com a família paterna, donde seu pai era oriundo e escreveu o poema “Quando ela passa”. No ano de 1902 a família regressou a Durban. No ano seguinte em 1903, candidatou-se à Universidade do Cabo da Boa Esperança conseguindo tirar a melhor nota de entre os 900 candidatos, recebendo o “Queen Victoria Memorial Prize” (Prémio Rainha Vitória). No ano seguinte, 1904 nasceu sua irmã Maria Clara. Terminou os estudos em Durban. Aprofunda a sua cultura lendo clássicos ingleses e latinos; escreveu poesia e prosa em língua inglesa, surgindo os heterónimos Charles Robert Anon e H.M.F.Lecher. Em 1905 decidiu regressar de vez a Portugal, indo viver com a sua avó, continuando a escrever poemas em inglês. No ano de 1906 a mãe e o padrasto regressam a Portugal, indo Pessoa viver com eles. Em Outubro, matriculou-se no Curso Superior de Letras; sofreu mais um desgosto com a morte da irmã Maria Clara. Em 1907 a família regressou à África do Sul - Durban excepto Fernando Pessoa que foi morar com a sua avó. Entretanto desistiu do curso em Agosto, e passado um curto espaço de tempo faleceu a sua avó; esta, deixou-lhe em testamento alguns dinheiros que rapidamente aplicou na montagem de uma pequena tipografia, que após alguns meses abre falência, obrigando a encerrá-la. No ano de 1908, dedicou-se à tradução de correspondência comercial, uma actividade que desempenhou durante toda a sua vida, tendo uma modesta projecção social na vida pública. No ano de 1910, redigiu poesias e prosas nas línguas portuguesa, francesa e inglesa. Neste ano iniciou a actividade de ensaísta e crítico literário com os artigos “Reicidindo…”, A Nova Poesia Portuguesa Sociologicamente Considerada” e “A Nova Poesia Portuguesa no seu Aspecto Psicológico”, publicados na revista A Águia. O ano de 1913 foi de intensa produção literária, escreveu “O Marinheiro”. Em 1914, criou os heterónimos Ricardo Reis, Álvaro de Campos, Alberto Caeiro e Bernardo Soares, em que nas próprias palavras deste dizia, “A minha pátria é a língua portuguesa”. Neste ano escreveu os poemas “O Guardador de Rebanhos” e o ” Livro do Desassossego”. Em 1915 saiu o primeiro número de Orpheu. Em 1916 sofreu mais um grande desgosto com a morte do seu grande amigo Mário de Sá Carneiro. Em 1918 escreveu poemas em inglês que são publicados no jornal “Times”. No ano de 1920 conheceu Ofélia Queiroz, mas devido a problemas de saúde relacionados com uma depressão, rompeu o relacionamento com a mesma. A mãe e os irmãos regressam a Portugal. Fundou a editora Olisipo, onde publicou poemas em inglês no ano de 1921. Em 1924 surgiu uma nova revista “Atena”, dirigida por Pessoa e Rui Vaz. Um outro desgosto sofreu com a morte de sua mãe em 1925. Dirigiu com um seu cunhado a “Revista de Comércio e Contabilidade”. No ano seguinte passou a colaborar com a revista Presença. Em 1929 voltou a relacionar-se com Ofélia, rompendo o relacionamento no ano de 1931. Publicou em 1934 o livro “Mensagem”, que era composto de poemas dedicados às grandes personagens históricas portuguesas. Foi a única colectânea editada em vida de Fernando Pessoa. Criou vários heterónimos, mas dos que mais se destacaram foram: 1- Bernardo Soares, o autor do Livro do Desassossego, importante obra literária do século XX. Foi considerado um semi-heterónimo, por ter imensas semelhanças com Fernando Pessoa. II- Álvaro de Campos, era a personagem de um engenheiro de origem portuguesa, mas de educação inglesa, com a sensação de se mostrar um estrangeiro em qualquer parte do mundo. Foi com este heterónimo que escreveu um dos mais conhecidos poemas ”Tabacaria”. Era uma personagem crítica e revoltada, fazendo a apologia da vida moderna, em linguagem um pouco radical. III- Ricardo Reis era um médico que se exprimia em línguas latinas e revia-se como um monárquico. Era o símbolo de herança clássica na literatura ocidental. Segundo Pessoa, Reis mudou-se para o Brasil, como protesto da implantação da República. IV- Alberto Caeiro era a personagem natural da cidade de Lisboa, iletrado com apenas a instrução primária, teria vivido a quase totalidade da sua vida como camponês, mas considerado o mestre dos heterónimos. Este heterónimo de Pessoa foi o único a não escrever prosa.&lt;br /&gt;Pessoa é um poeta universal, na medida em que caindo por vezes em contradições, tem uma visão simultânea múltipla e unitária da vida. A explicação da criação dos principais heterónimos, prende-se com as várias formas que tinha de ver o mundo, servindo-se do racionalismo e pensamento oriental. Pessoa é o primeiro português a figurar na Plêiade (Collection Bibliothèque de la Pléiade), colecção francesa de grandes nomes da literatura mundial.&lt;br /&gt;A sua obra bastante extensa é apreciada em todo o mundo, estando traduzido em muitas línguas.&lt;br /&gt;Faleceu, solteiro no dia 30 de Novembro de 1935, na cidade de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal” Banco de Portugal. Wikipedia/Fernando Pessoa. Trechos avulsos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 09-02-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-8617587883996890169?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/8617587883996890169/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=8617587883996890169' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8617587883996890169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8617587883996890169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/02/artigo-39-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-G-MQSDO69tI/TVhSaNDFJxI/AAAAAAAAAiU/eoRyV7_4gxc/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-8911892111093971500</id><published>2011-02-13T13:43:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T13:49:17.217-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;                                 CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;                                                             Vultos da República&lt;br /&gt;                                                                     17º. Artigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-apXvwISvGBs/TVhRcsUpvrI/AAAAAAAAAiM/8bDcXtveI6E/s1600/14-Dr.%2BJo%25C3%25A3o%2Bde%2BMeneses.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573294092246957746" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 202px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-apXvwISvGBs/TVhRcsUpvrI/AAAAAAAAAiM/8bDcXtveI6E/s320/14-Dr.%2BJo%25C3%25A3o%2Bde%2BMeneses.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;João Duarte de Meneses nasceu na cidade de Lisboa a 22 de Abril de 1868. Foi advogado, político e jornalista. Cursou Direito na Universidade de Coimbra entre os anos de 1886 e 1895, alcançando o bacharelato. Exerceu a advocacia na cidade do Porto e na cidade de Lisboa. Foi membro da Maçonaria, tendo-se iniciado no ano de 1892, na loja “Simpatia”, com o nome de Oberdank. Foi redactor político dos periódicos, “Voz Pública” e “O Norte”, tendo sido o fundador deste último, assim como do periódico lisboeta “O Debate”. ”Filiou-se no Partido Republicano, tendo sido eleito deputado nos anos de 1906, 1908, 1910 e 1911. ”. Na legislatura de 1906 e 1908, foi deputado eleito pelo círculo do Funchal. Foi também secretário da redacção do jornal republicano “A Luta”. Acérrimo defensor de ideais republicanos foi considerado um polemista notável, de postura correcta em relação aos adversários políticos, que o tinham em consideração e por ele nutriam enorme respeito e consideração. Devido aos seus ideais políticos, foi preso durante três meses no Limoeiro. Foi Ministro da Marinha entre 3 de Setembro e 12 de Novembro de 1911 no governo de João Chagas. Desempenhou o cargo de presidente do Supremo Tribunal Administrativo. Escreveu uma obra com o titulo “A Nova Fase do Socialismo”. Faleceu em Lisboa a 8 de Abril de 1918.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: wikipedia/João de Meneses; Dicionário Histórico, Meneses (João Duarte de); João Duarte Meneses (1868/1918). Fundação Mário Soares.&lt;br /&gt;Óbidos – Janeiro de 2011&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 09-02-2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-8911892111093971500?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/8911892111093971500/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=8911892111093971500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8911892111093971500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8911892111093971500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/02/centenario-da-implantacao-da-republica_13.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-apXvwISvGBs/TVhRcsUpvrI/AAAAAAAAAiM/8bDcXtveI6E/s72-c/14-Dr.%2BJo%25C3%25A3o%2Bde%2BMeneses.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3021724431023431146</id><published>2011-02-06T05:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-06T05:37:27.894-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TU6jJJc06nI/AAAAAAAAAhs/JWCcWoQd8hM/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570569166654859890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TU6jJJc06nI/AAAAAAAAAhs/JWCcWoQd8hM/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 38&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;CEM ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bocage &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570569695935833378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 155px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TU6jn9LPpSI/AAAAAAAAAh8/SsBkEdCGQiY/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B81%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B8-%2BA.png" border="0" /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570569942669893426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TU6j2UVOnzI/AAAAAAAAAiE/CrfZtdihlRk/s320/82%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B8-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 8&lt;br /&gt;A figura de Bocage, apresentado na frente da nota com a chapa 8, foi a escolhida pelo Banco de Portugal para a ilustração da sua penúltima nota de cem escudos. As maquetas iniciais são da autoria do arquitecto João de Sousa Araújo. O fabrico e a estampagem das notas ficaram a cargo da casa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. A frente da nota é composta por duas estampagens calcográficas; uma a azul com o retrato do poeta Bocage, que teve por modelo uma gravura delineada pelo pintor Henrique José da Silva e pelo mestre italiano Francesco Bartolozzi, no ano de 1806 e ornamentos; a outra a castanho acinzentado, com a legenda Banco de Portugal, o escudo nacional e o número 100 no canto superior direito. O verso tem uma estampagem calcográfica, a azul, apresentando uma gravura antiga “O Rossio nos princípios do século XIX”, na cidade de Lisboa. Os fundos da frente e do verso das notas são impressos em “offset” e constituídos por desenhos ornamentais. O papel é de fabrico de Portals, Limited, Overton, Basingstoke, Hampshire, tem como marca de água o retrato de Bocage, e na parte inferior a legenda Banco de Portugal. Possui um filete de segurança, descontínuo. Dimensões da nota 149 x 74 mm. Foram emitidas 64 344 000 notas com as datas de 2 de Setembro de 1980, 24 de Fevereiro de 1981, 31 de Janeiro de 1984, 12 de Março de 1985 e 4 de Junho de 1985. A primeira emissão de 3 de Dezembro de 1980, e a última em 4 de Junho de 1985. Foram retiradas de circulação em 31 de Maio de 1990.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Manuel Maria Barbosa du Bocage, mais conhecido por Bocage, nasceu em Setúbal, em 15 de Setembro de 1765; era um dos cinco filhos de José Luís Soares de Barbosa, juiz de fora, ouvidor e advogado, e de sua mulher Mariana Joaquina Xavier l´Hedois Lustoff du Bocage. Foi um poeta satírico português, árcade e precursor do romantismo em Portugal. Foi o maior representante do arcadismo lusitano: - “ escola literária, surgida no século XVIII, na Europa, sendo a sua principal característica a exaltação à natureza”. A veia poética de Bocage tem ascendentes familiares, pois sua mãe era sobrinha da célebre poetisa francesa Anne-Marie Le Page du Bocage, autora da tragédia “As Amazonas” e do poema em dez cantos “A Columbiada”. Bocage teve uma infância muito infeliz marcada naturalmente pela prisão do pai durante seis anos e da morte da mãe quando tinha apenas dez anos. Não se sabe se estudou, mas segundo a sua obra, tudo indica que estudou os clássicos, as mitologias gregas, latinas, e estudou a língua francesa. No ano de 1781, assentou praça, aí permanecendo até finais de 1783. Neste mesmo ano foi admitido na Escola da Marinha Real, onde cursou para guarda marinha. Na parte final do curso desertou, quando a sua fama como poeta e versejador corriam por toda a cidade de Lisboa. No ano de 1786, embarca como oficial de marinha para a Índia, atracando no Rio de Janeiro em Junho do mesmo ano. Depressa se encantou pela bela cidade; pretendendo permanecer por ali, dedicou ao Governador alguns poemas cheios de bajulações, com o fim de obter os seus intentos; como não era pessoa que se deixasse levar em modos de servilismo, este fez Bocage prosseguir viagem para as Índias. Bocage chegou à Índia, após uma escala na ilha de Moçambique, em Outubro de 1786. Na cidade de Pangim continuou os seus estudos regulares da marinha, após os quais foi colocado em Damão. No ano de 1789, desertou e embarcou para Macau. Foi preso pela Inquisição; nesse espaço de tempo dedicou-o à tradução dos melhores poetas franceses e italianos de então. A sua maior produtividade literária concorreu com o período de maior boémia e de aventuras, que se prolongaram pela última década de noventa. No ano de 1790 foi convidado a aderir à Academia das Belas Artes, ou a Nova Arcádia, o qual aceitou de imediato, adoptando o pseudónimo de “Elmano Sadino”. Este convite foi uma passagem efémera, pois pouco depois escrevia fortes e ferozes sátiras contra os confrades. No ano de 1791, publica-se a 1ª.edição das “Rimas”. Em Agosto de 1797, foi-lhe dada ordem de prisão, alegando que era uma pessoa portadora da “desordem nos costumes”, sendo encarcerado, primeiro no Limoeiro em Lisboa, e depois no Real Hospício das Necessidades, até Novembro do mesmo ano. Durante este espaço de tempo, Bocage, talvez por interferência dos padres beneditinos, mudou o seu comportamento, começando a trabalhar como redactor e tradutor de obras literárias; saiu em liberdade no último dia do ano de 1798. De 1799 a 1801, trabalhou afincadamente com Frei José Mariano da Conceição Veloso, frade de origem brasileira e politicamente bem visto nas graças do Intendente Pina Manique, que o encarregou de trabalhos para tradução. Muitos atribuem a autoria de muitas anedotas grosseiras a Bocage, o que não é verdade, pois na Lisboa de então e em especial na última década do século XVIII, uma das intervenções do Intendente Pina Manique, visou pôr ordem na cidade, devido aos excessos que aí proliferavam. Bocage faleceu na cidade de Lisboa em 21 de Dezembro de 1805 com um aneurisma numa casa modesta e de aluguer.&lt;br /&gt;Principais obras: 1- A Morte de D. Ignez; 2- A Pavorosa Ilusão; 3- A Virtude Laureada; 4- Elegia; 5- Improvisos de Bocage; 6- Mágoas Amorosas de Elmano; 7- Queixumes do Pastor Elmano contra a Falsidade da Pastora Urselina. Obras traduzidas: 1- As plantas; 2- Os jardins ou a arte de aformesear as paizagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. História de Portugal de Pinheiro Chagas; Wikipedia. Trechos avulsos.&lt;br /&gt;Óbidos, Março 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 03-02-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3021724431023431146?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3021724431023431146/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3021724431023431146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3021724431023431146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3021724431023431146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/02/artigo-38-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TU6jJJc06nI/AAAAAAAAAhs/JWCcWoQd8hM/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3136207706187311096</id><published>2011-02-06T05:23:00.000-08:00</published><updated>2011-02-06T05:30:06.692-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;                                  CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;                                                                 Vultos da República&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TU6iCKJkQwI/AAAAAAAAAhk/plX2KzNegUQ/s1600/06-Dr.%2BAugusto%2BVasconcelos.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570567947071800066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 188px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TU6iCKJkQwI/AAAAAAAAAhk/plX2KzNegUQ/s320/06-Dr.%2BAugusto%2BVasconcelos.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Augusto César de Almeida Vasconcelos Correia, mais conhecido por Augusto de Vasconcelos, nasceu na cidade de Lisboa a 25 de Setembro de 1867, filho de Júlio César de Vasconcelos Correia e de sua mulher Constança de Almeida Vasconcelos. Foi médico, professor de Medicina na Faculdade de Medicina de Lisboa, político e diplomata português da Primeira República. Frequentou e licenciou-se na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa no ano de 1891, com a tese de Higiene Hospitalar. Nosocomialismo e Microbismo. Em Novembro de 1899 foi nomeado demonstrador da secção cirúrgica, e no ano de 1903 ascende a lente substituto. Em 1906 alcança a cátedra de Anatomia Descritiva e Topografia. Desempenhou diversos cargos de relevo como médico; director de enfermaria no Hospital do Desterro; cirurgião - chefe do Hospital de São José; director clínico e enfermeiro – mor dos Hospitais Civis. Augusto Vasconcelos desde tenra idade defendeu os ideais republicanos, de índole moderada. Era considerado amigo pessoal de Afonso Costa e politicamente próximo de Brito Camacho. Escreveu no diário A Pátria conjuntamente com Higino de Sousa e Cipriano da Fonseca. Aquando da Implantação da República, desempenhava as funções de Presidente da Comissão Municipal do Partido Republicano, cooperando de imediato com o Governo Provisório, para integrar uma comissão encarregada de proceder a um inquérito aos serviços do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Em Março de 1911 foi nomeado enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário em Madrid, sendo exonerado em 12 de Outubro corrente. É nomeado Ministro dos Negócios Estrangeiros neste mês de Outubro, na governação de João Chagas. Após as incursões monárquicas de Outubro do mesmo ano e subsequente crise ministerial, forma um governo de 12 de Novembro de 1911 a 16 de Junho de 1912, no qual exerce a Presidência acumulando a pasta dos Negócios Estrangeiros. Em Junho de 1912, após vários incidentes parlamentares o Governo pede e demissão encarregando-o de formar novo governo, o qual declinou, mantendo contudo a pasta dos Estrangeiros. Em 1913, com Afonso Costa como Presidente do Governo, foi nomeado Ministro de Portugal em Madrid, onde se manteve até 1914. Entre 1914 e 1919 Augusto Vasconcelos foi transferido para Londres como ministro Plenipotenciário, altura em que a embaixada tinha um papel crucial na condução política do conflito (1ª.Guerra Mundial). Terminada a guerra chefiou no ano de 1919 a delegação portuguesa à Conferência de Paz em Paris. Desempenhou o cargo de senador pelo Porto entre 1922-1925 e 1925-1926. Foi colocado na Sociedade das Nações, organismo no qual foi delegado português em 1934-1935, presidindo nessa altura à respectiva Assembleia Geral. Desenvolveu uma acção de relevo com esforços diplomáticos para pôr termo à Guerra do Chaco, que opôs no ano de 1935 a Bolívia ao Paraguai. No ano de 1937 por atingir o limite de idade pede a sua exoneração do cargo. Foi sócio titular da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa, da Associação dos Médicos Portugueses, e da Assistência Nacional aos Tuberculosos e membro de muitas mais instituições estrangeiras. Colaborou em diversas revistas cientificas de Medicina, e nos periódicos País e Mundo. Faleceu em Lisboa a 27 de Setembro de 1951.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: wikipedia.org/wiki/Augusto;&lt;br /&gt;Óbidos - Janeiro de 2011&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 03-02-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3136207706187311096?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3136207706187311096/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3136207706187311096' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3136207706187311096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3136207706187311096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/02/centenario-da-implantacao-da-republica.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TU6iCKJkQwI/AAAAAAAAAhk/plX2KzNegUQ/s72-c/06-Dr.%2BAugusto%2BVasconcelos.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-1215698223148449771</id><published>2011-01-30T08:49:00.000-08:00</published><updated>2011-01-30T08:56:57.202-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWXV3ZxOnI/AAAAAAAAAhA/SbvqkkbhKjY/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568022916218567282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWXV3ZxOnI/AAAAAAAAAhA/SbvqkkbhKjY/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 37&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;CEM ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camilo Castelo Branco&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568023291314926898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 157px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWXrsvtdTI/AAAAAAAAAhQ/D1QyMHEg_SY/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B79%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B7-%2BA.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568023394611695682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 157px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWXxtjlEEI/AAAAAAAAAhY/oQ6maB3pRXU/s320/80%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B7-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                Chapa 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ilustra esta nota o retrato do romancista português Camilo Castelo Branco. As maquetas iniciais desta nota são de autoria do arquitecto João de Sousa Araújo. A gravação e estampagem das notas foram efectuadas pela firma inglesa Thomas De La Rue &amp;amp; Cº. Ltd., de Londres. As duas estampagens calcográficas da frente, a cores a azul e castanho, apresentam o retrato de Camilo Castelo Branco, o escudo nacional, dísticos e ornatos de torno geométrico. O fundo tem três impressões a“offset”, em íris, trabalho em duplex e aplicação de desenho numismático que ocupa toda a área da margem . Tem uma estampagem em talhe-doce a azul com a vista da cidade do Porto dos meados do século XIX e ornamentos de guilhoché que sobressaem dum fundo de duas impressões. O papel foi fabricado por Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hants, apresenta uma filigrana especial no lado esquerdo e quando visto à transparência do lado direito, a efígie de Camilo. Incorporado no papel pode observar-se, na metade direita, um filete de segurança de traço descontínuo. Dimensões da nota 149 x 74 mm. Foram emitidas 209 924 000 notas, com as datas de 30 de Novembro de 1965 e 20 de Setembro de 1978. Primeira emissão, 29 de Abril de 1968 e a última emissão, 18 de Fevereiro de 1981. Foram retiradas de circulação em 31-03-1987.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco, mais conhecido por Camilo Castelo Branco, além de romancista de excepção, foi também cronista, crítico, historiador, tradutor, dramaturgo e poeta. Nasceu na cidade de Lisboa a 16 de Março de 1825, oriundo de uma família aristocrática provinciana. Era filho de Manuel Joaquim de Botelho Castelo Branco e de Jacinta Rosa do Espírito Santo Ferreira, com quem nunca casou registando-o como filho de mãe incógnita. Ficou órfão de mãe com a tenra idade de um ano e de pai aos dez anos, o que de certo modo lhe moldou um carácter de constante insatisfação; foi acolhido por uma tia que vivia em Vila Real e mais tarde foi viver com a irmã mais velha para Vilarinho de Samardã no ano de 1839, recebendo uma educação um tanto irregular através de dois padres provincianos. Na sua adolescência teve como formação a leitura de clássicos portugueses e latinos, literatura eclesiástica.&lt;br /&gt;Camilo casou no ano de 1841 com Joaquina Pereira de França com apenas 16 anos de idade, indo viver para Friúme (Ribeira de Penha) não passando de uma paixão juvenil, pois o casamento depressa se desfez. No ano de 1842 preparou-se para ingressar na Universidade, tendo como professor e orientador o padre Manuel da Lixa. Camilo é portador de uma personalidade extremamente instável e turbulenta, leva-o a experiências amorosas buliçosas uma das quais com Patrícia Emília, a freira Isabel Cândida. Publicou em 1848, No Nacional, correspondências em que proferia ataques a personalidades de então, o que lhe valeu por parte dos visados ser espancado por diversas vezes como correcção aos irreverentes artigos jornalísticos. Neste mesmo ano abandonou Patrícia e refugiou-se em casa da irmã em Covas do Douro. Tentou cursar medicina no Porto, não concluindo o curso, voltou-se para o curso de Direito onde obteve o mesmo resultado. É por esta altura que na cidade do Porto leva uma vida de boémio, frequentando cafés, salões burgueses, tudo repleto de paixões refulgentes, dedicando-se ao jornalismo. Conheceu e de imediato se apaixonou por Ana Plácido no ano de 1850; esta entretanto casou no ano de 1852 com um negociante brasileiro de nome Pinheiro Alves; esta personagem inspira-o em várias novelas, a maior da parte delas com carácter depreciativo. Estes contactos de Camilo e a visita a casa de Ana Plácido, seduzem-no de tal maneira que a rapta, andando a monte, sendo pouco depois capturados e julgados. Foi considerado um escândalo pela sociedade de então, o qual não deixou de emocionar a opinião pública, pelo conteúdo romântico de amor contrariado. Presos em celas diferentes na cadeia da Relação do Porto, escreveu “Memórias do Cárcere”; aqui conheceu o famoso Zé do Telhado, que roubava as casas abastadas na zona do Douro para dar aos pobres; por relevantes serviços prestados, aquando das guerras liberais, foi condecorado com a Torre Espada. No ano de 1863, indo de recurso em recurso e após a absolvição do crime de adultério, Ana Plácido e Camilo passam a viver juntos. É a partir deste ano que Camilo se debruça essencialmente na escrita, escrevendo ininterruptamente, mais de 260 obras, a um ritmo alucinante superior a 6 obras por ano. O ex-marido de Ana Plácido morreu no ano de 1863; o casal foi viver para São Miguel de Seide, com os filhos. Por motivos de saúde, no ano de 1871, Camilo transferiu-se para Vila do Conde, onde escreveu a peça de teatro “A Filha do Arcediago”. Desloca-se com imensa frequência entre os anos de 1873 a 1890 à Povoa do Varzim; é aqui que escreve a grande parte da sua obra, recolhido no hotel Luso-Brasileiro. Na Póvoa contacta com personalidades intelectuais e sociais, como o pai de Eça, que era Par do Reino, Almeida Garrett, António Feliciano de Castilho, Alexandre Herculano, Francisco Gomes de Amorim, poeta e dramaturgo do burgo, entre outros, por conseguinte com a nata mais sonante das letras de então. No ano de 1877, sofreu um enorme desgosto com o falecimento do seu filho Manuel Plácido, com apenas 19 anos de idade. No ano de 1885 é-lhe concedido o titulo de Visconde de Correia Botelho. Casou-se com Ana Plácido, seu grande amor em Março de 1888. Os seus últimos anos de vida são passados na companhia de Ana, não encontrando estabilidade emocional, por dificuldades de ordem financeira e de preocupações vivida com os filhos, um por irresponsabilidade, e o outro por uma doença mental. A sua doença, (sífilis) ia-o debilitando gradualmente, cegando-o, e impedindo-o de ler e trabalhar, o que o fez mergulhar num enorme desespero, perdendo a vontade de viver. Após uma consulta e conhecedor do seu estado de saúde extremamente debilitada pela cegueira que avançava vertiginosamente, e num momento de desespero suicidou-se no dia 1 de Junho de 1890. Foi o primeiro escritor a viver exclusivamente dos seus escritos, sujeitando-se às críticas, impondo um cunho muito pessoal nos seus romances, o que veio conotá-lo como, um dos mais românticos escritores portugueses de sempre. Durante os mais de 40 anos em que se dedicou à escrita, deixou um legado enorme de textos inéditos; comédias, folhetins, ensaios, tradução de cartas e poesias, subscrevendo-os ou com a sua assinatura ou com os pseudónimos: Manoel Coco; Saragoçano; A.E.I.O.U.Y; Anastácio das Lombrigas e Arqui-Zero. Por a sua obra ser extremamente extensa abaixo refiro-me às principais: Anátema (1851); Mistérios de Lisboa (1854); A Filha do Arcediago (1854); Livro negro do Padre Dinis (1855); A Neta do Arcediago (1856); Cenas da Foz (1857); Carlota Ângela (1858); Vingança (1858); O Morgado de Fafe em Lisboa (Teatro 1861); Doze Casamentos Felizes (1861); As Três Irmãs (1862); Amor de Perdição (1862); Coração, Cabeça e Estômago (1862); Anos de Prosa (1863); O Bem e o Mal (1863); Agulhas em Palheiro (1863); Amor de Salvação (1864); A Sereia (1865); O Judeu (1866); A Queda dum Anjo (1866); A doida do Candal (1867); Os Mistérios de Fafe (1868); Os Brilhantes do Brasileiro (1869); Mulher Fatal (1870); A Infanta Capelista (1872); O regicida (1874); Novelas do Minho (1875-1877); Eusébio Macário (1879); A Corja (1880); A Senhora Rattazzi (1880); A Brasileira de Prazinz (1882); O Assassino de Macário (1882); Folhas Caídas; A Gratidão; Luís de Camões; O Vinho do Porto; O Suicida, etc…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal. Banco de Portugal. Wikipedia. Trechos avulsos. História de Portugal de Pinheiro Chagas.&lt;br /&gt;Óbidos, Março de 2010.&lt;br /&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 2011-01-26&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-1215698223148449771?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/1215698223148449771/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=1215698223148449771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1215698223148449771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1215698223148449771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/01/artigo-37-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWXV3ZxOnI/AAAAAAAAAhA/SbvqkkbhKjY/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-1564799441701238868</id><published>2011-01-30T08:39:00.000-08:00</published><updated>2011-01-30T08:48:37.460-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;                                         CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;                                                                        Vultos da República&lt;br /&gt;                                                                                 15º. Artigo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWVjDSNybI/AAAAAAAAAgo/IaXJdl3gjTc/s1600/04-Dr.%2BJos%25C3%25A9%2BAnt.%2Bde%2BAlmeida.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568020943723153842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 201px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWVjDSNybI/AAAAAAAAAgo/IaXJdl3gjTc/s320/04-Dr.%2BJos%25C3%25A9%2BAnt.%2Bde%2BAlmeida.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;António José de Almeida foi médico, mas essencialmente um político dos mais relevantes e populares dirigentes do partido republicano. Por força do seu pensamento e abnegada devoção aos ideais republicanos, foi eleito Presidente da República. Nasceu em Vale da Vinha, Penacova a 17 de Julho de 1866, filho de José António Almeida e de sua mulher D. Maria Rita Neves. Após a conclusão dos estudos secundários, matriculou-se na Faculdade de Medicina, na Universidade de Coimbra. Como estudante fez publicar no jornal académico “Ultimatum”, um artigo contundente dirigido ao rei D. Carlos, intitulado “Bragança, o último”, que teve como defensor Manuel de Arriaga, acabando condenado a três meses de prisão. Terminou o curso de Medicina no ano de 1895, indo para a Angola e depois para S. Tomé e Príncipe onde se estabeleceu até ao ano de 1903. Neste mesmo ano regressou a Portugal onde pouco se demorou, indo estagiar em diversas clínicas até ano de 1904 em França. Regressado de França montou consultório em Lisboa, entrando definitivamente na política. Foi candidato do Partido Republicano no ano de 1905 e 1906, sendo eleito deputado somente no ano de 1906. Em 1907 adere à Maçonaria. Os seus discursos acutilantes fizeram dele um orador muito popular nos comícios republicanos, sendo preso no ano de 1908, na tentativa revolucionária, dias antes do regicídio do rei D. Carlos e do príncipe Luís Filipe. Após a sua libertação a sua acção extremamente demolidora tanto na imprensa como na palavra, foi um contributo essencial para apresentar e reforçar os seus ideais republicanos, tanto mais que era director do jornal Alma Nacional. Em 1910 após a implantação da República, desempenhou o cargo de Ministro do Interior do Governo Provisório. Neste mesmo ano casou com D. Maria Joana Morais Perdigão Queiroga, no dia 14 de Dezembro. No ano de 1912 funda no mês de Fevereiro o partido Evolucionista de índole republicana moderado&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWV8iGLxwI/AAAAAAAAAgw/g__PGAxhTpI/s1600/img123.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568021381490919170" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 197px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWV8iGLxwI/AAAAAAAAAgw/g__PGAxhTpI/s320/img123.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; do qual foi seu dirigente, opondo-se ao Partido Democrático de Afonso Costa, mas com o qual se aliou no governo da União Sagrada, no ano de 1917. Em 6 de Agôsto do ano de 1919 foi eleito Presidente da República, até 5 de Outubro de 1923, com 123 votos expressos, contra 31 de Teixeira Gomes e 3 de Afonso Costa. Foi o único presidente da 1ª. República que concluiu o seu mandato. Durante o seu mandato fez uma visita oficial ao Brasil, para participar no Centenário da Independência. A sua maneira de ser, a sua afabilidade a sua eloquência e o seu trato foram condições essenciais para o êxito desta visita. No ano de 1921, deu-se um levantamento radical que teve como corolário a “Noite sangrenta” de 19 de Outubro, em que foram assassinados por opositores ao regime republicano, o chefe do governo de então António Granjo, Machado Santos o herói da rotunda e Carlos da Maia. O seu mandato caracterizou-se por ter nomeado 16 governos. Alguns amigos reuniram os seus principais artigos e discursos em três volumes, intitulados “Quarenta anos de vida literária e política”, obra publicada a título póstumo no ano de 1934 e erigiram-lhe uma estátua na cidade de Lisboa da autoria do escultor Leopoldo de Almeida e do escultor Pardal Monteiro. Faleceu na cidade de Lisboa a 31 de Outubro de 1929.&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Óbidos – Janeiro de 2011&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 2011-01-26&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-1564799441701238868?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/1564799441701238868/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=1564799441701238868' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1564799441701238868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1564799441701238868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/01/centenario-da-implantacao-da-republica_30.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TUWVjDSNybI/AAAAAAAAAgo/IaXJdl3gjTc/s72-c/04-Dr.%2BJos%25C3%25A9%2BAnt.%2Bde%2BAlmeida.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-2431893651240998349</id><published>2011-01-22T09:55:00.000-08:00</published><updated>2011-01-22T10:02:39.687-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsay88XQgI/AAAAAAAAAgQ/xRveqW7bemY/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565071227201470978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsay88XQgI/AAAAAAAAAgQ/xRveqW7bemY/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 36&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República (1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;1910 – 2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CEM ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Nunes&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565071534919148930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsbE3R-ZYI/AAAAAAAAAgY/_Tak5zDzXc8/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2B75%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B6%2B-%2BA.png" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565071737014473938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsbQoJQVNI/AAAAAAAAAgg/ih2cNVDTEQU/s320/76%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B6%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                                                              Chapa 6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A efígie de Pedro Nunes, matemático, astrónomo português, e um dos maiores cérebros do século XVI, foi a escolhida pelo Banco de Portugal para emoldurar a frente da nota de cem escudos das chapas 6 e 6A. A frente da nota é composta por duas estampagens calcográficas, uma a verde-escuro que engloba a cercadura com trabalho em guilhoché em linhas brancas, escuras e paralelas, que protegem o retrato, e outra a roxo que apresenta a efígie de Pedro Nunes. O verso possui uma estampagem calcográfica, a castanho - escuro, que inclui um trecho do claustro do Mosteiro da Batalha e uma cabeça numismática. Os fundos da frente e verso da nota são impressos em íris, com aplicações de desenho a relevo elaborado na máquina de raiar. O papel é de fabrico inglês, executado por Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hampshire, e tem como marca de água, quando visto à transparência pela frente e do lado esquerdo, uma cabeça de perfil para dentro, representando a ilustre personagem de Pedro Nunes. Dimensões da nota 149 x 90 mm. Foram emitidas 60 320 000 notas de chapa 6, com as datas de 28 de Outubro de 1947, 24 de Outubro de 1950, 22 de Junho de 1954 e 25 de Junho de 1957. Primeira emissão, 14 de Junho de 1948 e a última, 26 de Abril de 1963. Foram retiradas de circulação em 31 de Dezembro de 1978, conjuntamente com as notas do mesmo valor da chapa 6 A. Com a chapa 6A, foram emitidas 31 270 000 notas com a data de 19 de Dezembro de 1961. Primeira emissão de 29 de Maio de 1963, e a última emissão de 15 de Abril de 1968. Foram retiradas de circulação em conjunto com as notas da chapa 6, em 31 de Dezembro de 1978.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Pedro Nunes, personalidade ímpar do século XVI, nasceu em Alcácer do Sal no ano de 1502, oriundo segundo consta de famílias judias. Foi um dos maiores vultos científicos do seu tempo, contribuindo com os seus estudos de matemática e cartografia para o desenvolvimento dos descobrimentos portugueses. De entre as várias invenções, a que maior repercussão teve foi o aparelho de medida “O nónio”. “É uma pequena régua que aplicada num instrumento se adapta à escala graduada, junto à qual desliza, permitindo avaliar fracções das divisões marcadas na escala, (graus, minutos e segundos), que possibilita as medidas com elevado rigor, permitindo planear a navegação com um mínimo de margem de erro. É usado actualmente em parquímetros e micrómetros.&lt;br /&gt;No ano de 1522, iniciou os seus estudos, frequentando a Universidade de Salamanca, de onde saiu pelo ano de 1525, com a formação em artes. Em 1523, casou com D. Guiomar Aires; deste casamento provêm dois filhos de nome (Apolónio e Pedro), e quatro filhas de nome Briolanja, Francisca, Isabel e Guiomar. No ano de 1525 cursou na Universidade de Lisboa os cursos de filosofia e matemática. No ano de 1529 foi nomeado “Cosmógrafo Real”. O rei D. João III no ano de 1531, encarregou-o da educação dos seus irmãos mais novos. No ano de 1537, fez a tradução e comentou o Tratado sobre a Esfera, acerca da teoria do Sol e da Lua. No ano de 1537 fez um trabalho com o nome de “Tratado em defesa da carta de marear) e o “Tratado sobre certas dúvidas da navegação”. No ano de 1542 publicou “De Crepusculis”, (Sobre o Crepúsculo), a obra cientifica que mais reputação lhe granjeou. Em 1544 foi encarregado de organizar e leccionar a cadeira de matemática e de astronomia na Universidade de Coimbra, programadas para a instrução de navegar. É nomeado “Cosmógrafo - mor”, no ano de 1547, cargo que exerceu até à sua morte. No ano de 1548 é feito cavaleiro com hábito de Nosso Senhor Jesus Cristo. No ano de 1568, por incumbência do Rei D. Sebastião, procedeu à reforma dos Pesos e Medidas do Reino.&lt;br /&gt;No ano de 1577, devido aos seus conhecimentos de matemática, astrologia, e em especial à sua projecção na Europa como inventor, tradutor, comentador e professor de nomeada, foi convidado pelo papa Gregório XIII para se pronunciar sobre o projecto do calendário anual e proceder às rectificações ao calendário juliano uma vez que que no decurso de séculos, a diferença entre o ano solar e o calendário juliano, foi aumentando, ao ponto de a diferença por essa altura se cifrar em 10 dias sendo urgente corrigi-las. Este novo calendário ficou conhecido como o “Calendário Gregoriano”.&lt;br /&gt;Obras traduzidas e comentadas: 1- Tratado sobre a Esfera acerca da teoria do Sol e da Lua; II- Tratado da Esfera; III- Geografia. Trabalhos originais: l- Tratado em defesa da carta de marear; II- Tratado sobre certas dúvidas de navegação; III- O Crepúsculo; IV- Erros de Orontii Finei; V- A arte de navegar; VI- Livro de álgebra em Aritmética a Geometria. Faleceu na Coimbra a 11 de Agosto de 1578.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia. Trechos avulsos.&lt;br /&gt;Óbidos, Março de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 19-01-2011 &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-2431893651240998349?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/2431893651240998349/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=2431893651240998349' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2431893651240998349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2431893651240998349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/01/artigo-36-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsay88XQgI/AAAAAAAAAgQ/xRveqW7bemY/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-2461370688732690467</id><published>2011-01-22T09:41:00.000-08:00</published><updated>2011-01-22T09:54:49.935-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;Vultos da República&lt;br /&gt;14º. Artigo &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsZcSfNwZI/AAAAAAAAAgI/8rnjCV3d748/s1600/07-%2BDr.%2BDuarte%2BLeite.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565069738336174482" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 204px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsZcSfNwZI/AAAAAAAAAgI/8rnjCV3d748/s320/07-%2BDr.%2BDuarte%2BLeite.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Duarte Leite Pereira da Silva nasceu na cidade do Porto a 11 de Agosto de 1864. Foi político, diplomata, da Primeira República, professor e historiador. Formou-se na Universidade de Coimbra no ano de 1885 em Matemática e Filosofia. Regressa à cidade natal onde exerceu cargos docentes na Academia Politécnica do Porto durante vinte e cinco anos, leccionando as cadeiras de Astronomia e Geodesia, e Geometria descritiva. Foi um professor muito estimado e querido, defensor acérrimo dos ideais liberais e democráticos, abraçando a causa republicana, escrevendo inúmeros artigos de opinião sobre o estado do País, e sobre questões de índole didáctica e cultural. Colaborou no jornal do Porto “ A Voz Pública” e no jornal “A Pátria”, onde exerceu o cargo de director. Fez parte da vereação presidida por Jacinto de Magalhães, após a vitória autárquica de uma lista de inspiração republicana, no ano de 1906. Após a Implantação da República e sendo-lhe reconhecido o quanto muito lutou para que se vivessem novas realidades em Portugal, foi nomeado vogal do conselho de administração dos Comboios de&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsYVnggOXI/AAAAAAAAAgA/QHMHReiLNH8/s1600/img121.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565068524208011634" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 206px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsYVnggOXI/AAAAAAAAAgA/QHMHReiLNH8/s320/img121.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Portugal. Foi convidado por João Chagas para fazer parte do elenco do seu governo abraçando a pasta das Finanças de 16 de Junho de 1912 a 9 de Janeiro de 1913, composto por democráticos, unionistas e evolucionistas. Durante o seu executivo, Duarte Leite enfrentou uma grande agitação social com a greve dos funcionários da Companhia de Carris de Ferro de Lisboa, a qual lhe deu uma experiência notável pela postura tomada e com a resolução do problema, dando-lhe um estatuto muito importante na vida pública. No ano de 1913 foi nomeado embaixador de Portugal no Rio de Janeiro, cargo que ocupou até 1931. Durante estes anos dedicou-se à escrita, escrevendo em dois volumes “História da Colonização do Brasil”, “Descobrimento do Brasil”, “Crónicas dos feitos da Guiné”, que mais tarde foram compilados com outros na “História dos Descobrimentos”. Regressou a Portugal no ano de 1931, deixando a carreira diplomática por ter atingindo o limite de idade, fixando a sua residência em Meinedo (Douro), onde, totalmente retirado da política, dedicou o resto da sua vida a escrever artigos de opinião publicados ou na revista “Seara Nova” ou no Jornal portuense “O Primeiro de Janeiro”. Recusou sempre honrarias e condecorações, mesmo a de cargos diplomáticos. Faleceu na sua residência em 29 de Setembro de 1950.&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Fontes: infopedia.duarte-leite; wikipedia.org/Duarte Leite Pereira da Silva; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Óbidos – Setembro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 19-01-2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-2461370688732690467?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/2461370688732690467/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=2461370688732690467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2461370688732690467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/2461370688732690467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/01/centenario-da-implantacao-da-republica_22.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TTsZcSfNwZI/AAAAAAAAAgI/8rnjCV3d748/s72-c/07-%2BDr.%2BDuarte%2BLeite.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-1803832285931440186</id><published>2011-01-13T10:45:00.000-08:00</published><updated>2011-01-13T10:52:33.071-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TS9JTb-8otI/AAAAAAAAAfY/fyUprJqlYSE/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561744663103972050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TS9JTb-8otI/AAAAAAAAAfY/fyUprJqlYSE/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 35&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;CEM ESCUDOS&lt;br /&gt;João Pinto Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561744804269086962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TS9Jbp3VWPI/AAAAAAAAAfg/JG9yWdzV2fI/s320/71%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B4%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561744913322052482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TS9JiAHli4I/AAAAAAAAAfo/YWh_HLi6G5s/s320/72%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B4%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Chapa 5 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A esta nota foi dada à estampa na parte da frente uma figura marcante das lutas da Restauração da Independência de Portugal, no ano de 1640 – João Pinto Ribeiro. Todo o trabalho de gravação das chapas e estampagem das notas foi feito pela casa Bradbury, Wilkinson, &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. Na parte da frente aplicaram-se duas estampagens calcográficas, uma a cor castanha com a figura de João Pinto Ribeiro e outra a verde-escuro, composta por trabalho de guilhoché em linha branca, uma faixa na parte inferior com gravação elaborada na máquina de raiar e linhas paralelas. Está impresso tipograficamente em íris e com aplicação duplex. No verso a gravura principal foi estampada por técnica calcográfica, em tons arroxeados, figurando “O Génio da Independência”, estátua em bronze que integra o Monumento dos Restauradores, em Lisboa, com trabalho de torno geométrico em linha cheia e com linhas oblíquas paralelas, sobre um fundo multicolor em íris de procedimento tipográfico. O fabricante do papel foi a firma Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hants, que como característica quando visto à transparência pela frente, apresenta uma marca de água composta por; 1- no lado direito, um espaço não impresso a cabeça da Vitória que ornamenta o Monumento da Restauração; e II – na parte inferior da nota e a todo o comprimento a legenda Banco de Portugal. Dimensões da nota, 170 x 97 mm. Foram emitidas 29 815 000 notas, com as datas de 21 de Fevereiro de 1935 e 13 de Março de 1941. Primeira emissão, 16 de Março de 1937, e última emissão, 3 de Junho de 1948. Foram retiradas de circulação em 31 de Dezembro de 1958.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;João Pinto Ribeiro célebre conjurado na Revolução de 1 de Dezembro de 1640, nasceu na última década do século XVI, na cidade de Lisboa, e era filho de Manuel Pinho Ribeiro, natural de Amarante e de sua mulher Helena Gomes da Silva da Lixa. No ano de 1607 até 1612, esteve matriculado na Universidade de Coimbra. No ano de 1612, escreveu um “Elogio de D. João de Castro”, e um livro intitulado “Injustas sucessões dos reis de Castela e de Leão e isenção de Portugal”. Acabou o curso de Direito Canónico no ano de 1615, onde obteve o grau de bacharel. No ano de 1621, foi nomeado juiz de fora da vila de Pinhel por ordem Filipe II. No ano de 1627 teve a nomeação de juiz de fora de Ponte de Lima, por carta régia de Filipe III. Aqui escreveu uma obra “Discurso sobre os fidalgos e soldados portugueses não militarem em conquistas alheias”, a qual foi publicado com enorme êxito no ano de 1632. Pelo ano de 1639, encontrava-se à frente da administração e negócios da Casa de Bragança em Lisboa, entrando no noviciado da Ordem de Cristo. Por alvará de 17 de Setembro de 1639 foi armado cavaleiro, recebido de imediato a comenda de Santa Maria de Gimunde, a pedido do duque de Bragança, anuindo de imediato Filipe III, por carta de 18 de Novembro do mesmo ano, e também porque a dita comenda tinha vagado por morte do seu possuidor Fradique Lopes de Sousa. Em Portugal os fidalgos portugueses começaram a conspirar contra o domínio espanhol, que durava há quase 60 anos, e que tanta destruição e saques tinham praticado, empobrecendo-o. Por estes fidalgos terem dificuldade em fazer chegar à mão do duque de Bragança a correspondência com segurança e a celeridade requerida a Vila Viçosa, local de residência do mesmo, lembraram-se de convocar João Pinto Ribeiro, homem de enorme talento, mas também agente de negócios do duque, para que lhes fizesse chegar as instruções (movimentações, reuniões, etc., com o fim de o colocar ao corrente da situação), às mãos com total segurança. Pinto Ribeiro, no inicio de Outubro de 1640, compareceu `a primeira reunião, mostrando-se de imediato um activíssimo auxiliar. O duque foi informado e pressionado pelos conspiradores pela resolução que entretanto se tinha tomado; este de inicio acedeu depois de muitas irresoluções, mas passados que foram alguns dias, achou-se outra vez hesitante; foi Pinto Ribeiro com a sua inteligência e saber que demoveu o duque de desistir do plano. Foi no dia 25 de Novembro de 1640, que se marcou definitivamente o dia para a revolução, e Pinto Ribeiro foi quem comunicou ao duque de Bragança, numa carta muito ambígua, em que dizia que no 1 de Dezembro é que se devia resolver o caso das freiras de Sacavém. O duque de Bragança foi aclamado rei, como D. João IV iniciando aqui a dinastia de Bragança. A posição de Pinto Ribeiro após colidir a revolução, foi secundada, pelos conspiradores que de imediato se apresentaram como os grandes incitadores à queda do domínio espanhol. Pela sua intervenção foi-lhe dada no ano de 1641, a carta de contador - mor dos contos do reino; a carta de desembargador supernumerário da Mesa do Desembargo do Paço, e por último a carta de guarda-mor da Torre do Tombo. Pinto Ribeiro era um escritor genuíno e um homem de engenho. No ano de 1643 e enquanto desempenhava as funções de juiz de fora em Pinhel, escreveu, “Três relações de alguns pontos de direito”.Em 1644 escreve o folheto “A acção de aclamar el-rei D. João IV foi mais gloriosa e digna de honra, fama e remuneração que a dos que a seguiram aclamado”, dando a entender que não teria sido devidamente recompensado queixando-se como muitos outros, de que não tivessem tido mais em conta os serviços prestados nos preparativos e na aclamação do rei. No ano de 1645, escreveu um livro “Desengano ao parecer enganoso”. Também neste ano escreveu um folheto “Preferência das letras às armas”; insurgia-se contra a demasiada atenção prestada àqueles que defendiam a Pátria com a espada, e não se defendiam de igual modo aqueles que a defendiam com a escrita perante a opinião pública europeia. Escreveu no ano de 1646 um folheto com o seguinte titulo, “À santidade do monarca eclesiástico Inocêncio X, expõe Portugal, as causas do seu sentimento e das suas esperanças”.&lt;br /&gt;Mais, obras escreveu sobre diversos casos e situações que viveu até à sua morte. Casou com D. Maria da Fonseca, sem deixar geração. Faleceu em Lisboa a 11 de Agosto de 1649.&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia. Portugal - Dicionário Histórico. História de Portugal de Manuel Pinheiro Chagas – volume V.&lt;br /&gt;Óbidos Fevereiro de 2010. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 2011-01-12&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-1803832285931440186?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/1803832285931440186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=1803832285931440186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1803832285931440186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/1803832285931440186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/01/artigo-35-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TS9JTb-8otI/AAAAAAAAAfY/fyUprJqlYSE/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-4440457461280695467</id><published>2011-01-13T10:38:00.000-08:00</published><updated>2011-01-13T10:45:37.646-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;Vultos da República&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;13º. Artigo &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TS9HxgEJb-I/AAAAAAAAAfQ/2DAZxovX2bg/s1600/09-Dr.Ant%25C3%25B3nio%2BLuis%2BGomes.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561742980572344290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 189px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TS9HxgEJb-I/AAAAAAAAAfQ/2DAZxovX2bg/s320/09-Dr.Ant%25C3%25B3nio%2BLuis%2BGomes.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;António Luís Gomes nasceu em São Martinho da Gândara, concelho de Oliveira de Azeméis, no dia 23 de Setembro de 1863, filho de António Luís Gomes, originário da região de Aveiro. Foi jurista, professor universitário, político e diplomata. Após concluídos os estudos preparatórios, ingressou na Universidade de Coimbra onde se licenciou em Direito, no ano de 1890. Durante os seus tempos de estudante foi dirigente da Associação Académica, presidindo durante quatro anos. As consequências na opinião pública do Ultimato Inglês levaram-no à defesa dos ideais republicanos, sendo desde os seus tempos de estudante um entusiasta defensor do fim da monarquia e da implantação da República. Após a sua formatura foi para o Brasil onde permaneceu alguns anos. Daí regressado, fez-se militante do Partido Republicano, de cujo Directório fez parte integrante. No ano de 1909 foi eleito deputado republicano às Cortes da Monarquia, vivendo os momentos finais deste regime. Após a Implantação da República foi nomeado Ministro do Fomento do Governo Provisório de 5 de Outubro de 1910 a 3 de Setembro de 1911, desempenhando um papel fulcral na estruturação do novo regime. Aquando da entrada em vigor da Constituição Portuguesa de 1911, foi nomeado embaixador de Portugal no Brasil, reatando as relações diplomáticas entre os dois países, o que lhe granjeou enorme prestígio pela sua actuação e objectivos obtidos, no ano de 1912. Regressado do Brasil, foi nomeado provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, instituição de enorme prestígio, onde permaneceu até ao ano de 1921, ano em que foi nomeado reitor da Universidade de Coimbra, até 1924. No ano de 1930 até 1944 voltou a assumir as funções de provedor na mesma Casa da Misericórdia do Porto. Casou com Maria José de Medeiros Alves, de quem teve cinco filhos. António Luís Gomes faleceu na sua residência na cidade do Porto a 28 de Agosto de 1961, com a provecta idade de 98 anos.&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Fontes: wikipedia.org/Ant.Gomes.&lt;br /&gt;Óbidos – Setembro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas de 2011-01-12&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-4440457461280695467?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/4440457461280695467/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=4440457461280695467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4440457461280695467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/4440457461280695467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/01/centenario-da-implantacao-da-republica_13.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TS9HxgEJb-I/AAAAAAAAAfQ/2DAZxovX2bg/s72-c/09-Dr.Ant%25C3%25B3nio%2BLuis%2BGomes.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5842870962772265624</id><published>2011-01-10T04:57:00.000-08:00</published><updated>2011-01-10T05:03:25.620-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsC2oqBb8I/AAAAAAAAAe4/hrHCSkDlqhw/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5560541302568873922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsC2oqBb8I/AAAAAAAAAe4/hrHCSkDlqhw/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 34&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;CEM ESCUDOS&lt;br /&gt;Gomes Freire &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5560541449068159186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsC_KaLINI/AAAAAAAAAfA/8v2HIkqxLZI/s320/71%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B4%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5560541566830200210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsDGBG1RZI/AAAAAAAAAfI/zkVVle9lXwQ/s320/72%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B4%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;                                                                              Chapa 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retrato de Gomes Freire de Andrade, distinto general e figura dedicada à causa liberal, foi escolhido para a frente da nota de cem escudos com a chapa 4. Na frente da nota, sobre fundo impresso por procedimento calcográfico, constituído por trabalho em duplex e linhas ondulantes que se cruzam, assenta a estampagem calcográfica, a azul-escuro, com os motivos principais, o retrato do general Gomes Freire, um ornato, tirado da sala do Parlamento em Lisboa, com duas figuras de cada lado do escudo, e o Templo de Diana de Évora. Ao retrato de Gomes Freire, serviu de modelo um desenho de Domingos A. Sequeira. O verso apresenta uma estampagem calcográfica, de cor castanha, com uma gravura de uma vista parcial da cidade de Évora, sobre fundo tipográfico de protecção em íris. O trabalho de elaboração das chapas e a estampagem foi efectuado pela casa Bradbury Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., New Malden, Surrey. O papel foi de fabrico da firma inglesa Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hants, apresenta, em marca de água quando visto pela frente e à transparência, do lado direito e de perfil para dentro a cabeça simbólica da República. Dimensões da nota 170 x 97 mm. Foram emitidas 10 213 000 notas com as datas de 4 de Abril de 1928 e 12 de Agosto de 1930. Primeira emissão, 20 de Agosto de 1929 e a última, em 16 de Março de 1937. Foram retiradas de circulação em 27 de Março de 1945.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Gomes Freire de Andrade nasceu na cidade de Viena de Áustria em 27 de Janeiro de 1757, filho de Ambrósio Freire de Andrade, embaixador em Viena e de sua mulher uma aristocrata de origem alemã, a condessa von Schaffgotsch, oriunda de uma antiga e ilustre família nobre da Boémia. Teve uma educação primorosa, que naquele tempo era ministrada a filhos da nobreza. Em Viena foi feito comendador da Ordem de Cristo. No ano de 1781, com 24 anos de idade, vem para Portugal pela mão do embaixador de Viena, o conde de Oyenhausen e de sua mulher D. Leonor de Almeida Portugal, mais conhecida por marquesa de Alorna celebre poetisa. Neste mesmo ano ingressa no regimento de Peniche, assentando praça como cadete. No ano seguinte em 1782 é promovido a alferes. No ano de 1784 embarca na esquadra que foi prestar auxílio às forças navais de Espanha, sobre o domínio de Carlos III, no bombardeamento de Argel. Regressado a Portugal é promovido a tenente do mar da Armada Real, em Abril de 1788. Neste mesmo ano consegue obter licença para servir no exército de Catarina II, da Rússia, em guerra com a Turquia. Segundo consta, uma vez em S. Petersburgo, foi alvo das maiores simpatias na corte e da imperatriz. Na campanha de 1788-1789, distingue-se na Guerra da Crimeia; nas planícies do Danúbio e no cerco de Oczakow, sendo o primeiro a entrar na frente do regimento, quando a praça se rendeu em Outubro de 1788; tomou parte nas batalhas de Moscovo e Wagram. Perante este feito, a imperatriz promove-o ao posto de coronel do seu exército, que um ano mais tarde, (1790) lhe é confirmado pelo exército português. Integrado na esquadra do príncipe de Nassau, salva-se por milagre durante a batalha naval de Schwensk, quando os canhões inimigos (suecos), fazem ir a pique a “bateria flutuante” sobre o seu comando; toda a tripulação se perdeu, salvando-se Gomes Freire, vindo a receber uma das Ordens mais importantes da Rússia (O hábito de São Jorge). Regressado a Portugal, criou uma Legião de Tropas Ligeiras, com o comando entregue ao marquês de Alorna. No ano de 1795 é promovido a marechal de campo, sendo conhecido no exército como general russo. Mantém o comando da guarnição de Lisboa até ao ano de 1801, ano em que é promovido a marechal efectivo. No ano de 1803 faz parte dos distúrbios de Campo de Ourique, acontecimento que tivera o condão de impossibilitar a aplicação de reformas militares propostas pelo general Forbes e seus apoiantes no governo. No ano de 1805, é envolvido na tentativa de colocar a princesa Carlota Joaquina no poder, tratando-se de uma conspiração de índole aristocrática. No ano de 1807 com a patente de tenente-general e durante a primeira invasão francesa foi encarregue do comando da divisão que defendia a margem Sul do Tejo a Setúbal, contra um ataque britânico; aí recebeu o general Solana, aceitando o cargo de desmobilizar a parte do exército português aquartelado no sul do País e desarmar regimentos de milícias. A colaboração de Gomes Freire com os ocupantes espanhóis e franceses fizeram-no ser nomeado para o 2º. Comandante do exército português. No ano de 1808 volta para França onde é reformado de acordo com os regulamentos franceses e integrado no exército com o título de Légion Portugaise. Em Espanha combateu a insurreição espanhola contra os invasores franceses, sendo enviado para o cerco de Saragoça. No ano de 1813 foi o comandante de campanha das campanhas de libertação da Alemanha, sendo nomeado governador de Dresden por Napoleão Bonaparte. Regressa Portugal no ano de 1815, onde vem a ser Grão Mestre da Maçonaria. É acusado de ser conspirador liberal e traidor da Pátria. No dia 25 de Maio de 1817, é preso conjuntamente com outros. É encarregado de o prender, um coronel por conseguinte um militar de patente inferior ao de Gomes Freire, que a casa deste se dirigiu devidamente escoltado, e por detrás dos soldados deu-lhe ordem de prisão, ao que Gomes Freire retorquiu indignado: “Assim se entra com tanta insolência e desaforo na casa de um tenente-general?” E mais disse – que não pode prender-me porque não tem a minha patente, e acabou dizendo-lhe que o seu comportamento não era nem de um oficial nem de um cavalheiro, mas sim de um esbirro, aguazil, ou vil agarrador. Gomes Freire meteu-se numa sege foi para a Torre de São Julião. O julgamento estava carregado de irregularidades, ao ponto de Gomes Freire ter um tratamento distinto de outros, que nem sequer foi acareado com as testemunhas, nem soube o que elas contra ele depuseram, conservando-se em segredo total. A sentença condenou-o à morte por enforcamento. Gomes Freire foi executado na esplanada da Torre de S. Julião da Barra eram nove horas da manhã do18 de Outubro de 1817. Os outros presos foram executados pelo meio dia no Campo de Santana. Quando Gomes Freire soube que iria ser enforcado, revoltou-se contra esse procedimento e pediu para ser fuzilado, sendo-lhe recusada esta consolação assim como lhe foi recusada a intenção de escrever algo aos seus parentes nos últimos momentos de vida. De carácter impulsivo, irrequieto, de espírito indisciplinado por vezes desordeiro, foi um estratega militar do inicio do século XIX, tendo combatido em Portugal, Espanha, França, Alemanha e Rússia, sendo condecorado com as altas condecorações desses reinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia. Arqnet.pt . História de Portugal Manuel Pinheiro Chagas VIII volume. Trechos avulsos.&lt;br /&gt;Óbidos, Fevereiro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 2011-01-05 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5842870962772265624?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5842870962772265624/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5842870962772265624' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5842870962772265624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5842870962772265624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/01/artigo-34-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsC2oqBb8I/AAAAAAAAAe4/hrHCSkDlqhw/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-6346908619970633458</id><published>2011-01-10T04:42:00.000-08:00</published><updated>2011-01-10T04:57:28.468-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                      &lt;strong&gt; CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;                                                                       Vultos da República&lt;br /&gt;                                                                              12º. Artigo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSr_j_ytnHI/AAAAAAAAAeY/YL2VLgn1KH8/s1600/05-Jo%25C3%25A3o%2BChagas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5560537683826941042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 194px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSr_j_ytnHI/AAAAAAAAAeY/YL2VLgn1KH8/s320/05-Jo%25C3%25A3o%2BChagas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;João Pinheiro Chagas nasceu na cidade do Rio de Janeiro a 1 de Setembro de 1863, filho de João Pinheiro Chagas emigrante e de sua mulher Maria Amélia Rosa Pereira, oriundos de famílias liberais, que foram obrigados a emigrar aquando do período das lutas civis. Foi jornalista, escritor, diplomata e “conspirador”. Foi primeiro que tudo um Republicano liberal o que por diversas vezes lhe custou a prisão e o exílio. Veio para Portugal, onde foi educado na cidade de Lisboa e depois radicou-se na cidade do Porto, dedicando-se ao jornalismo, entrando no &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsAPaXUcNI/AAAAAAAAAeo/6_8NJFv4j-0/s1600/img120.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5560538429694177490" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 204px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsAPaXUcNI/AAAAAAAAAeo/6_8NJFv4j-0/s320/img120.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ano de 1883 para a redacção do “Primeiro de Janeiro”. O tempo que exerceu no Porto deu-lhe celebridade, imprimindo um estilo de escrita notável, manifestando-se pelas suas brilhantes qualidades literárias. Mais tarde radicou-se em Lisboa, tendo colaborado nos jornais “”Dia”, “Tempo” e “Correio da Noite”. Fundou o jornal “República Portuguesa”, distinguindo-se na polémica política enérgica contra as instituições, pela sua acutilância da argumentação, pela forma artística que dava aos artigos, desferindo fortes ataques à Monarquia, e à maneira como foi resolvido o Ultimato Inglês no ano de 1890. Fruto dos artigos acutilantes que entretanto tinha escrito, foi alvo de diversos processos que o levaram à prisão por dez dias, em 26 de Janeiro de 1891, sentença esta que estava cumprindo aquando da revolta no Porto, sendo considerado um dos promotores e cúmplices da revolta. Foi julgado e condenado a 4 anos de prisão ou 6 anos de degredo. Em Setembro de 1891 embarca para Angola (Moçamedes), para cumprir a sua pena, lá tentou pôr em prática um plano de evasão que se gorou. Consegue evadir-se do seu cárcere no dia 1 de Novembro, chegando a Paris a 15 de Janeiro de 1892, após diversas peripécias narradas no seu livro “Trabalhos forçados”. Sendo uma pessoa de espírito irrequieto e bastante audacioso, em Fevereiro, vem para Portugal, onde se manteve alguns dias sem ser descoberto pela polícia. No mês de Setembro voltou clandestinamente a Portugal, onde foi preso e enviado para África,  permanecendo até ao ano de 1893 ano em que, fruto de uma amnistia para presos políticos, regressou à cidade do Porto. Os trabalhos forçados a que foi sujeito no degredo não o vergaram nem o desalentaram dos seus intuitos publicando nos anos de 1893/1894, os “Panfletos” que foram logo denunciados, e entre os anos de 1897 e 1898, o jornal “A Marselhesa”, que também foi denunciado e por vezes apreendido. Tendo sempre a justiça ao seu redor e tendo de responder a diversos&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsAed_nl0I/AAAAAAAAAew/dHMbG19QyZ8/s1600/img129.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5560538688366548802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSsAed_nl0I/AAAAAAAAAew/dHMbG19QyZ8/s320/img129.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; processos emigra para Madrid, explicando os motivos de tal acto. Aqui redigiu e assumiu a direcção do jornal “O País”. João Chagas regressou a Portugal e com outros, foi o fundador da Associação dos Jornalistas e Homens de letras do Porto. No ano de 1908 após a malograda revolta de 28 de Janeiro, onde esteve envolvido, foi novamente preso, donde daí saiu após o regicídio e da queda do governo de João Franco. Após a Implantação da Republica chefiou o primeiro Governo constitucional, entre 3 de Setembro e 12 de Novembro de 1911. Foi nomeado embaixador português em Paris, cargo do qual acabou por se demitir por duas vezes, alegando a discordância do modelo político seguido pelos governantes de então, (Ditadura do general Pimenta de Castro). Voltou ao seu posto de embaixador em Paris, entre os anos de 1917 e 1919, desempenhando um papel muito activo na participação portuguesa na frente da 1ª. Guerra Mundial. Foi elemento preponderante da delegação portuguesa na Conferência de Paz e na Assembleia da Sociedade das Nações, regressando a Portugal no ano de 1924, cessando o cargo de embaixador. João Chagas trabalhou como poucos para que a revolução triunfasse. Da sua obra destacam-se; 1)- Na Brecha; 2)- As Minhas Razões; 3)- De Bonde; 4)- Diário de um Condenado Político; 5)- Coisas da Sociedade; 6)- Memórias - obra de grande impacto social e político. Morreu no Estoril a 28 de Maio de 1925.&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Fontes: wikipedia.org/Pinheiro Chagas; arqnet.pt/dicionário/pchagasjoao.&lt;br /&gt;Óbidos – Setembro de 2010&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicadono Jornal das Caldas em 2011-01-05 &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-6346908619970633458?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/6346908619970633458/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=6346908619970633458' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6346908619970633458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/6346908619970633458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2011/01/centenario-da-implantacao-da-republica.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TSr_j_ytnHI/AAAAAAAAAeY/YL2VLgn1KH8/s72-c/05-Jo%25C3%25A3o%2BChagas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5905471727174249866</id><published>2010-12-29T10:48:00.000-08:00</published><updated>2010-12-29T10:57:12.650-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;Vultos da República&lt;br /&gt;11º. Artigo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TRuEOYy5-eI/AAAAAAAAAeQ/7swB-o57k4o/s1600/13-Dr.%2BAresta%2BBranco.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556179948000639458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 201px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TRuEOYy5-eI/AAAAAAAAAeQ/7swB-o57k4o/s320/13-Dr.%2BAresta%2BBranco.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;António Luciano Aresta Branco nasceu no ano de 1862 na vila de Amareleja concelho de Moura, filho de António Aresta Jorge e de sua mulher Pulquéria Branco. Foi jornalista, político, médico, deputado, Governador Civil e Ministro da Marinha. Em 1884, com 22 anos de idade trabalhava numa farmácia da cidade de Beja. Iniciou os seus estudos tardiamente terminando o curso dos liceus em apenas três anos. No ano de 1887 vem para a cidade de Lisboa onde cursou e concluiu com brilhantismo o curso de Medicina na Escola Politécnica com apenas trinta e dois anos. Durante os estudos, fez jornalismo e dedicou parte do seu tempo a actividades académicas e políticas. Enquanto escritor, adoptou o pseudónimo de “Emílio”; de muito novo foi deputado no tempo da monarquia e logo após as constituintes. Implantada a República foi nomeado Governador Civil de Beja, entre 5 de Outubro de 1910 e 4 de Julho de 1911. Com o desmembramento do Partido Republicano Português, no ano de 1911, foi fundador com Brito Camacho e António José de Almeida do Partido Unionista, assim como foi colaborador com as mesmas personagens no Jornal “A Pátria”. Esteve filiado no Partido Republicano Português, no Partido Unionista e no Partido Evolucionista. Casou com Maria Ana Lança da Fonseca de quem teve um filho. Em 1911 foi vogal do Conselho Superior de Administração Financeira do Estado. Foi Presidente da Câmara de Deputados por três legislaturas. No ano de 1915 assume-se como primeiro defensor dos produtores de lã, advogando a liberdade total e incondicional para as exportações. Foi Ministro da Marinha, na Presidência de Sidónio Pais, entre 11 de Setembro de 1917 e 7 de Março de 1918, vivendo a “Revolta dos Marinheiros” do quartel de Alcântara, que se amotinaram por se considerarem humilhados pelo facto de terem sido obrigados a desfilar desarmados na “Parada da Vitória”. Esta amotinação foi sanada no dia seguinte com a intervenção da artilharia a partir do castelo de S. Jorge, que entretanto tinha atingido o cruzador “Vasco da Gama”, que circulava no Tejo apoiando os revoltosos. Faleceu na cidade de Lisboa em Outubro de 1952 com a bonita idade de 90 anos.&lt;br /&gt;                                                                            F I M&lt;br /&gt;Fontes: avozdaabita. com. ministros da marinha na república. Dicionário. Trechos avulsos.&lt;br /&gt;Óbidos – Setembro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 2010-12-29&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5905471727174249866?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5905471727174249866/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5905471727174249866' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5905471727174249866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5905471727174249866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2010/12/centenario-da-implantacao-da-republica_29.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TRuEOYy5-eI/AAAAAAAAAeQ/7swB-o57k4o/s72-c/13-Dr.%2BAresta%2BBranco.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5348069865169832368</id><published>2010-12-29T10:42:00.000-08:00</published><updated>2010-12-29T10:47:46.094-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TRuBitlSEfI/AAAAAAAAAdw/mF3K1vsxpXY/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556176998643143154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TRuBitlSEfI/AAAAAAAAAdw/mF3K1vsxpXY/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 33&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;Numária&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;CEM ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duque de Saldanha &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556177171520959442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TRuBsxmkM9I/AAAAAAAAAd4/nP8MJkv4q8k/s320/69%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B3%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556177282595377922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TRuBzPYxUwI/AAAAAAAAAeA/SAeV-zq9mm0/s320/70%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B3%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;                                                                              Chapa 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duque de Saldanha, insigne marechal do exército português, homem de Estado, do século XVIII e século XIX foi a personagem escolhida para figurar na frente da nota, em traje militar. Toda a elaboração desta nota, desde a encomenda do papel, ao fabrico das chapas originais, estampagem e aposição do texto, esteve a cargo da casa inglesa Waterlow &amp;amp; Sons Ltd., de Londres. Na frente da nota observa-se a estampagem calcográfica, a verde-escuro, do retrato do Duque de Saldanha de traje militar, de uma vista panorâmica da Praça dos Restauradores e trabalho de guilhoché em linha branca por toda a cercadura. O fundo é constituído por um desenho geométrico, impresso tipograficamente a duas cores. O verso da nota, também tem uma estampagem calcográfica, a verde-escuro, mas sobre fundo tipográfico simples, a uma só cor. O papel é de origem inglesa, e tem como característica principal a marca de água que, quando vista à transparência pela frente, apresenta por toda a superfície da nota a legenda Banco de Portugal. Dimensões da nota 169 x 102 mm. Foram emitidas 7 240 000 notas. Sucede que devido ao facto do aparecimento possível de perfeitas falsificações e à relativa pequena existência de notas de valores elevados no Banco, seria conveniente conservá-las em reserva. Mais tarde e considerando o facto destas notas transportarem o nome da casa que esteve envolvida num caso de graves implicações, para o erário público, foi deliberado em reunião do Conselho de Administração de 3 de Junho de 1932, que fossem queimadas sem ser emitidas.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun, mais conhecido por Duque de Saldanha nasceu em Lisboa a 17 de Novembro de 1790, filho de João Vicente de Saldanha Oliveira e Sousa Juzarte Figueira, conde de Rio Maior e de sua mulher D. Maria Amália Carvalho Daun, condessa, filha do Marquês de Pombal. Foi um militar com excepcionais capacidades de chefia, com uma personalidade impulsiva e agressiva; político ambicioso que estava sempre ao corrente dos acontecimentos do seu tempo. Desempenhou diversos cargos, sendo Marechal general do exército, par do reino, conselheiro de estado efectivo, presidente do Conselho de Ministros, ministro da Guerra e ministro plenipotenciário em Londres, mordomo-mor da Casa Real, vogal do Supremo Conselho de Justiça Militar. Títulos nobiliários: 1º.Conde, 1º. Marquês e 1º. Duque de Saldanha.&lt;br /&gt;No ano de 1805 matriculou-se na Academia Real da Marinha, distinguindo-se como um brilhante aluno, recebendo diversas distinções. Neste mesmo ano ingressou no Regimento de Infantaria nº. 1, com o posto de capitão e com a tenra idade de 16 anos. No ano de 1808, Portugal foi invadido e ocupado pelos franceses, sendo demitido. Junta-se à resistência, onde participa em diversas batalhas, uma das quais a do Buçaco, tendo desempenhado brilhantemente o seu papel de militar, sendo admirado pelos seus homens. Quando a guerra terminou, tinha o posto de tenente-coronel. No ano de 1814 casou com Maria Teresa Horan Fitzggerald, de origem irlandesa. No ano de 1815 é promovido ao posto de coronel e embarca para o Brasil como adido ao Estado-Maior. No ano de 1816 é recebido pelo príncipe regente D. João com as maiores distinções, nomeando-o cavaleiro da ordem de Cristo e comendador da Ordem de Torre Espada. Participou neste ano na campanha de Montevideu, onde mais uma vez se distinguiu. No ano de 1822, e porque os ventos de mudança soavam a independência, pediu a demissão dos cargos que exerceu até então no Brasil e partiu para Portugal. Mal desembarcou foi nomeado comandante de uma expedição militar que ia para o Brasil, o qual recusou, sendo de imediato preso no castelo de S. Jorge, no ano de 1823. Foi libertado alguns meses depois por ordem do rei D. João VI. Foi nomeado governador das armas do Porto, em Abril de 1825. No ano de 1826 é-lhe atribuída a pasta da guerra. No ano de 1827 pediu a demissão, por não concordar com determinados movimentos que estavam a suceder, a qual foi aceite, provocando o abandono dos cargos governativos e a partida para Londres. No ano de 1828 regressou ao Porto, para encabeçar a revolta liberal contra o governo de D. Miguel. Neste mesmo ano organizou uma expedição com cerca de 650 homens (emigrados liberais), para desembarcar na Terceira, a qual foi impedida por uma esquadra inglesa. No ano de 1833 regressou a Portugal juntando-se às tropas de D. Pedro, obtendo notáveis vitórias, sendo promovido ao posto de marechal. Alcançada a paz, tornou-se deputado e chefe de governo. A rainha D. Maria II nomeou-o embaixador em diversas cortes europeias. Desempenhou por quatro vezes o cargo de Primeiro Ministro em condições sempre pautadas pela instabilidade. Foi homem das artes, da ciência, autor romântico, filósofo, escrevendo vários tratados e livros. Ao longo da sua vida foi agraciado com comendas e honrarias militares. Possuía as seguintes honras: grã-cruz das ordens de Cristo, da Torre Espada, de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, de S. Tiago, e de S. João de Jerusalém; das seguintes ordens estrangeiras: S. Fernando, Isabel a Católica e Carlos III de Espanha; da Legião de Honra, de França; de S. Gregório Magno e da Pio IX, de Roma, de Ernesto Pio, de Saxe - Coburgo; de Leopoldo, da Áustria; do Leão, dos Países Baixos; de S. Maurício e S. Lazaro, de Itália; de Leopoldo, da Bélgica; de Alberto, o Valoroso, de Saxónia; do Salvador, da Grécia; da Águia Branca, da Rússia; cavaleiro da ordem do Tosão de Ouro, de Espanha, da Santíssima Anunciada, de Itália; condecorado com as medalhas do Buçaco, de S. Sebastião e de Nive; de 6 batalhas da Guerra Peninsular, da Estrela de Montevideu.&lt;br /&gt;No ano de 1871 tentou um golpe de Estado conhecido pela “Saldanhada”, que terminou mal, por este motivo foi-lhe dado o cargo de embaixador em Londres, onde faleceu a 20 de Novembro de 1876.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                         F I M&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Wikipedia. História de Portugal de Manuel Pinheiro Chagas. Trechos avulsos.&lt;br /&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 2010-12-29.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-5348069865169832368?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/5348069865169832368/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=5348069865169832368' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5348069865169832368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/5348069865169832368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2010/12/artigo-33-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TRuBitlSEfI/AAAAAAAAAdw/mF3K1vsxpXY/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-3708347147120831144</id><published>2010-12-17T09:42:00.001-08:00</published><updated>2010-12-17T09:52:39.422-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;                              CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA&lt;br /&gt;                                                              Vultos da República&lt;br /&gt;                                                                         10º. Artigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQuh_2R7ybI/AAAAAAAAAdU/wTOzLlNJBy8/s1600/15-Jos%25C3%25A9%2Bde%2BSampaio%2B%2528Bruno%2529.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551709083938834866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 202px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQuh_2R7ybI/AAAAAAAAAdU/wTOzLlNJBy8/s320/15-Jos%25C3%25A9%2Bde%2BSampaio%2B%2528Bruno%2529.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;José Pereira de Sampaio (Bruno) nasceu na cidade do Porto a 30 de Novembro de 1857, filho de José Pais Sampaio, mação, proprietário de uma padaria que mais tarde veio a herdar. Foi escritor, ensaísta, jornalista e filósofo. Nasceu e cresceu num ambiente de fortes ideias liberais que em muito o influenciaram na formação do seu pensamento. Foi um tenaz combatente pelo ideário republicano. De tenra idade com 14 anos iniciou a sua actividade jornalística, adoptando o pseudónimo de “Bruno”, o qual permaneceu para toda a vida. Com 17 anos de idade, publicou o seu primeiro livro, “Análise da Crença Cristã”, suscitando uma onda de revolta e polémica na sociedade conservadora de então, devido ao seu conteúdo ser possuidor de ideias colhidas de Voltaire, Büchner, entre outros. Fez estudos preparatórios para Medicina no Instituto Politécnico do Porto, mas não os concluiu. Foi um acérrimo propagandista dos ideais Republicanos, e toda a sua obra influenciou de certo modo a cultura portuguesa. Frequentou tertúlias com outros notáveis de então, Júlio de Matos, Manuel Teixeira Gomes, Basílio Teles, etc., compartilhando os problemas políticos, onde os espíritos republicanos são evidenciados e enaltecidos. Fundou vários semanários, “O Democrata”, o “O Norte Republicano” e o diário “A Discussão”. Em 1886, coligiu uma série de ensaios sobre os modernos novelistas portugueses no volume “A Geração Nova”. No ano de 1890 elaborou em conjunto com Basílio Teles e Antero de Quental os estatutos da Liga Patriótica do Norte. Participou no ano seguinte na malograda Revolta Republicana de 31 de Janeiro, de cujo manifesto foi seu redactor, partindo para o exílio em Paris com João Chagas. Em França recebeu a influência de diversas personalidades como o pioneiro da aviação Santos Dumont, Benoît Malon e Jules Guesde, socialistas, e dos poetas António Nobre e Paul Verlaine. O seu exílio levou-o além de França, a Espanha e Holanda, provocando-lhe uma depressão que contribuiu para encaminhar as suas pesquisas na direcção do misticismo e do esoterismo, enveredando na literatura gnós&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQui0K04KwI/AAAAAAAAAdk/UAL8VWY-aYg/s1600/img116.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551709982807304962" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 157px; CURSOR: hand; HEIGHT: 274px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQui0K04KwI/AAAAAAAAAdk/UAL8VWY-aYg/s320/img116.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;tica judaica, na cabala e na ideologia maçónica. Regressou a Portugal no ano de 1893, publicando “As Notas do Exílio”. No na de 1898, publicou “O Brasil Mental”, onde desenvolveu uma acérrima crítica ao positivismo. Em 1902 publicou “A Ideia de Deus”, teve graves desavenças com Afonso Costa, abandonando a militância do Partido Republicano, mas continuando a escrever artigos de índole republicana como independente e crítico. No ano de 1909, foi nomeado director da Biblioteca Pública do Porto, cargo que manteve após a Proclamação da República. O pensamento filosófico de Sampaio Bruno influenciou profundamente Fernando Pessoa, que ainda se correspondeu com este, enviando-lhe no ano de 1915 o primeiro número de “Orfeu”, pedindo-lhe uma opinião. Escreveu mais obras que foram determinantes para a formação do pensamento republicano no início do século XX; 1)- O Encoberto, no ano de 1904; 2)- Portugal e a Guerra das Nações, no ano de 1906; 3)- A Questão Religiosa, no ano de 1907; 4)- Portuenses Ilustres, no ano de 1907; 5)- A Ditadura, Subsídios Morais para o seu Juízo Crítico, no ano de 1909; e 6)- O Porto Culto, no ano de 1912. Faleceu na cidade do Porto a 6 de Novembro de 1915, após uma intervenção cirúrgica a uma hidrocele.&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;Fontes: infopedia.pt Sampaio - Bruno; wikipedia.org/wiki Sampaio Bruno. Lello Universal.&lt;br /&gt;Óbidos Setembro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 15-12-2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-3708347147120831144?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/3708347147120831144/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=3708347147120831144' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3708347147120831144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/3708347147120831144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2010/12/centenario-da-implantacao-da-republica_17.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQuh_2R7ybI/AAAAAAAAAdU/wTOzLlNJBy8/s72-c/15-Jos%25C3%25A9%2Bde%2BSampaio%2B%2528Bruno%2529.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-8619717200757920887</id><published>2010-12-17T09:26:00.000-08:00</published><updated>2010-12-17T09:33:48.784-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQueeKAiOuI/AAAAAAAAAdE/2XNFrEs6lUM/s1600/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551705206584130274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQueeKAiOuI/AAAAAAAAAdE/2XNFrEs6lUM/s320/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 32&lt;br /&gt;Centenário da Implantação da República&lt;br /&gt;(1910-2010)&lt;br /&gt;O Papel-moeda&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;CEM ESCUDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diogo do Couto &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551704898856851762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 207px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQueMPoomTI/AAAAAAAAAc0/0gEVe_0xSgA/s320/67%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B2%2B-%2BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQud-BSO29I/AAAAAAAAAcs/ikUHlzS3Z-0/s1600/67%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B2%2B-%2BA.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551705056411467410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQueVaklPpI/AAAAAAAAAc8/p4hgEgJ4Y3g/s320/68%2529-Cem%2BEscudos-Ouro-Chapa%2B2%2B-%2BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;                                                                             Chapa 2 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O retrato de Diogo do Couto, um dos mais notáveis historiadores portugueses do final do século XVI e princípios do século XVII, também cavaleiro professo da Ordem de Cristo, dá a estampa àquela que foi a segunda nota de valor de cem escudos. As técnicas empregues para este tipo de notas foram a calcográfica e a tipográfica. Na frente o desenho reproduzido a talhe-doce, apresenta-se numa cor castanho-avermelhado, com trabalho de guilhoché, em linha branca. Sobre o lado esquerdo da nota, o retrato de Diogo do Couto de autoria e gravação de Armando Pedroso. O fundo de impressão tipográfica é formado por um ornato central policolor de linhas claras e, na restante superfície por linhas paralelas e pontos a violeta, verde-claro e sépia. O fundo do verso é impresso tipograficamente, com cores avermelhadas ao centro, rosa e verde-claro aos lados, com trabalho de guilhoché em linha cheia. A figura central é composta por uma vista do Palácio da Pena, em Sintra, e por um grupo de figuras aladas simbolizando a Literatura, a Arquitectura e a Pintura. As chapas são de fabrico inglês, cabendo à casa Bradbury, Wilkinson &amp;amp; Cº. Ltd., a sua fabricação, a impressão de fundos e a sua estampagem. O papel foi fabricado por Perrigot-Masure, Papeteries d´Arches (Vosges), mostra na frente quando visto à transparência no lado direito, a meio, um oval com uma cabeça alegórica, de perfil para o centro. Dimensões das notas 210 x 135 mm. Foram emitidas 4 245 000 notas com as datas de 31 de Agosto de 1920, 27 de Abril de 1922, 13 de Abril de 1926, 15 de Agosto de 1927 e 28 de Janeiro de 1928. Primeira emissão, 29 de Setembro de 1920 e a última emissão, 30 de Agosto de 1928. Foram retiradas de circulação em 31 de Dezembro de 1933.&lt;br /&gt;Biografia:&lt;br /&gt;Diogo do Couto nasceu em Lisboa no ano de 1542, protegido pelo infante D. Luís, filho de D. Manuel I, teve uma esmerada educação, estudou a disciplina de Latim e Retórica no colégio de Santo Antão e a disciplina de Filosofia no Convento de Benfica. Foi moço de câmara do rei D. João III. Historiador de renome, ficou conhecido pelas obras que escreveu, sempre presente e de cunho crítico relativamente ao que viu e viveu ao longo da vida. No ano de 1559 vai para a Índia onde contacta pela primeira vez com a realidade que se vivia então nesses territórios portugueses. No ano de 1569 e de regresso a Portugal, encontra o poeta Luís de Camões na ilha de Moçambique, carregado de dívidas e sem dinheiro para o regresso a Portugal, Diogo Couto e outros amigos disponibilizam-se para auxiliá-lo, para que desse modo pudesse apresentar na sua Pátria a sua maior obra “Os Lusíadas”. No ano de 1570 chega a Cascais a bordo de uma nau “Santa Clara”; tinha que obter autorização do Rei para entrar na barra do Tejo, pois esta encontrava-se encerrada devido ao surto de peste que aparecera na época na cidade de Lisboa. Após a recepção da ordem aí entrou. Por cá ficou durante cerca de três anos. Volta para o Oriente, onde casa, e aí, desenvolveu a actividade de cronista e guarda - mor da Torre do Tombo da Índia fixando-se em Goa. Uma das missões irmanadas do rei Filipe I para com Digo Couto foi a de prosseguir o trabalho das “Décadas”, iniciado por João de Barros. Escreveu as que vão da IV à XII, mas apenas foram publicadas as IV, V e VII no seu todo, um resumo das VII e IX, a VI segundo consta arderam na Casa da Imprensa, as VIII e IX foram roubadas, a XI perderam-se e XII foi publicada postumamente. Deu-lhes um cunho muito pessoal, dizendo que a história tem a obrigação e o dever de relatar “as verdades”, sem restrições de alguma espécie; acabou por sofrer imensos ataques e restrições, revelando com isenção, como a objectividade incomodava aqueles cujos antepassados estavam implicados nos factos narrados. Como se pode depreender esta obra sendo incómoda, foi profundamente censurada e escamoteada nas suas edições. Além destes trabalhos escreveu orações congratulatórias e comemorativas que proferia no Oriente, o relato do naufrágio da nau S. Tomé, e em especial, a crítica mais celebre foi o “Diálogo do soldado Prático”, em que crítica severamente o Estado da Índia, sobre administração portuguesa, onde denúncia a ambição da riqueza rápida por meios dúbios, o luxo exacerbado, a opressão para com os pobres e débeis e a deslealdade para com o soberano. Assistiu de bem perto à maneira como se procedia à colonização nos territórios portugueses no Oriente, os métodos utilizados de enorme crueldade, de abusos de autoridade, à corrupção, à violência e espancamentos, etc., isto tudo por ele foi denunciado, mostrando a sua verticalidade e honestidade no relato da história, que muitas vezes é arredondada em favor do bom, ou do sempre bom, escamoteando a sua verdade.&lt;br /&gt;Faleceu em Goa a 10 de Dezembro de 1616.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F I M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: “O papel-moeda em Portugal”. Banco de Portugal. Infopédia. Wikipedia. Trechos avulsos.&lt;br /&gt;Óbidos, Fevereiro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado no Jornal das Caldas em 15-12-2010&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4064269430134174867-8619717200757920887?l=luismanueltudella.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/feeds/8619717200757920887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4064269430134174867&amp;postID=8619717200757920887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8619717200757920887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4064269430134174867/posts/default/8619717200757920887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luismanueltudella.blogspot.com/2010/12/artigo-32-centenario-da-implantacao-da.html' title=''/><author><name>Luís Manuel Tudella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15007726883391155896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/SN9ktiFWPAI/AAAAAAAAAAM/Yg6Ue8VDwPU/S220/coleccionismo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WHcD97a26q0/TQueeKAiOuI/AAAAAAAAAdE/2XNFrEs6lUM/s72-c/Busto%2Bda%2BRepublica%2B-1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4064269430134174867.post-5776129575002849392</id><published>2010-12-08T05:07:00.000-08:00</published><updated>2010-12-08T05:18:16.033-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;                                  CENTENÁRIO DA IMPLAN
